domingo, 11 de setembro de 2016

Sila Tarot: Quando a Amizade se Torna Num Grande Amor!


Melhor do que ter apenas um grande amigo, é ter um namorado que seja também um grande amigo. Certamente isso seria o ideal, para qualquer pessoa que deseja relacionar-se e encontrar companheirismo, admiração e confiança.

Afinal de contas, casais competitivos, que discutem, competem e que se reflectem mais como inimigos do que como parceiros – por mais estranho que possa parecer – é o que vemos mais frequentemente, ainda que isso aconteça sem que muitas vezes, o próprio casal se aperceba.

Mas de facto, o que poderia ser um verdadeiro presente, pode-se tornar de repente, num grande constrangimento. Apaixonar-se por um amigo(a) é sempre motivo para uma angustiante reflexão: E se além de não ser correspondido, eu ainda acabar por perder o amigo?!?

Reflexão importante. Questão real. A possibilidade existe. Entretanto, existe na mesma proporção para o lado positivo. Ou seja, da mesma forma que pode descobrir que não, também pode descobrir que sim. O amigo pode ser realmente um excelente candidato à vaga de amante.

Portanto, melhor do que consumir-se com pensamentos fantasiosos e medos infundados, é tentar averiguar e apurar este novo sentimento que se inicia: Ir com tacto, e com calma, e acima de tudo com sinceridade.

Se uma amizade está naturalmente baseada na sinceridade, na transparência e no respeito mútuo, espera-se que haja acolhimento de qualquer sentimento, ainda que não seja correspondido.

Para que isso aconteça, em primeiro lugar precisa de considerar o sim e o não. Se sim, óptimo! Se não, recolha-se e preserve o que já existia de bom.



Fácil? Não! Mas inteligente e possível. O outro pode perfeitamente não se interessar por si, ainda que a adore como amiga. Por isso, conservar a amizade é fazer um bem enorme a si próprio, ainda que precise de algum tempo, para assimilar a impossibilidade de transformar esta relação em outro parâmetro, e que apazigue os seus desejos mais íntimos.

O que no entanto, acontece muitas vezes, é o retraimento de um dos dois ou dos dois. Por medo de não ser correspondido, o apaixonado afasta-se sem explicar os seus motivos. O outro, por sua vez, não sabe como agir e vai-se afastando da amizade.

Ou ainda uma outra possibilidade: Quando o amigo percebe que o outro está a ficar apaixonado, não sabe como agir, não consegue ser sincero e expressar o seu não, e assim, prefere afastar-se, deixando o outro sem saber o que fazer... sentindo-se péssimo e com a sensação de além de ter estragado a amizade, ter recebido um não silencioso...o que não é, definitivamente, uma atitude amigável.

Quando os sentimentos são correspondidos, é muito provável que tudo se vá desenrolando tranquilamente. O desconforto acontece quando um ou o outro não expõe o que verdadeiramente sente e acaba por tumultuar o relacionamento.

A minha sugestão, seja qual for a circunstância, seja lá o que for que já tenha ou não acontecido entre dois amigos, é uma clara, objectiva e sincera conversa. Expor os sentimentos e as percepções e falar dos desejos de cada um, é a melhor maneira de resolver uma situação que está pendente, acabar com os fantasmas que assombram a amizade desnecessariamente, e ainda construir uma intimidade maior do que a que havia antes.

Enfim, uma amizade poderá tornar-se um grande amor e uma experiência fantástica na vida de duas pessoas. Mas se o amor nascer apenas num coração, ainda assim, pode-se descobrir uma oportunidade preciosa de compartilhar a alma com um amigo para qualquer ocasião. Exprimir o que sente pode transformar uma simples amizade, numa amizade sincera e profunda, onde se pode partilhar tudo o que sentimos....tornando-se numa fantástica experiência de partilha...

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