quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sila Tarot: Tipos de Mediunidade

 


Mediunidade Psicográfica

Nesta mediunidade a mão do médium serve como instrumento para a entidade comunicante, existindo nela dois tipos, o primeiro, e mais comum, consiste apenas em uma manipulação do Duplo- Etérico na região da mão do médium por parte da entidade, ou seja, ela limita-se, ou com a força do pensamento ou com a força física, a manusear a mão do médium para com ela escrever o que pretende, essa forma embora mais comum é mais complicada, porque a capacidade de manuseamento depende da abertura do Duplo- Etérico do médium, ou seja, de sua pureza e conduta, mas, caso seja consideravelmente boa, é um meio que pode ser usado com relativa facilidade, sendo comum em espíritos recém-chegados aos planos espirituais, que não dominam ainda os centros nervosos humanos, e portanto não poderiam escrever a partir daí.

A segunda forma ocorre a partir dos centros nervosos, que pode ser o conjunto de nervos do braço e ombro, mas mais frequentemente é utilizado o cérebro ou a medula espinal, por serem os centros de comando operacional do restante organismo. A entidade comunicante penetra o Duplo- Etérico do médium com seu corpo espiritual e com o poder do pensamento manipula os centros nervosos, comandando assim a mão do médium à escrita, como se ela mesmo estivesse escrevendo. É o melhor meio, mas exige conhecimento, porque, não sendo o corpo da entidade, ela não possui conexão mental com as células constituintes, não podendo gerar movimentos segundo sua vontade, excetuando se utilizar os canais e meridianos energéticos do médium;



Mediunidade Incorporativa

Nesta mediunidade a entidade literalmente ocupa as funções orgânicas, em maior ou menor quantidade, do médium, sem no entanto penetrar seu organismo ou seus corpos espirituais, na verdade, espíritos mais evoluídos, como os Caboclos e Pretos Velhos, sequer se aproximam muito, podendo incorporar estando presentes, inclusive, em outros planos, liberando para o médium apenas um desdobramento de seus corpos mentais (inferiores), que vão se acoplar ao mental do médium, e desse modo comandar as funções
físicas do instrumento mediúnico. Em espíritos ainda não tão experientes, a incorporação necessita ocorrer de mais perto, no entanto, sem interpenetração de corpos, ocorrendo apenas um acoplamento, que pode ser ao nível dos centros nervosos de comando ou ao nível dos chakras, onde a entidade comandará energias especificas e centros específicos do médium.


Em mediunidade semi-consciente, o médium limita-se a ser um porta voz da entidade, não tendo suas funções tomadas temporariamente por ela, o chakra laríngeo não está sobre o comando dela, e embora pareça ao médium que a entidade está falando, é na verdade ele, mas, como
é a entidade que emite os pensamentos, o cérebro não os consegue registrar no arquivo, sendo eles logo emitidos, e, portanto, não classificáveis como seus;


Mediunidade Ouvinte (Canalizadora)

Nesta mediunidade, normalmente associada à mediunidade clarividente, o médium possui a faculdade de escutar os sons dos planos espirituais, com maior ou menor definição, dependendo do seu nível frequêncial, que afeta o ouvido espiritual, diminuindo sua capacidade auditiva ou amplificando-a, dependendo isso do nível de vibração que o médium emite; (a canalização de seres ascensionados é um pouco diferente, veja: “Canalização”)

Mediunidade Telepática

(também instrumento para a canalização de mensagens dos seres espirituais) - nesta mediunidade, consideravelmente rara, o médium é capaz de se comunicar através do pensamento, com outros homens ou seres espirituais, para tal, a vibração do médium necessita ser considerável, e ele deve conseguir manipular seu corpo mental (inferior) de forma já bastante considerável, para poder, através dele, emitir pensamentos e projetá-los na mente de outra pessoa. Isso é comum em entidades, que frequentemente recorrem a esse recurso para comunicação;

Mediunidade de Materialização

(não relacionada com a materialização falada em "Materialização/ Desmaterialização")- essa mediunidade exige uma aura bastante expandida, com canais protoplasmáticos largos, que permitam um grande fluxo do protoplasma (um componente do ectoplasma), pois, como ele necessita ser exteriorizado, é necessário um grande fluxo, para que o sistema físico e espiritual do médium não sofra com sua ausência.

O médium exterioriza, sobre sua força mental ou de outros, seu próprio protoplasma, que, ao entrar em contato com a atmosfera, assume forma plástica e gelatinosa, endurecendo com o tempo, normalmente no espaço de minutos. A substancia é emitida pelos canais que conectam o exterior com o interior no homem, portanto, ouvidos, nariz e boca, podendo, eventualmente, através de médiuns muito experientes, ser emitido através dos chakras, o que é no entanto raro. Essas formas moldáveis funcionam como um corpo físico com canais
protoplasmáticos, podendo a entidade a eles acoplar-se, como em uma encarnação;






Mediunidade ClarividenteNesta mediunidade o médium possui a capacidade de vislumbrar vários planos em simultâneo, ou, então, em casos mais raros, vislumbrar cada plano independentemente do outro. Esse ultimo caso é mais raro, e frequentemente ocorre em simultâneo com o primeiro;

Mediunidade Projetiva

Nesta mediunidade o médium possui a capacidade de abandonar conscientemente o corpo físico, e permanecer, por tempo indeterminado, nos planos espirituais. O médium pode controlar diversos corpos, e então, desse modo, projetar-se em diversos planos em simultâneo, o que é, no entanto, raro e incomum;

Mediunidade Sensitiva

Normalmente todo o médium possui esta faculdade, é a capacidade de receber as impressões emitidas pelo campo áurico (em relação a algo ou alguém).

Estas são as faculdades mediúnicas que normalmente encontramos na Terra, sendo frequente que um médium possua 2 ou mais faculdades, por elas serem, como já dissemos, uma faculdade única do homem.

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