quarta-feira, 21 de março de 2012

Sila Tarot: Você é ciumento(a)? De que tipo? Faça o texte seguinte!

Quiz desenvolvido pelo psiquiatra Eduardo Ferreira-Santos, aponta quatro variações para os tipos de ciúme: zeloso, enciumado, ciumento e paranóico.
Você é ciumento(a)? De que tipo?

Válido para homens e mulheres, o teste a seguir possibilitará descobrir em que patamar se situa no “grupo dos ciumentos”.

Responda às questões, marcando a alternativa que mais se aproxima da sua possível reação, tando em contasituações pelas quais já passou. No final do teste, você pode conferir o resultado.

1 – A sua(seu) parceira(o) esquece-se do Telemóvel. O que faz?a) Guarda-lhe o Telemóvel e espera pela primeira oportunidade tranquilamente, para o (a) avisar do esquecimento.
b) Passa-lhe pela cabeça mexer no aparelho, com o objectivo de tentar descobrir para quem ou de quem ela(e) recebeu as chamadas. Mas abandona essa ideia de imediato, por considerá-la demasiado envasiva e esquece o assunto.
c) Vasculha todas as opções do telefone, procurando por nome de pessoas que possam ser “suspeitas” e caso encontre alguém que não conhece, fica aflito(a) a imaginar ser um(a) possível segunda pessoa.
d) Mexe sem parar no telefone até encontrar o nome de alguém que não conhece ou que imagina ser capaz de seduzir o sua(seu) parceira(o) e, na sequência disso, passa a ter certeza de que eles têm um relacionamento


2 – Num restaurante ou num bar, o (a) sua(seu) parceira(o) pede licença para ir ao WC:a) Observa se no caminho até lá se alguém a(o) aborda ou incomoda, tranqüiliza-se ao ver que nada acontece, mesmo quando o (a) perde de vista.
b) Fica a observar e, caso ela(e) pare para conversar com alguém, sente uma “fisgada no estômago”, mas fica na sua e espera a volta dela(e) e pergunta, numa boa, quem era a pessoa.
c) Fica a vigiar se ela(e) está olhando para os lados e, caso encontre e pare para falar com alguém, pensa que é um flirt, e nessa ocasião já se preparar par ir “tirar satisfações”.
d) Acredita que ela(e) está a mentir, pelo que a ida ao wc foi só um pretexto para se encontrar com outro(a).


3 – Sua(seu) parceira(o) comunica-lhe que terá que viajar a negócios por dois ou mais dias:a) Pergunta se ela(e) precisa de alguma ajuda sua, deseja-lhe boa viagem e boa sorte nos contactos.
b) Sente um certo desconforto e pede mais detalhes sobre a viagem. Quer saber com quem vai viajar, com quem se vai encontrar lá, onde vai ficar hospedada(o), e qual o telefone de lá.
c) Sente-se ameaçado(a) com a possibilidade de ela(e) encontrar na viagem alguém que possa vir a abalar a relação e pensa “ a ocasião faz o ladrão”.
d) Acha que ela(e) está a mentir: ou está usando a viagem como pretexto ou marcou com alguém lá para se encontrarem.


4 – Quando sua(seu) parceira(o) de volta da viagem, você reage do seguinte modo:a) Recebe-a (o) e pergunta como foi, com atitudes carinhosas, realmente curioso(a) sobre o acontecido, vibrando com o sucesso e se entristece com o fracasso.
b) Recebe-a(o) bem, mas quer saber o que aconteceu por lá. Com quem esteve, onde foi, como eram as pessoas, passa levemente pela sua cabeça se ela(e) conheceu alguém “muito interessante” e até brinca com este pensamento.
c) Recebe-a(o) desconfiado(a). Quer confirmar as evidências de ter havido ou não traição. Mexe nos bolsos, vê as mensagens do Telemóvel, desarruma as malas e faz uma série de perguntas.
d) Recebe-a(o) com agressividade. Faz acusações, ameaças e não acredita no que ela(e) diz.


5 – Ao passear/fazer compras com sua(seu) parceira(o) no Centro Comercial:a) Caminha espontaneamente e chama-lhe a atenção para lojas que ela(e) gosta e apoia caso queira fazer alguma compra.
b) Ao entrar numa loja, onde está um(a) vendedor(a) atraente, você fica mais atento na maneira como conversam, do que na compra em si.
c) Não entra em nenhuma loja onde perceba que existe alguém atraente. Procura outro precurso e fica “com má cara”.
d) Passa o tempo todo desconfiado de que sua(seu) parceira está a olhar e a ser observado (a) por todos os que passam por ele (a) e passa o tempo todo a olhar de pessoa em pessoa, desconfiando de todos.


6 – Num evento, vocês veem um ex-namorado(a) dela(e):a) Assinala a presença e reage naturalmente a uma eventual conversa de ambos.
b) Não fica indiferente à presença dela (e) e chama a atenção da sua(seu) parceira(o) para si..
c) Fica perturbado(a), quer ir-se embora ou cria situações de confronto, com a(o) sua(seu) parceira(o) ou a(o) ex, podendo mesmo chegar ao extremo de arranjar confusões.
d) Fica transtornado(a). Imagina que exista uma trama entre eles e pode ter atitudes desiquilibradas, como agressões verbais ou físicas.


7 – Você entra numa divisão da casa e a sua parceira(o) está a desligar o telefone nesse momento:a) Simplesmente pergunta quem era.
b) Pergunta quem era num tom especulativo e quer saber o teor da conversa.
c) Na primeira oportunidade, vai vasculhar com quem ela (e) estava a falar (“remarcando” o número de telefone, por exemplo), independente da resposta obtida.
d) Tem a certeza que ela(e) desligou porque estava a conversar com alguém com quem “tem um caso”.


8 – Sua (seu) parceira(o) tem um encontro habitual com amigos do mesmo sexo, o que obviamente, não o(a) inclui a si. Saem para divertir-se, conversar, para um jogo de futebol...Etc.a) Incentiva-o (a) e acha natural que tenha esse espaço dela(e): afinal também tem esse hábito.
b) Considera natural, desde que saiba com quem ela (e) vai sair, aonde vai e como pode localizá-la(o).
c) Você não gosta desse hábito, mas vê-se obrigado(a) a aceitar. Controla os horários de chegada e liga durante o encontro, para se certificar de que sua(seu) parceira(o) está mesmo com os amigos. No limite, chega de surpresa ao local.
d) Não admite a prática e é capaz de atitudes extremas para impedi-la(o) de sair, acusando-a(o) de estar a sair para se encontrar com o(a) outro(a).


9 – A sua(seu) parceira(o) atrasa-se para chegar a casa ou para um encontro consigoa) Preocupa-se e pensa que algo desconfortável possa ter acontecido. Quando ela(e) chega, sente-se alíviado (a).
b) Preocupa-se. Passam ideias na sua mente...que possa ter havido um transtorno até uma leve desconfiança de que algo ameaçador para a relação possa estar a acontecer. Quando ela(e) chega, você pede explicações e acredita no que ela(e) diz.
c) Fica furioso (a) e imagina que ela(e) está-se a divertir nalgum canto com outra pessoa que ofereça perigo à vossa relação. Recebe-a(o) de maneira áspera e desconfiada.
(d)Tem certeza de que está a ser traído(a) e recebea (o) de maneira extremamente agressiva.


10 – A sua(seu) parceira(o) começa de vez em quando a fazer elogios freqüentes a um(a) novo(a) colega de trabalho:a) Você fica atento(a), procura conhecer a pessoa e questiona-se, de maneira franca,tentando entender a razão pela qual a sua(seu) parceira(o) sente fascinio ou admiração por aquela pessoa.
b) Imagina logo que essa nova pessoa é um(a) possível concorrente, trata logo de se apresentar a ela, procura detalhes que possam diminuir o seu brilhantismo e, sempre que pode, menciona-os.
c) Deduz rapidamente que é óbvio que sua(seu) parceira(o) já está seduzida(o) por aquele “Don Juan ” (ou aquela”sirigaita”) e parte para um confronto directo, chegando a ligar para o escritório e perguntar o que ele(a) quer com sua(seu) parceira(o).
d) Conclui que, se ela(e) fala muito da(o) outro(a) é porque eles já têm um caso há muito tempo. Como consequência, entra em depressão ou agride física ou verbalmente na primeira oportunidade.


11 – Por um acaso qualquer, você passa pelo escritório da sua(seu) parceira(o) e ela(e) não chegou do almoço. Enquanto espera, toca o telefone, atende, e uma pessoa (do outro sexo) procura por ela(e) sem se identificar, desligando quando você insiste em saber quem era:a) Quando sua(seu) parceira(o) chega, recebea(o) normalmente, conta que estava de passagem e simplesmente relata que atendeu aquele telefonema.
b) Assim que a sua(seu) parceira(o) chega, você finge que está tudo bem, espera ela(e) contar sobre o almoço e pergunta, “como quem não quer nada”, se ela(e) tem recebido telefonemas de alguém que não se possa identificar claramente.
c) Não consegue disfarçar a sua inquietação e, assim que ela(e) chega, pergunta logo quem é que tem ligado para ela(e) “às escondidas” no escritório e fica á espera para ver se ela(e) fica embaraçada(o) ou se se atrapalha nas respostas para “cair ” em cima dela(e).
d) Você recebe-a(o) zangado (a), afirmando que atendeu um telefonema do(a) amante dela(e) e que não adianta ela(e) disfarçar mais, porque agora, você já sabe de tudo.


12 – A sua(seu) parceira(o) guarda fotos e cartas de antigos(as) namorados(as).a) Acha isso natural, por fazer parte da história dela(e) e nem se lembra mais desse assunto
b) Você concorda que “todos nós temos uma história”, mas toda as vezes que abre a porta do armário, onde estão guardadas as “relíquias do passado”, sente um certo desconforto.
c) Não admite que ela(e) tenha aquelas “lembranças” guardadas e, por causa disso, começa a discutir e exige, como “prova de amor por si”, que ele (a) as destrua.
d) Se ela(e) ainda guarda estas fotos e cartas é porque ainda tem “alguma por resolver” com estas pessoas e na primeira oportunidade, você (a) destrói tudo o que ela(e) tinha guardado.


13 – Conhece bem a história anterior da sua(seu) parceira(o) e sabe que ela(e) teve alguns ou vários relacionamentos anteriores:a) Encara isso com naturalidade, pois reconhece que “o que passou, passou” e que “o importante não é ser o primeiro, mas o último” (de verdade!).
b) Você não se sente confortável com esse passado, evita falar nele e, se eventualmente algum assunto sobre isso vem à tona, não gosta.
c) Sente-se bastante incomodado(a)com esse passado, insiste em saber detalhes e, depois, fica “remordendo” ao imaginar cenas “torturantes de amor e sexo” entre a sua(seu) parceira(o) e antigos(as) companheiros(as).
d) Não suporta a ideia de que a sua(seu) parceira(o) tenha tido outros envolvimentos afetivo-sexuais anteriormente e isso é um motivo para romper o relacionamento.


14 – Chega o Natal ou a outra data importante e, tanto sua família de origem quanto a dela(e) farão um jantar especial neste dia, no mesmo horário:a) Conversam bastante sobre isso e chegam a um consenso sobre qual a melhor atitude a tomar, ponderando os prós e os contras de irem juntos a um ou outro evento ou mesmo de irem cada um para o seu, sem nenhum problema.
b) Fica bastante incomodado(a) com essa situação e resolve dividir o tempo entre um e outro evento, não ficando, de verdade, em nenhum deles, mesmo tendo que enfrentar “a ira da sogra e da sua mãe”, para não se sentir excluído(a).
c) Não aceita, em hipótese nenhuma, discutir o assunto e diz que desde que ela(e) o(a) escolheu para companheiro(a), não há mais nada que o(a) obrigue a obedecer às “imposições da sua mãe” e que vocês vão passar juntos e sozinhos de qualquer maneira. Diante da recusa dela(e) chega a ameaçar: “Você tem que decidir, de uma vez por todas, entre ela ou eu”.
d) Liga para a sua sogra diz-lhe “meia dúzia de verdades”, a dizer que ela faz isso de propósito só para criar conflitos e acaba em discussões com ela e com sua(seu) parceira(o).


15 – Acaba de nascer o primeiro filho do casal e você percebe que sua(seu) parceira(o) está dando muito mais atenção ao bebe do que a si:a) Acha que é mesmo assim, pois, afinal, você mesmo(a) está encantado(a) com o novo ser e acredita que em breve tudo voltará ao normal.
b) logo após os primeiros dias de encantamento, fica incomodado(a) com a atenção demasiada que sua companheira(o) dá ao bebê e fala com ela(e) sobre isso.
c) Você acha que sua(seu) parceira(o) está exagerando ao dar tanta atenção assim ao bebê e começa a chantagear para chamar a atenção para si.
d) Você não suporta que ela(e) esteja dedicando-se assim tão intensamente ao bebê e percebe que foi usado(a) apenas como uma “fábrica” para que ela(e) satisfizesse o desejo de ter um filho e que, agora, ela(e) não quer mais saber de si, pois já não precisa mais.


16 – Um casal de primos, por parte de sua(seu) parceira(o), acaba de ter um bebê e convida apenas ela(e) para ser madrinha(padrinho), formando par com um(a) outro(a) primo(a) que já foi namorado(a) de sua(seu) parceira(o):a) Você não acha isso elegante, conversa com sua(seu) parceira(o) sobre o assunto, mas entende que a relação dos primos é mais forte, antiga e respeita.
b) Você acha isso uma “ falta de educação”, fica ressentido(a) por ter sido excluído(a), manifesta para sua(seu) parceira(o) seu descontentamento, mas não deixa de ir ao baptizado nem rompe a amizade com os tais primos.
c) Você acha isso simplesmente um absurdo, não admite que sua(seu) parceira(o) aceite o convite, discute com ela(e) por ter coagitado com essa ideia e rompe relação com os primos.
(d)Agora você teve a prova definitiva de que a família dela(e) não gosta mesmo de si e quer vê-lo(a) afastado(a) de tudo, considerando que essa história de convidar os dois para serem padrinhos é apenas mais um ardil para que eles fiquem juntos, pois nunca deixaram de gostar um do outro.


17 – Você percebe que sua(seu) parceira(o) está a receber por parte do(a) chefe dela(e) um tratamento diferente :a) Você não deixa de notar isso e comentar com sua(seu) parceira(o), mas confia nela(e) e acredita que tal tratamento poderá beneficiá-la(o) no trabalho.
b) Sente-se incomodado(a), mas tenta não dizer nada, apenas comenta o assunto com sua(seu) parceira(o) e deixando claro que você está a perceber tudo.
c) Você não aguenta a situação e não consegue tirar da sua cabeça que, mais cedo ou mais tarde, sua(seu) parceira(o) vai cair no ardil do(a) chefe e ter um caso com ele(a); passa então, a ter constantes discussões por causa disso.
d) Você conclui que, se há esse tratamento diferente, é porque já existe uma intimidade entre os dois e não há dúvidas de que eles estão a ter um caso.


18 – A sua(seu) parceira(o) é leitor habitual ou até mesmo assinante de revistas eróticas:a) Você acha curioso que ela(e) tenha este hábito, mas entende isso com naturalidade e até compartilha da leitura e comentários sobre o conteúdo das revistas.
b) Você sente que não dá mesmo para competir com aqueles(as) modelos de corpos esculturais e procura se aprimorar fisicamente e/ou até brinca com este assunto.
c) Você acha isso um “absurdo” e não suporta que ela(e) veja estas fotos, pois isso é uma ofensa a você: proíbe-a(o) de ter aquelas revistas.
d) Você se sente verdadeiramente traído(a) por sua(seu) parceira(o) e acredita que ela(e) tem este hábito como pretexto para procurar outras pessoas como se estas revistas fossem um “catálogo de prostitutas”.


19 – A sua(seu) parceira(o) deixa cair um papel da carteira e ao apanhá-lo do chão, encontra o cartão de visitas de outra pessoa do sexo oposto:a) Pergunta quem é a pessoa, aceita naturalmente a resposta e esquece o assunto.
b) Você imagina que o cartão possa ser de um flirt, questiona sua(seu) parceira(o), mas aceita a explicação de que se trata de alguém relacionado a sua actividade profissional.
c) Fica “com a pulga atrás da orelha” e não aceita as explicações dela(e), discute por causa disso e chega até a ligar para a pessoa do cartão para saber o que ela quer com sua(seu) parceira(o).
d) Ah!!! Finalmente você encontrou a prova definitiva de que seu(sua) parceiro(a) está a trai-lo e não há argumento que o(a) faça pensar o contrário.


20 – Recebe uma carta anônima de um(a) amigo(a), revelando que sua(seu) parceira(o) tem um caso com alguém:a) Mostra-lhe a carta e acredita nas explicações dela(e) de que se trata de alguém querendo destabilizar a vossa relação e ambos de comprometem a tentar descobrir quem fez isso, mas não se dão ao trabalho de mudar a vossa rotina.
b) Fica chocado(a) com o facto, tenta encontrar motivos para que pudesse haver a traição e conversa com sua(seu) parceira(o) sobre a carta, procurando entender o que isso na verdade significa.
c) Quase tem um “colapso nervoso” e, na primeira oportunidade, esfrega a carta na cara dela(e), exigindo e insistindo em querer saber quem é esta pessoa para quem ela(e), no mínimo, anda a dar conversa, havendo portanto, motivos para alguém escrever aquela carta.
d) Agora sim, você tem a prova absoluta da traição dela(e) e não quer mais conversar sobre isso. Parte para a agressão física e verbal e, igualmente, para o rompimento da relação, sem dar nenhum ouvido às explicações que ela(e) possa fornecer.



Respostas

Maioria A:
Você é do tipo ZELOSO, que manifesta um sentimento saudável, normal, de verdadeiro zelo, cuidado, que está intimamente relacionado ao amor, uma vez que é um sentimento altruísta, isto é, voltado para o outro, para o bem-estar, para sua felicidade. Exige, muitas vezes, como no verdadeiro amor, uma atitude extremamente difícil que é renúncia de seu próprio desejo em benefício do outro. É também uma situação de real preocupação com o ser amado.


Maioria B:
Você está na faixa da normalidade (isto é, o que a maioria das pessoas sentiria ou faria nestas situações). É, portanto, do tipo ENCIUMADO, no qual o ciúme se manifesta de maneira transitória, surgindo quando há uma ameaça real à relação e coloca a pessoa em estado de alerta e competição com um terceiro. Embora bastante comum, revela, bem no íntimo, que, pelo menos, naquele momento, alguma fraqueza, alguma complexo de inferioridade ou mesmo um sentimento real de inferioridade possa estar aflorando e deixa à mostra um ponto da personalidade do enciumado que merece ser, se não cuidado, talvez trabalhado melhor.


Maioria C:
Você enquadra-se no tipo CIUMENTO: este estado independe de haver ou não evidência da ameaça e tem como base, exclusivamente, a fantasia, o medo muitas vezes infundado de ser traído ou trocado por outro. É diferente do zelo, pois é um sentimento egoísta, voltado para si mesmo, isto é, o foco do ciumento é o seu amor próprio, a sua insegurança, as suas dificuldades e a necessidade de manter o outro sob seu controle. Muitas vezes, dependendo da forma como se manifesta (violenta, extravagante, raivosa) pode ter como base um transtorno até mesmo de base neurótica.


Maioria D:
Procure imediatamente ajuda especializada. Neste caso, que compreende o tipo PARANÓICO, há, sem dúvida, um grave distúrbio psiquiátrico que transforma a fantasia em suposta realidade, sem nenhum dado de evidência, ou simplesmente distorcendo toda a realidade. Pertence efectivamente ao campo da psicopatologia e está frequentemente associado ao uso abusivo de drogas, como álcool e a cocaína, ou a demências originadas de doenças neurológicas graves, como o Parkinson e o Alzheimer, entre outras. Exige um tratamento psicoterápeutico e medicamentoso urgente.



2 comentários:

  1. Este Teste é bom para os que acham que não são ciumentos...Gostei bastante. Posso dizer que sou do tipo ciumenta. Já li a outra publicação de Auto ajuda. Eu tento, mas é mais forte que eu. Obrigado, Joana

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  2. Joana, desde que não ultrapasse os limites que ponham em causa a sua relação, um pouco de ciúmes até me parece saudável!Bem Haja! Seja Feliz, Sila

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