domingo, 12 de abril de 2015

Sila Tarot: Códigos de Ética!

As pessoas precisam cada vez mais de confiança nas suas relações. Especificamente na relação entre a Taróloga e a consulente, onde a entrega das suas emoções, anseios e dúvidas se faz de forma tão plena. Num mundo marcado pela busca de mais valias, onde em todas as atividades humanas existem aqueles que usam de má fé, na crença alheia, pensando apenas nos seus interesses pessoais. Neste contexto, as relações éticas ganham significativa relevância. Assim, definir quais são os objetivos de um intérprete oracular, e sobretudo mostrar como fazer para alcançar um alto nível moral e técnico são tarefas valiosas. Não são apenas os fins que interessam, mas os meios para os alcançar.

Os valores

* A humanidade: o respeito ao ser humano, expresso nas suas necessidades e anseios.

* A Ética e o respeito - na busca de meios cada vez mais transparentes.


* A Objetividade: A solução racional e eficaz dos problemas e das suas questões envolvidas.

Código de Ética do intérprete oracular

1. Usar o oráculo, de acordo com seu propósito milenar maior: ser um poderoso instrumento para ajudar o semelhante que busca a sua ajuda, na compreensão dos fatos baseados na Lei da Ação-Reação. O que o consulente vive hoje é o resultado de decisões e ações. O que ele decidir hoje trará resultados futuros.

2. Falar sempre e somente a Verdade: não ocultar o que foi mostrado pelo oráculo, mas usando o bom senso, transmitir a mensagem sob a perspectiva das crenças positivas diante dos desafios. O oráculo é um instrumento para expandir a percepção de uma situação e nunca para limitar a ação do consulente.

3. Manter a fé e a esperança no coração do seu consulente, fazendo-o perceber as possibilidades e alternativas, diante dos desafios..

4. Ter sempre em mente o respeito por todas as crenças e religiões, porque todos os caminhos levam ao mesmo Deus.

5. Aceder ao oráculo apenas nos momentos de consultas ou como instrumento de estudo sério, nunca para exibições ou diversões.


6. Compreender que uma consulta não possui tempo de atendimento pré-determinado. Enquanto existir alguma dúvida no consulente, este deve ser orientado. Entretanto focar a consulta nas questões pessoais, necessárias e relevantes no processo de vida do consulente. Quando terminam as dúvidas e começam as curiosidades é o momento de encerrar a consulta.

7. Responder a questões sobre a vida do consulente. O oráculo não deve ser usado como meio de invasão da privacidade de pessoas alheias á consulta.

8. Mostrar ao consulente os caminhos indicados pelo oráculo, mas permitir que ele faça a sua própria escolha, seguindo o seu coração e a sua razão.

9. Manter sob sigilo nomes e a vida pessoal dos consulentes. O interprete oracular que trai a confiança depositada afasta de si os seus mentores espirituais, nomeadamente o Guardião Mensageiro do oráculo.

10. Usar inicialmente uma abertura oracular holística, percebendo o contexto de vida do consulente e ainda sem a influência de fatores e questões apresentados pelo mesmo. Após esta análise e compreensão isenta de "dados fornecidos", iniciar com a respostas direcionadas pelo consulente.

 

11. Ter a humildade de agradecer os dons divinos, conscientes de que somos apenas instrumento. Sejamos então, um instrumento de paz.

12. Compreender que não se cobra pela consulta em si, a qual é um Dom e não possui preço. A cobrança visa resgatar o tempo dedicado a atender o consulente, em horário do seu interesse, bem como na constante capacitação técnica, que se traduz na aquisição de bons livros, cursos, baralhos de ótima qualidade, pesquisa, assim como no custo dos recursos materiais.

P.S.


Qualquer serviço é remunerado. Deve desconfiar da sua qualidade ou honestidade, quando lhe propuserem um serviço gratuito.



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