terça-feira, 4 de setembro de 2012

Sila Tarot: 7 Mentiras sobre Sexo!


 
 
 
Sabe tudo sobre sexo? Muita gente acha que sim, mas a verdade é que todos têm algumas dúvidas sobre o tema. Além disso, há uma grande quantidade de coisas que aprendemos e que na verdade são grandes mentiras.
É comum ouvirmos alguém dizendo que na primeira relação sexual não se pode engravidar, mas isso não é verdade. E essa não é a única confusão que temos.
 

1. Sexo no período menstrual não engravida

 
Não é o facto de a sua namorada estar no período menstrual que vai dizer que vocês podem fazer sexo sem utilizar preservativos. Embora sejam mais raros, existem casos em que as mulheres engravidam enquanto estão na fase de sangramento do ciclo. Mas é preciso que o ciclo completo seja mais rápido do que o normal (inferior aos 28 dias) para o risco existir.
Numa mulher de ciclo padrão, a fecundação ocorre quando o espermatozoide encontra o óvulo na região das tubas uterinas (também conhecidas como trompas de falópio). Depois de passar pelas tubas, os gametas femininos prendem-se ao endométrio (parede do útero) e, não sendo fecundados, são desmanchados junto com a parede. É assim que ocorre o sangramento.
Mas em mulheres cujo ciclo menstrual é muito rápido, pode ocorrer algo diferente. Nesse caso, o sangramento ocorre antes de um segundo óvulo passar pelas tubas, sendo que ele pode ser fecundado por espermatozoides mesmo que a mulher esteja nessa fase.






 

2. Não é possível engravidar na primeira vez

Biologicamente falando, sabe qual a diferença entre a primeira vez e as outras? O hímen (e em algumas mulheres com hímen complacente, nem ele). Quem diz que as mulheres não podem engravidar na primeira vez em que fazem sexo está completamente enganado. Assim como qualquer outra relação sexual, ela envolve gametas, ciclos menstruais e a possibilidade da gravidez e das doenças sexualmente transmissíveis

Nunca é demais falar nisso, mas nunca é demais ressaltar: a única forma de evitar a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis é por meio do uso dos preservativos. Não importa se está a perder a virgindade ou se já é muito experiente, cuidar-se nunca é demais.

3. Utilizar dois preservativos é mais seguro

Essa afirmação é uma enorme (e perigosa) mentira. Se um homem utilizar dois preservativos, a chance de algo correr mal é bem grande. Apesar da falsa sensação de segurança (por estar “duplamente protegido”), o atrito entre os materiais dos preservativos pode causar o seu rompimento, deixando o caminho livre para os espermatozoides e mucosas que podem transmitir doenças.

4. O corpo muda após perder a virgindade

Se já ouviu algum amigo/a a dizer que o corpo das meninas muda após a primeira relação sexual, diga-lhe que não passa de um mito. Como já referi, a única alteração é o rompimento do hímen ( á excepção de casos onde existe o hímen complacente). Mas não existe nenhuma relação entre sexo e desenvolvimento do corpo feminino.

O que acontece é que a perda da virgindade, geralmente, acontece no mesmo período em que as meninas estão entrando numa fase de mudanças hormonais. Como os dois casos costumam andar juntos (inclusive pelo facto de as hormonas incentivarem o desejo sexual), é muito comum acontecer essa confusão.








5. Masturbação causa o aparecimento de borbulhas

Não é verdade. A confusão aqui ocorre pelo mesmo motivo da citada acima. A mudança hormonal masculina começa na adolescência, mesma fase em que as borbulhas começam a aparecer no rosto (antes da barba). E a presença das hormonas é a única relação entre a masturbação e o surgimento de acne na pele.

6. Homens e mulheres têm o pico sexual em fases diferentes

É comum ouvirmos que a melhor fase sexual para os homens está no início da fase adulta, sendo que nas mulheres isso ocorre depois dos 40 anos. A verdade é que não existe uma data pré-definida de pico sexual para eles ou para elas. Segundo pesquisadores da Universidade de Cornell (Estados Unidos), isso se dá muito mais por questões psicológicas.

Homens e mulheres na juventude passam por pressões sociais opostas. Quanto mais raparigas eles levarem para a cama, melhor serão vistos pelos amigos. Com elas acontece o oposto, pois ter vários parceiros (e até mesmo ter mais desenvoltura nas relações) é encarado como algo errado e as caracterizaria como “soltas demais”.

Com o passar do tempo, as mulheres conseguem libertar-se de alguns paradigmas e medos, o que as torna mais confiantes em relação ao próprio corpo e principalmente, às maneiras de obter mais prazer. Mas isso não tem razões biológicas ou químicas.

7. O Preservativo não é necessária no sexo oral

A transmissão de AIDS pelo sexo oral ainda é um tema controverso. Muitos médicos dizem que é impossível haver a contaminação, mas há tantos outros que dizer ser comum a contaminação por meio das mucosas presentes nos órgãos sexuais e possíveis pequenos cortes na boca.

Além disso, já se sabe que outras doenças como HPV, sífilis e hepatite podem ser transmitidas dessa maneira. Por essa razão, a utilização de preservativos nos momentos do sexo oral também é necessária.





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