quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sila Tarot: Desenvolvimento da mediunidade - Como Fazer



Porquê desenvolver?

Tendo em vista ajudar o ser humano na sua acção, permitindo um contato directo, ajudará o ser humano na sua Pesquisa da Verdade.




Quais as condições necessárias para desenvolvermos uma mediunidade equilibrada e de Luz?

Para se desenvolver uma mediunidade equilibrada deve-se deixar de ter isso como uma meta crucial e deve-se sim, focar no Amor, só assim poderá vir a receber a capacidade de comunicação com o plano espiritual, pois se encontará a vibrar na mesma sintonia que as entidades que nele vivem.

Quais os sintomas de uma mediunidade a aflorar?

Visões momentâneas de acontecimentos futuros, o surgimento de vultos que se movem rapidamente, as visões eventuais de campos áuricos, dores de cabeça constantes, zumbidos nos ouvidos, associado a tudo isto , dores fortes nas pernas, principalmente nos joelhos.

Como deve o ser humano lidar com isso e onde deve buscar ajuda?

O ser humano não deve amedrontar-se e deve sentir tudo como uma benção, preferencialmente, deve-se deslocar a um centro espírita confiável e procurar leituras espíritas sobre o assunto, após esse primeiro contacto e desenvolvimento, poderá então seguir o caminho que bem desejar, desde que voltado para o bem e para a prática da mediunidade.
(Esta última resposta aplica-se também aos que não possuem uma mediunidade a aflorar, mas desejam ainda assim, desenvolver a sua mediunidade )





APARIÇÕES:

Aparições acidentais e espontâneas:


São frequentes, sobretudo no momento da morte das pessoas, que aquele que vê amou ou conheceu e que o vêm prevenir de que já não são deste mundo. Há inúmeros exemplos de factos deste gênero, sem falar das visões durante o sono. Inúmeras vezes, são, do mesmo modo, familiares, ou amigos que, conquanto mortos há mais ou menos tempo, aparecem, ou para avisar de um perigo, ou para dar um conselho, ou, ainda, para pedir um serviço.

O serviço que o Espírito pode solicitar é em geral, a execução de uma coisa que lhe não foi possível fazer em vida, ou o auxílio das preces. Estas aparições constituem factos isolados, que apresentam sempre um carácter individual e pessoal, e não efeito de uma faculdade propriamente dita. A faculdade consiste na possibilidade, senão permanente, pelo menos muito frequente de ver qualquer Espírito que se apresente, ainda que seja absolutamente estranho ao vidente. A posse desta faculdade é o que constitui, propriamente falando, o médium vidente.


Faculdade propriamente dita de ver os Espíritos:

Entre esses médiuns, há alguns que só vêem os Espíritos evocados, e cuja descrição podem fazer com uma exatidão minuciosa. Descrevem todas as particularidades, pormenores, os gestos, a expressão da fisionomia, os traços do semblante, as vestes e até os sentimentos de que parecem animados. Outros há, em quem a faculdade da vidência é ainda mais ampla: vêem toda a população espírita ambiente, a mover-se em todos os sentidos, cuidando, poder-se-ia dizer, dos seus afazeres.

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