sábado, 26 de março de 2016

Sila Tarot: 10 Problemas que Tem, Mas que Poderia Muito Bem Evitar!

Um homem ao ir ao médico, reclama que quando bate no seu joelho, dói. Então, pega num objeto e passa a bater na sua própria perna, demonstrando quando a dor aparecia. O médico, um pouco abismado, pergunta:“Não passou pela sua cabeça que se parar de fazer isso, talvez pare de doer?” “Bem…”, o paciente pensou por um tempo e disse: “Mas qual o propósito de eu vir a esta consulta, então?”

Muitas vezes, tentamos resolver problemas que nem sequer existem, e que talvez nunca existam. Levantamos hipóteses, pensamos naquilo que poderia acontecer e procuramos soluções totalmente inúteis, enquanto desesperamos.

Abaixo, listo 10 problemas que na verdade não existem, mas a maioria das pessoas tem.

1. O que os outros pensam ou podem pensar sobre mim?

Enquanto está preocupado com o que os outros pensam de si, está possuído por eles. Os outros possuem-no. Somente quando não necessita de aprovação fora de si mesmo, se poderá possuir a si mesmo e ter total poder e controlo sobre a sua vida.

Não deixe de fazer algo, a pensar no que outros vão pensar, nem levante questões do quê, ou como, as pessoas estão a pensar sobre si, qual será o julgamento ou críticas que terão sobre si. Isso irá limitá-la, bloqueá-la, retira-lhe o poder sobre a sua vida e o seu equilíbrio. De que adianta sabê-lo ou procurar sabê-lo, ou ainda levar isso em conta, como uma forma limitante, para perder o controlo, decisões e poder sobre a sua própria vida. Não se esqueça que estamos todos de passagem. Para quê perder tempo com coisas inúteis, que não somam nada á sua vida? Opiniões alheias nunca poderá controlar.

Tenha uma boa imagem de si própria, aja de acordo com a sua consciência, limites e princípios e busque melhorar para si.

2. Os outros aceitam-me ou irão aceitar-me bem?

Se agir de uma forma distante do seu normal, forçar ou fingir ser quem não é, provavelmente não.

Tente integrar-se em ambientes onde se sinta bem, não em locais onde as pessoas querem mudá-la. Eventualmente, encontrará amigos e locais para ir, nos quais não sentirá sequer necessidade de fingir ser outra pessoa.


3. As pessoas que estão perto de mim, não são como achei que fossem

Bem, elas nunca serão. Com a convivência descobrirá coisas diferentes sobre elas, e isto não deve ser um problema. Afinal, também irá apresentar mudanças, isso é um processo natural.

No caso de uma mudança drástica e negativa, é mais maduro entender que as pessoas mudam, quando elas nos veem como um exemplo de mudança, sobre o que elas pensam e agem, para assim, agir e pensar de forma diferente.

4. Eu não consigo entender porque aquela pessoa fez aquilo

Não vai entender, porque não tem acesso ao profundo da mente de ninguém, não há como saber os motivos que a levaram a ter tal atitude, nem a conhecer totalmente a sua vida pessoal, as suas crenças, e o seu modo de ser e pensar.

Muitas vezes, nem a própria pessoa se consegue entender.

5. Eu sou o tipo de pessoa que deveria ser?

O processo de evolução humana ainda não terminou, e quanto mais ambiciosa for em relação a quem quer ser, maior vai ser discrepância entre o tipo de pessoa que acha ser.

Quanto mais inteligente for, mais sente que estupidez magoa, mas só percebe isso, porque já alcançou um determinado nível de sabedoria. Quanto maior for o seu conhecimento, maior será a sua consciência de que no fundo, não sabemos nada, e isso irá ferir a alma por alguns momentos, até que perceba que conhecermos a nossa pequenez, é subir um degrau do conhecimento.

6. O mundo é ruim

“Não sei se o mundo um dia poderá ser salvo; seria preciso uma reviravolta tremenda e quase impossível. Mas se não podemos salvar o mundo, que ao menos possamos saber o que ele é, qual é o nosso lugar nele. Pode encontrar milhares de salvadores do mundo. Quase tantos salvadores, como mortos. E, infelizmente, a maioria dos salvadores do mundo também já está morta. “Esqueceram-se, em algum lugar, de se salvar a si próprios” –Charles Bukowski

Provavelmente, as próximas gerações não serão capazes de crer que uma vez o homem determinou o seu valor baseando-se em bens materiais. A decomposição moral do mundo, muitas vezes motivada pela cultura ou religião, pelo ‘bem’ ou pelo ‘mal’, leva a visões extremistas e falta de aceitação de uma certa ordem ou curso das coisas, o que deveria ser natural na evolução de cada espécie, em cada estágio de desenvolvimento. O que era bom no passado não precisa necessariamente ser bom agora, e o que é bom para mim pode não ser bom para si. A quantidade do que é bom é sempre proporcional à quantidade do que é ruim, e a vida é muito mais fácil se basear menos a sua vida em visões extremistas e mais em factos.

7. Eu posso evitar problemas

Não consegue, porque os problemas, muitas vezes, são mais causados pelo seu cérebro do que pelo mundo exterior. Afinal, não pode escapar de si própria. Não importa quão rico ou pobre é, o número de problemas na sua vida será sempre proporcional ao número de benefícios, por isto, é muito mais importante o sentido que dá à sua vida.


8. Os outros irritam-me

Não são os outros, mas a forma como pensa que eles deveriam ser. Não são os outros os responsáveis pelas suas reacções emocionais, porque é o seu julgamento sobre as ações delas que vai gerar certas experiências emocionais.

9. A minha vida não corresponde às minhas expectativas

Desculpe, mas reclamar não irá ajudar. Muitas vezes colocamos-nos em situações de conformismo, e não direccionamos a nossa vida para outro caminho, mesmo querendo fazê-lo.

Culpar o governo, o país, família ou os seus amigos, é apenas uma forma de escape, no fundo, a sua vida está nas suas mãos.

“Duas coisas, sobretudo, impedem que o homem saiba ao certo o que deve fazer: uma é a vergonha, que cega a inteligência e arrefece a coragem; a outra é o medo, que indicando o perigo, obriga a preferir a inércia a acção.” Erasmo de Rotterdam


10. Por que isto só acontece comigo?

Se segue a doutrina Budista, tudo é determinado por quem foi em vidas passadas, e isto é o Karma. Se é católica? É o que Deus quis para si. De maneira intelectual? Porque isso é o efeito de uma certa causa. Lide com as coisas que pode controlar e deixe o resto para Buda/Deus/Karma/destino, se quiser.

A verdade é que muitas coisas estão, de facto, além do nosso controlo, no entanto, temos tantas outras coisas nas nossas mãos, que perde o sentido focarmos-nos só naquelas em que nada podemos fazer.

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