segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sila Tarot: Magnetoterapia - Medicina Alternativa


É uma terapia praticada pela medicina alternativa baseada na influência dos campos magnéticos estáticos sobre o corpo humano. Os adeptos desta prática afirmam que é capaz de tratar efectivamente diversas doenças, sobretudo de ordem reumática.


A palavra Magnetoterapia, significa a aplicação para fins terapêuticos de um campo predominantemente magnético originado a partir de frequências altas e baixas.



A Magnetoterapia regenera as células lesionadas melhorando a cinética enzimática e repolariza as membranas celulares; além disso produz uma acção anti-stress e promove uma aceleração de todos os fenómenos reparadores com nítida acção bio-regenerante, anti-inflamatória, antiedematosa, antálgica, sem efeitos colaterais.
A Magnetoterapia é uma forma de fisioterapia que utiliza a energia electromagnética e é uma cura eficaz, segura e não invasiva. Os campos magnéticos interagem com as células promovendo a recuperação das condições fisiológicas de equilíbrio. É indicada nos casos em que é necessário estimular a regeneração dos tecidos após eventos lesivos de natureza diferente.
Os campos electromagnéticos gerados promovem resultados seguros sem o recurso a nenhum medicamento.


Os benefícios da Magnetoterapia:
  • Alivia a dor: actua como um analgésico potente
  • Acelera os processos de cura
  • Estimula as trocas celulares
  • Melhora a oxigenação e a nutrição dos tecidos
  • Reduz as inflamações
  • Estimula a reabsorção dos edemas e melhora o fluxo capilar
  • Regenera as células sem energia
  • Atrasa o processo de diminuição da densidade óssea


As vantagens da Magnetoterapia:
  • Ajuda a atenuar as dores e as inflamações sem o uso de medicamentos
  • É uma terapia não invasiva e segura
  • Não provoca dor
  • Tem uma acção antálgica
  • Pode ser aplicada sem contra-indicações na maior parte das patologias
  • Reduz em 50% os tempos de recuperação de uma fractura


Onde actua a Magnetoterapia:
  • Sistema ósseo
  • Sistema muscular
  • Sistema respiratório
  • Sistema nervoso
  • Sistema circulatório


Os efeitos da Magnetoterapia podem ser classificados da seguinte forma:
  • Acção anti-inflamatória
  • Acção estimulante do sistema endócrino
  • Acção antiedematosa
  • Acção antálgica
  • Reparação dos tecidos
  • Acção anti-stress


A Magnetoterapia pode produzir
  • Um efeito curativo
  • Um efeito analgésico
  • Um efeito estético



A Magnetoterapia – O seu uso!
Existem equipamentos muito fáceis de utilizar e podem ser usados por qualquer pessoa em sua casa, máquinas que dispõem de muitos programas para diferentes tipos de tratamento. Existem Empresas que disponibilizam a venda deste tipo de aparelhos, e podem conter um ou dois difusores magnéticos que são colocados sobre a zona do corpo a tratar, utilizando a baixa frequência para um tratamento imediato contra a dor.


Magnetoterapia energizante

As ondas magnéticas libertadas por um campo magnético positivo reforçam o corpo, aceleram os processos biológicos e fornecem uma energia dinâmica às células; portanto é particularmente adequado nos casos de debilidade muscular e lacerações, fracturas dos ossos e dos ligamentos, distorções, nas terapias de reabilitação, na cicatrização dos tecidos, etc..


Magnetoterapia como analgésico e anti-inflamatório
O pólo norte ou pólo magnético negativo do magneto é relaxante, interrompe processos prejudiciais para o corpo e por isso é indicado para reduzir ou eliminar a dor e as inflamações.


Magnetoterapia como terapia específica sobre os órgãos internos
Sabe-se que cada organismo gera um campo magnético e está exposto a contínuos estados de actividade e de repouso, influenciados por estímulos externos que chegam através dos alimentos, bebidas, emoções, poluição ambiental e electromagnetismo. Para a manutenção de um estado de saúde óptimo é necessário que este campos magnéticos estejam em equilíbrio, sobretudo porque qualquer distorção no campo magnético constante de um órgão por um período de tempo pode incidir negativamente sobre a funcionalidade do mesmo.
O primeiro campo magnético com o qual o nosso corpo deve estar em perfeito equilíbrio é o campo magnético terrestre.
A nível fisiológico a magnetoterapia actua a nível celular repolarizando as células e reequilibrando a permeabilidade da membrana celular, onde as funções da célula são melhoram após uma maior utilização de oxigénio. De facto, de se aproximarem partes do corpo da esfera de acção do campo, as linhas magnéticas de influência atravessam completamente as partes em profundidade. Deste modo os iões no interior das células são influenciados pelas ondas e a alteração do fluxo potencial eléctrico das células consequente melhora a transformação do oxigénio.
Após o aumento da vascularização, aumenta a actividade biológica.
Eficácia da magnetoterapia
A Magnetoterapia é eficaz porque os campos magnéticos de baixa frequência interagem com as células, promovendo a recuperação das condições fisiológicas de equilíbrio.
Actuam ao nível das membranas celulares tornando-as mais receptivas. Isto conduz a restaurar o correcto potencial de membrana que é fundamental para assegurar o aporte de nutrientes no interior da célula.
A nível de órgãos e estruturas anatómicas estes efeitos traduzem-se em analgesia, redução da inflamação, estímulo para a reabsorção dos edemas.
Além disso os campos magnéticos de baixa frequência têm um efeito especial de estimulação da migração dos iões Cálcio no interior dos tecidos ósseos, conseguindo promover a consolidação da massa óssea e promover a reparação das fracturas.




Com a magnetoterapia conseguem-se resultados incríveis sobre:
- problemas de tipo inflamatório (artroses, neurites, flebites, distensões musculares, etc.);
- doenças reumáticas, nas patologias articulares como artroses, tendinites, epicondilites, bursite, periartrite, cervicalgias, lombalgias, mialgias, tratamento das fracturas durante ou após a aplicação de gesso;

- problemas articulares e traumas recentes;
- tratamento de úlceras de qualquer tipo: traumáticas, de decúbito, de queimaduras, venosas, refractárias a outras terapias;
- em todas as patologias em que é necessária uma maior microvascularização e regeneração dos tecidos, como no caso de auto-transplantes, consolidação de calos ósseos, etc.;
- cicatrização;
- infecções;
- osteoporose.
Sabemos que os biopolímeros e as membranas celulares são na prática baterias minúsculas das quais foi possível medir a tensão de alimentação. Mais precisamente, nas células nervosas saudáveis, mede-se entre o núcleo interno e a membrana externa uma diferença de potencial de 90 milivolt, nas outras células esta tensão roda em torno dos 70 milivolt. Quando estas baterias minúsculas presentes no nosso corpo ficam descarregadas, o organismo ressente as consequências sob a forma de dores na coluna, nos ossos, nas articulações, processos inflamatórios, feridas que não curam. Quando estas células ficam doentes, por uma infecção ou um trauma, ou por qualquer outra causa, perdem a sua reserva de energia, isto é descarregam-se, assim uma célula que saudável deveria ter uma tensão de 70 mllivolt, doente mede apenas 50-55. Se esta tensão descer abaixo dos 30 milivolt dá-se a necrose, isto é a morte da célula. O objectivo da magnetoterapia é recarregar e regenerar as células sem força vital.



Para explicar como actua na prática a magnetoterapia, podemos analisar como exemplo uma das patologias mais comuns, a osteoporose. Trata-se de uma doença caracterizada pela progressiva redução da densidade dos ossos (que se tornam mais porosos) e pelo enfraquecimento dos ossos abaixo do limite necessário para o desenvolvimento da função de suporte exercida por eles.
Estima-se que esta doença afecte 25-40% das mulheres com mais de 50 anos e 70% das mulheres após os 70 anos. No entanto está em aumento progressivo.
Está cientificamente demonstrado como a utilização da Magnetoterapia atrasa o processo de diminuição da densidade óssea. Reactivando além disso as células destinadas à absorção do cálcio, esta terapia bloqueia o processo degenerativo e aumenta os efeitos de eventuais curas à base de integradores de cálcio.

História
A alusão mais antiga ao magnete como meio de cura aparece na Atharvaveda que contém o tratado sobre a medicina e a arte de curar.
Cleópatra, mulher de lendária beleza (69-30 a.C.), diz-se que usava um magneto pequeno na fronte para preservar a sua excelente forma.

As forças magnéticas da natureza não foram objecto de investigação até princípios do século XVI, quando um alquimista e médico suíço P.A. Paracelo começou a estudar e a realçar as potencialidades curativas do magneto; considerava que qualquer parte do corpo se exposta às forças magnéticas seria melhor e mais rapidamente curado, que qualquer medicina.
O Doutor Samuel Hanemann (1755-1843), o pai da homeopatia, estava plenamente convencido dos poderes dos magnetos e recomendou o seu uso terapêutico usando estas palavras: "um bastão magnético pode curar rapidamente e para sempre, doenças mais graves para as quais é um tratamento adequado se colocado junto ao corpo ainda que por um tempo muito breve.”
Michael Faraday (1791-1867), que conduziu investigações fundamentais sobre a electricidade, foi o primeiro na Europa a estudar a força do magneto, chamou à área da sua influência “campo magnético” e criou os fundamentos da biomagnética e da magnetoquímica estabelecendo que cada coisa é magnética num sentido ou noutro e ou é atraída ou repelida por um campo magnético.
Por volta de meados do século XX, o interesse pela cura magnética aumentou rapidamente em países como a Índia, a Rússia e o Japão.
Só há umas dezenas de anos é que os campos magnéticos tem sido utilizados com objectivo terapêutico, quer em estruturas públicas, como privadas.

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