quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Sila Tarot: Wicca - Continuação 2


 

Magia dos elementos

ÁGUA - A energia da água pode estimular a intuição e ajudar a expressar os sentimentos com mais facilidade. Atua também em questões práticas , como adquirir jogo de cintura em situações complicadas. Ter a popularidade e vencer a timidez.

TERRA - Este elemento está ligado à conquista materias, à saúde e ao trabalho. Sua influência é ideal para quem busca segurança e determinação para começar um projeto novo ou procurar emprego.

FOGO - Se você está meio desanimada a vibração do elemento fogo, certamente lhe proporcionará mais entusiasmo e otismismo, para pôr em prática seus objetivos, aumenta também a criatividade e bom humor.

AR - O elemento ar pode ser requisitado para desenvolver a inteligência, o lado racional, a memória e a capacidade de comunicação verbal e corporal.

 
 
RITUAIS


Elemento Água

Realize este ritual na lua crescente ou nova. Coloque 3 cristais (Quartzo Rosa, Quartzo Verde e Quartzo Branco) em uma jarra com um litro de água. Deixe repousar por três dias. No quarto dia retire os cristais e distribua a água em quatro copos. Beba o primeiro em jejum.


Elemento Terra

Para alcançar uma graça, realize esse ritual na lua minguante. Escreva a lápis na casca de ovo tudo o que você deseja eliminar da sua vida. Enterre-a num jardim qualquer e logo notará os resultados.


Elemento Fogo

Não realize este ritual na lua minguante. Com um algodão, passe óleo em uma vela vermelha. Pode ser óleo de bebe de amêndoas ou ainda óleo aromático. Acenda a vela e concentre-se na chama energizante e purificadora, pensando no seu pedido. Deixe a vela queimar até o fim, certificando-se de que está em lugar seguro para evitar acidentes.


Elemento Ar

Pode ser feito em qualquer fase lunar. Muito indicado para vésperas de exames. O simples facto de acender um incenso, aprimora as suas qualidades relacionadas ao ar dentro de si. Então queime um (de preferência, relacionado ao seu signo) e energize o seu ambiente de trabalho ou aquele canto de sua casa onde costuma estudar.

 

Aumentando a sua visão

O olho humano normal é capaz de detetar a luz de um palito de fósforo numa noite escura a uma distância de quinze milhas. É capaz de detectar a luz de uma vela a uma distância de 30 milhas. Quando uma pessoa, que não sofra de cegueira nocturna, passa num local brilhante iluminado para outro obscuro, os seus olhos podem tornar-se até duas mil vezes mais sensível a luz. O olho é a base mais importante dentre todos os sentidos do homem, e um dos mais extraordinários órgãos do corpo humano.
 
 
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No entanto muitas pessoas têm dificuldades visuais. Possivelmente a metade da população jovem não vê bem sem lentes corretivas, sendo que com a idade esta número aumenta. A maioria das pessoas mais velhas sofre do que se chama "visão de meia idade",ou presbiopia, que é causada pela atrofia do músculoo ciliar no olho e por um gradual endurecimento da lente cristalina que é usada para focalizar.

Há algo de estranho nisso, porque todos os órgãos do corpo humano parecem ser capazes de auto-regeneração, especialmente nas pessoas jovens. Como dizem os médicos, medicus curat, natura sanat: o médico trata, a natureza cura. Somente o olho é a exceção a esse privilégio, e somente o olho deve em todos os casos, se ajustar ao que um profissional do ramo chamou de "aquelas valiosas muletas" - os óculos.

Isso soa estranho a um oculista, que esta acostumado a questionar teorias ortodoxas sobre isto e aquilo, mas isso também soou estranho para pelo menos um oculista - o ocultista nova-iorquino chamado Willian Horatio Bates.

O Dr. Bates acredita, que os ósculos externos podem estar puxando o olho fora de forma em uma pessoa com problemas visuais e que, se essa situação for corrigida, a pessoa será capaz de enxergar normalmente sem o uso de lentes corretivas. Se isto for verdade, significa o fim de uma grande e poderosa indústria. E sendo esse o caso, não é de surpreender que as teorias de Bates encontraram pouco eco entre os fabricantes de óculos.

Uma intensa campanha de propaganda foi iniciada para convencer as pessoas de que elas precisavam continuar comprando óculos para sempre. Foi mostrado que algumas das teorias de Bates eram completamente extravagantes, e sugeriu-se, com base nisso, que seus métodos não funcionariam.

Entretanto, o facto é que eles funcionam. Harris Gruman, especialista em olhos, que avaliou as teorias e os métodos de Bastes, escreveu que "apesar de suas hipóteses e teorias, (Bates) encontrou alguns métodos valiosos para socorrer a vista humana. O tempo tem provado do que eles são valiosos, e por isso o mundo deveria ser-lhe grato".

Lawrence Galton menciona uma mulher que tinha somente um décimo da visão o normal, e que poderia, portanto, ser considerada quase cega. Depois de poucos meses de tratamento visual ela passou num teste de direçãoo de veículos com 20/40 da visão. Em dois anos sua visão tornou-se completamente normal.

A base disso é bastante simples: a visão consiste de três processos: sentir, selecionar e perceber. Somente o primeiro deles - sentir - tem a ver com os olhos. Selecionar e perceber acontecem inteiramente no cérebro.

"A origem de qualquer erro de refração", escreveu ele, "e simplesmente um pensamento - um pensamento errado - e seu desaparecimento é tão rápido quanto o pensamento espairece".

Existem várias maneiras de inverter esse processo. O Dr. Forbes Winslow cita um "oculista eminente" dizendo que "a luz é nociva aos olhos na proporção que os raios vermelhos e amarelos prevalecem". Ele produzem o que ele chama de "excitamento cerebral e visual" - tensão (stress) em linguagem moderna - "seguindo de debilidade de retina", Quebra-luzes que favorecem a calma, e cores calmantes, como azul, produzem menos tensão e melhor visão.

Outra técnica é a que Bates chama defixação cental. A média de distancia de leitura é quatorze polegadas. A melhor claridade é obtida dentro de um círculo de uma polegada e meia de diâmetro. Esta é parte da página impressa que produz uma imagem exatamente no centro da retina.

Desde que nesse circulo de uma polegada e meia que se pode ser melhor, é obtido que você deseja orientar seus olhos de modo que, para onde quer que deseje olhar, produza uma imagem naquela área. O seu cérebro tem que se esforçar mais para analisar imagens na borda da retina. Isso produz pressão, que causa um erro de acomodação, o qual produz mais pressão, e assim sucessivamente. Entretanto, quando olha, precisa de estar certo que está a olhar directamente para o que quer que seja que esteja olhando. Simples como é esse princípio, ele não ocorre em muitas pessoas que são treinadas em ópticas.

Para encorajar a fixação central, Bates recomenda exercício de mobilidade e oscilação. Da próxima vez que estiver a caminhar pela rua, olhe as pessoas do outro lado da mesma. Olhe directamente para a primeira pessoa, então permita que seus olhos passem calmamente de pessoa para pessoa. A cada vez, olhe directamente para o seu alvo.

Depois de ter tentado isso, tente mover seus olhos para a frente e para traz de modo que você tenha a ilusão de coisas "oscilado" de um lado para outro. Este é essencialmente um exercício de relaxamento. Evite olhar fixamente, conserve seus olhos nivelados enquanto você oscila, e permita-se pestanejar. Pestanejar não somente relaxa o olho, como ajuda a mantê-los limpos, e oscilando terá a idéiade olhar calmamente, sem pressão.

Apresentarei aqui somente mais um exercício de Bates. É aquele que é mais interessante para os ocultistas. Aquele que desejam trabalhar com o sistema mais completo de Bate, melhor farão se obterem um dos excelentes manuais que foram publicados. Especialmente recomendado é The Art of Seeing, de Aldous Huxley. Não o somente foi escrito por um dos grandes homens de letras da Inglaterra, como também é amplamente encontrado nas bibliotecas públicas. Quanto a não, eu recomendaria a palma para aqueles que tem visão até 20/20.

Como a oscilação, a palma é um exercício de relaxamento. Diferentemente da oscilação, é feito com os olhos fechados, usualmente depois de outro exercício ocular.

O que deve fazer é cobrir seus olhos fechados com as palmas das suas mãos. Os seus olhos devem estar relaxados e não deve haver tensão nas suas mãos e nem nos músculos de sua face. Não deve esfregar os olhos com as palmas das mãos. Permita somente que suas palmas toquem ligeiramente as pálpebras e, enquanto faz isso, visualize um mar de escuridão.

Bates diz que, a medida em que não veja a escuridão enquanto estiver fazendo esse exercício, está sofrendo de tensão mental e consequentemente pressão. "Quando se puder palmar perfeitamente", escreveu ele, "verá um campo tão negro que é impossível lembrar, imaginar, ou enxergar coisa mais negra, e quando for capaz disso, sua visão será normal". Aldous Huxley recomenda o exercício mental quando o método normal é impossível. Simplesmente feche os olhos e imagine que cobriu com as suas palmas. Certamente não é tão efectivo quanto usar as mãos, mas em todo caso extremamente benéfico.
 

 
Diário Mágico

Em nossa casa, assim como no nosso corpo e na nossa alma, precisamos sempre saber o que fazer e como fazer. Por isso a nossa primeira tarefa é de nos conhecermos a nós mesmos. Todo sistema inicial, de qualquer tipo, sempre impõe essa condição. Sem o auto-conhecimento não existe a escalada verdadeira.

Adopte um diário mágico e tome nota de todas as facetas negativas da sua alma. Esse diário deve ser do seu uso exclusivo e não deve ser mostrado e ninguém; é um assim chamado livro de controle, só seu. No autocontrole de seus defeitos, hábitos, paixões, impulsos e outros aspectos desagradáveis de carácter, deve ser rígido e duro consigo mesmo. Não seja condescendente consigo próprio, não tente embelezar nenhum de seus defeitos e deficências. Medite e reflita sobre si mesmo, desloque-se a diversas situações do passado para lembrar como se comportou aqui ou ali, quais os defeitos e deficiências que surgiram nessa ou naquela situação. Tome nota de todas as suas fraquezas, nas suas nuances e variações mais subtis. Quanto mais descobrir, tanto melhor. Nada deve permanecer oculto ou velado, quer sejam defeitos e fraqueza mais evidentes ou mais subtis. Aprendizes especialmente dotados conseguiram descobrir centenas de defeitos nos matizes mais tênues; dispunham de uma boa capacidade de meditação e de penetração profunda na própria alma. Lave a sua alma até que se purifique, dê uma varridela em todo o seu "lixo".

Essa auto-análise é um dos trabalhos mágicos prévios mais importantes. Muitos sistemas ocultos negligenciam-no, e por isso também têm pouco sucesso. Esse trabalho prévio na alma é a coisa mais importante para o equilíbrio mágico, pois sem ele não há possibilidade de uma escalada regular nessa evolução. Devemos dedicar alguns minutos de nosso tempo, na parte de manhã e também à noitinha, ao exercício de nossa auto-crítica. Dedique-lhe também alguns instantes livres de seu dia; use esse tempo para reflectir intensamente se ainda há alguns defeitos escondidos, e ao descobri-los coloque imediatamente no papel, para que nenhum deles fique esquecido. Sempre que se lembrar de algum defeito, "Não hesite, anote-o imediatamente!".

Caso não consiga descobrir todos os seus defeitos numa semana, prossiga por mais uma semana com essas pesquisas até que seu assim chamado "registro de pecados" esteja definitivamente esquematizado. Depois de conseguir isso numa ou duas semanas passe para o exercício seguinte. Através de uma reflexão precisa, tente atribuir cada um dos defeitos a um dos quatro elementos. Arranje uma rubrica, no seu diário, para cada um dos elementos, e anote abaixo dela os defeitos correspondentes. Coloque aqueles defeitos sobre os quais tiver alguma dúvida, sob a rubrica "indiferente". No decorrer do trabalho de desenvolvimento, terá condições de determinar o elemento correspondente a cada um dos defeitos.

Assim por exemplo, você atribuirá ao elemento fogo os seguintes defeitos: irritação, ódio,ciúmes,vingança, ira. Ao elemento ar atribuirá a leviandade, a fanfarronice, a super valorização do ego, a bisbilhotice, o esbanjamento; ao elemento água, a indiferença, o fleomatismo, a frieza de sentimentos, a transigência, a negligência, a timidez, a teimosia, a inconstência. Ao elemento terra atribuirá a susceptibilidade, a preguiça, a falta de consciência, a lentidão, a melancolia, a falta de regularidade.

Na semana, reflita sobre cada umas das rubricas e divida-a em três grupos. No primeiro grupo coloque os defeitos mais evidentes, que o influenciam com mais força, e que surgem já na primeira oportunidade, ou ao menor estímulo. No segundo grupo coloque aqueles defeitos que surgem mais raramente e com menos força. E no terceiro, na ultima coluna, coloque finalmente aqueles defeitos que chegam à expressão só de vez em quando e em menor escala. Isso deve ser feito desse modo também com todas as outras rubricas de elementos, inclusive com os defeitos indiferentes. Trabalhe sempre escrupulosamente, e verá que vale a pena!

É exactamente desse modo que devemos proceder com as características boas de nossa alma. Elas também deverá o ser classificadas sob as respectivas rubricas dos elementos; e não se esqueça das três colunas. Assim por exemplo, você atribuirá ao elemento fogo a atividade, o entusiasmo, a determinação, a ousadia, a coragem. Ao elemento ar atribuirá o esforço, a alegria, a agilidade, a bondade, o prazer, o optimismo, e ao elemento água: a sensatez, a sobriedade, a fervosidade, a compaixão, a serenidade, o perdão, a ternura. Finalmente, ao elemento terra: atribuirá a atenção, a perseverança, a escrupulosidade, a sistematização, a pontualidade, o sentido de responsabilidade.

Através desse trabalho, obterá dois espelhos astrais da alma, um negro com as características anímicas ruins, e um branco com os traços bons e nobres do seu carácter. Esse dois espelhos mágico devem ser considerados dois autênticos espelhos ocultos, e fora o proprietário, ninguém tem o direito de olhar para eles. Caso lhe ocorra, ao longo do seu trabalho de evolução, mais uma ou outra característica boa ou ruim, ele ainda poderá incluí-la sob a rubrica correspondente. Esses dois espelhos mágicos dá ao mago a possibilidade de reconhecer, com bastante precisão, qual dos elementos é o predominante em seu caso, no espelho branco ou negro. Esse reconhecimento é necessário para se alcançar o equilíbrio mágico.

Controlando o pensamento: Exercícios de Concentração

 

 
Visuais
 

Coloque alguns objectos à sua frente, por exemplo, um garfo, uma faca, uma cigarreira, um lápis, uma caixa de fósforos, e fixe o pensamento num deles, durante algum tempo. Memorize exatamente sua forma e sua cor. Depois feche os olhos e tente imaginar esse mesmo objecto tão plasticamente quanto ele é, na realidade. Caso ele lhe fuja do pensamento, tente chamá-lo de volta. No início só conseguirá lembrar-se dele por alguns segundos, mas com alguma perseverança e repetição constante, de um exercício a outro o objecto tornar-se-à cada vez mais nítido, e a fuga e o retorno do pensamento tornar-se-ão cada vez mais raros.

Não devemos assustar-nos com alguns fracassos iniciais, e se nos cansarmos, devemos passar ao objecto seguinte. No começo não se deve praticar o exercício por mais de dez minutos, mas depois deve-se aumentar a sua duração gradualmente até chegar a meia-hora.

Depois de superarmos esse etapa podemos prosseguir, tentando imaginar os objectos com os olhos abertos. Os objectos devem tornar-se visíveis diante de nossos olhos como se estivesse suspensos no ar, e tão plástico a ponto de parecerem palpáveis. Não devemos tomar conhecimento de nada que esteja em volta, além do objecto imaginado. Nesse caso também devemos controlar as perturbações com a ajuda do colar de contas. O exercício será bem sucedido quando conseguirmos fixar o nosso pensamento num objecto suspenso no ar, sem nenhuma interferência, por o mínimo de cinco minutos seguidos.
 

AUDITIVOS


Depois da capacidade de concentração visual, vem a capacidade auditiva. Nesse caso a força de auto-sugestão tem no início uma grande importância. Não se pode dizer diretamente: "Imagine o tic-tac- de um relógio" ou algo assim, pois sob conceito "imaginação" entende-se normalmente a representação de uma imagem, o que não pode ser dito para os exercícios de concentração auditiva. Colocando esse idéia de um modo mais claro, podemos dizer: "Imagine estar ouvindo o tic-tac de um relógio". Para fins elucidativos usaremos essa expressão; portanto, tente imaginar estar ouvindo o tic-tac de um relógio de parede. Inicialmente só conseguirá fazê-lo durante alguns segundos, mas com alguma persistência esse tempo irá melhorando gradualmente e as perturbaçõess diminuirão. Depois, deverá tentar ouvir o tic-tac de um relógio de bolso ou de pulso, e ainda, o badalar de sinos nas mais diversas modulações. Faça outras experiências de concentração auditiva, como toque de gongo, pancadas de martelo e batidas em madeiras; ruídos diversos, como arranhões, arrastamento dos pés, trovões, o barulho suave do vento a soprar e até o vento mais forte de um furacão, o murmúrio da água de um rio, e ainda, a música de instrumentos como o violino e o piano. Neste exercício o importante é concentrar-se só auditivamente e não permitir a interferência da imaginação plástica. Caso isso aconteça, a imagem deve ser imediatamente afastada; no badalar dos sinos, por exemplo, não deve aparecer a imagem dos sinos, e assim por diante. O exercício estará completo quando se conseguir fixar a imaginação auditiva por no mínimo cinco minutos.



SENSORIAIS
 

O exercício seguinte é a concentração na sensação. A sensação escolhida pode ser frio, calor, peso, leveza, fome, sede, e deve ser fixada na mente até se conseguir mantê-la, sem nenhuma imaginação auditiva ou visual, durante pelo menos cinco minutos. Quando formos capazes de escolher e de manter qualquer sensação, então poderemos passar ao exercício seguinte.
 

GUSTATIVOS
 

A última concentração o que nós sentimos é o paladar. Sem pensar numa comida ou bebida ou imaginá-la, devemos concentrar-nos no seu paladar. No início devemos escolher as sensações de paladar mais básicas, como o doce, o azedo, o amargo e o salgado. Quando tivermos conseguido firmá-las, poderem os passar ao paladar dos mais diversos temperos, conforme o gosto do aprendiz. Ao aprender a fixar qualquer um deles, segundo a vontade do aluno, por no mínimo cinco minutos, então o objectivo do exercício terá sido alcançado.

Constataremos que esta ou aquela concentração, será mais ou menos difícil, para um ou outro aprendiz, o que é um sinal de que a função cerebral do sentido em questão é deficiente, ou pelo menos pouco desenvolvida, ou atrofiada. A maioria dos sistemas de aprendizagem só leva em conta uma, duas, no máximo três funções. Os exercícios de concentração realizados com os cinco sentidos fortalecem o espírito e a força de vontade; com eles não aprendemos não só a controlar todos os sentidos e a desenvolvê-los, como também a dominá-los totalmente. Eles são de extrema importância para o desenvolvimento mágico, e por isso não devem ser desdenhados.
 
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