quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Sila Tarot: A impulsividade pode ser inimiga impiedosa do amor!

Há quem defenda que: Quem muito pensa, pouco ou nada faz. Esse ditado, quando mal interpretado, pode dar brechas para erros desastrosos. Portanto, antes de começar a agir impulsivamente, baseando-se somente em emoções enganadoras da inteligência, pare, respire fundo e reflita!

Sim! Pessoas que conseguem dar-se conta das suas próprias emoções, especialmente daquelas avassaladoras, que tomam conta da razão entorpecendo o seu discernimento, têm chances muito maiores de se darem bem no amor e na vida em geral.

Claro, que é necessário considerar que pensar demasiado não é bom, mas deve-se levar em conta, de que não pensar, pode ser uma armadilha extremamente perigosa. Sentimentos como raiva, ciúmes, inseguranças e medos são motivadores perfeitos para atitudes equivocadas.

Quando nos deixamos afogar em sentimentos que provocam o nosso ego e o nosso orgulho, ficamos inconscientes. Perdemos a capacidade de ver com clareza o que está de facto a acontecer. E o pior: temos tendência a julgar que estamos cheios de razões e certezas, que muito provavelmente não temos. Pelo menos não na medida em que achamos que temos.

Assim, tendemos a desconsiderar as razões do outro, a não ouvir o que ele está a dizer, a cometer injustiças e a tomar decisões, das quais nos arrependeremos depois, quando a consciência voltar e a inteligência então se sobressair.

Para não correr o risco de ser tarde demais para consertar os estragos que a sua impulsividade causou, o melhor é aprender a lidar com ela. No momento em que sentir o "sangue a subir, a ferver", lembre-se: é o momento certo para usar a sua perspicácia! Afinal, ninguém quer ser ignorante, muito menos consigo mesmo, correndo o risco de pôr a perder o que lhe é muito importante!
 

Perspicácia, neste caso, significa: não é o momento certo para agir. Não é o momento de falar, mas sim para ficar em silêncio. Nem para fazer escolhas nem tomar decisões. É necessário esperar, ficar em silêncio. O ideal, se possível, é respirar profunda e atentamente. Relaxar os músculos, aliviar as tensões dos ombros e do maxilar. Caminhar também é providencial...

Depois, de preferência, e apenas no dia seguinte, procure observar o todo, rever os seus conceitos de forma mais equilibrada e justa. Escreva numa folha de papel, se achar que isso pode esclarecer melhor o que se está a passar. Pergunte, converse, ouça, ouça e ouça. Se sentir que precisa de mais tempo, peça. Senão, fale, exponha os seus sentimentos e pensamentos, conte as suas decisões, tome as suas atitudes.

Por fim, exercite a sua sabedoria e avise: caso chegue à conclusão de que estava errado, admita e peça desculpas. Assim, muito mais dono de si e de sua vida, estará a aumentar consideravelmente as suas hipóteses de acertar e não só de ser, mas também de fazer as pessoas ao seu redor muito mais felizes!

 
 
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