sábado, 18 de maio de 2013

Sila Tarot: Nova Terapia - EMDR - Descubra Tudo!

 
Esta Terapia revolucionária, trata medos, traumas, fobias, problemas psicológicos, ansiedade, pânico.
 
Designada por:
 
 EMDR -Eye Movement Desensitization and Reprocessing
 
Esta técnica, trata através da dessensibilização e Reprocessamento através de Movimentos Oculares - é um novo e eficaz método psicoterapêutico que tem ajudado milhares de pessoas em todo o mundo e de várias idades a resolverem, de forma rápida e duradoura, vários tipos de problemas psicológicos e emocionais.
 
Para compreender melhor o EMDR é necessário um breve esclarecimento sobre:

1. A anatomia do cérebro
2. Sono e sonhos
3. Trauma ou “ferida cerebral”
 
1. A anatomia do cérebro:
 
Já deve ter visto fotografias do cérebro, que mostram uma grande divisão entre hemisférios direito e esquerdo. No lado direito predomina o comando das nossas emoções e o potencial artístico, enquanto no esquerdo há o predomínio das conexões que regulam a nossa capacidade racional e lógica. Outra divisão importante é fruto da história da nossa evolução como animais. São diferenças marcadas por três momentos da evolução: répteis, mamíferos, humanos. Assim temos estruturas cerebrais carregadas das características de cada etapa da evolução.

De forma bastante simplificada - O “cérebro” que herdamos dos répteis controla as nossas funções autónomas, o que herdámos dos mamíferos, as emoções e, por fim, o “cérebro humano” as nossas produções humanas: linguagem, abstração, matemática, arte, uso de ferramentas sofisticadas, etc. É importante dizer que estas estruturas não possuem apenas uma diferença anatómica, mas também características bioquímicas diferentes e uma organização celular diferente. Sendo assim, a passagem de informação dentro do próprio cérebro, encontra barreiras que dificultam a harmonia entre a razão, emoção e ação.
 
 
2. Sono e Sonho:

Já deve ter visto alguém a dormir e, mesmo com as pálpebras fechadas, a movimentar os olhos. Isto faz parte de uma fase do nosso sono: o sono R.E.M. (Rapid Eye Movement: Movimento rápido dos olhos). É nesta fase que acontece a maioria dos nossos sonhos e a nossa atividade cerebral é semelhante, á que acontece quando estamos acordados ou é ainda mais intensa. Os nossos batimentos cardíacos e a respiração aceleram, assim como a nossa pressão arterial, diferente de outras fases do sono em que se dá um relaxamento da nossa fisiologia. Os sonhos reciclam as nossas experiências para que possamos viver da melhor forma o presente, arquivando o passado e planeando de forma inteligente o nosso futuro. Esta reciclagem, ou processamento das informações, pode ser comparado com o trabalho de nosso sistema digestivo: ingerimos os alimentos, há separação das vitaminas, açúcares, proteínas e gordura, para a nutrição do nosso corpo e o que não usamos é excretado. Mas o sistema digestivo tem uma vantagem em relação ao cérebro: se comemos algo muito pesado ou que não “cai bem” vomitamos expulsando o que fez mal. Quando vivemos situações pesadas ou que excedem as nossas capacidades de lidar com a realidade, o cérebro tenta reciclar o que puder. O que não conseguir reciclar continua a ativar o corpo como se a vivência passada ainda fosse presente. A movimentação dos olhos enquanto sonhamos, é o reflexo da atividade de processamento que flui entre as diferentes regiões do cérebro.
 
3. Trauma ou “ferida cerebral”:

O trauma ocorre quando não conseguimos reciclar uma experiência. A comunicação entre as regiões cerebrais, ainda não são suficientes para elaborarmos o que vivemos, mesmo com o trabalho dos sonhos e todo o sistema cerebral de adaptação e processamento. Em geral, os traumas são causados por violência, abuso, a perda de um filho, situações não tão graves, mas que ocorrem quando não estamos preparados, fragilizados, impotentes, quando somos surpreendidos ou situações que se repetem demasiado. Os traumas trazem-nos sofrimento e/ou desperdício de energia. Eles estão na raiz do sofrimento psíquico, das doenças psicossomáticas (fisícas), de um grande número de patologias mentais e dificuldades de desenvolvimento. Independente do nome que dermos ao sofrimento e ás dificuldades de desenvolvimento, só o ser humano traumatizado pode dizer o que se passa, e às vezes, ele próprio, não encontra palavras para descrever o que está a acontecer.
 
Nem sempre associamos o próprio sofrimento a um trauma. Mas independente da consciência, as “feridas cerebrais” pulsam revivendo o passado através de imagens, lembranças, pensamentos, sons, cheiros, gostos, sensações corporais, sentimentos e/ou ações. O pulsar das “feridas cerebrais” é também uma tentativa desesperada do cérebro de processar as nossas experiências, por isso repete, repete, repete e repete gerando os sintomas. Podemos dizer que os sintomas tem tanto “o veneno quanto o remédio”. Estas feridas cerebrais estão principalmente no nosso cérebro emocional, regiões nas quais os pensamentos e a comunicação verbal tem pouco ou nenhum acesso. Por isso acabamos por dizer frases como: “Eu não sei porque faço isso ! eu não queria fazer !” “Eu sei que não devia de me sentir mal, mas não consigo sentir-me bem!” “Eu sei que isso tudo é passado, mas eu não consigo esquecer!!” “Na teoria eu sei, mas no momento de fazer…” “Não adianta desabafar, parece que as coisas só pioram… eu não tenho saída.” “Não adianta tentar ajudar-me, eu só me sinto pior…”
 

Agora passo a explicar como o EMDR funciona:

O EMDR aumenta a troca de energia entre os “diferentes "cérebros” e entre os seus hemisférios, destravando-os. No EMDR, as barreiras encontradas devido ás divisões e diferenças cerebrais, perdem a força pois há um fluxo mais rápido e intenso no nosso sistema de adaptação, de informação e de processamento, um instinto de cura. Assim o passado perde a sua carga negativa, tornando-se apenas uma lembrança, e a energia negativa é transformada, para vivermos o presente e o futuro com mais conhecimento, habilidade, prazer e saúde!


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