sábado, 3 de setembro de 2016

Sila Tarot: Segredos para Elevar a Sua Auto-Estima!

A Auto-estima é a opinião que cada um forma a respeito de si próprio. Para a Psicologia, significa a forma com que fazemos as nossas auto-avaliações subjectivas, no que diz respeito a nós próprios, podendo as mesmas, ser positivas ou negativas. Esta opinião é formada a partir de crenças e emoções assimiladas pela nossa personalidade ao longo da sua formação.

A Auto-imagem que formamos ao longo da vida, através do nosso desenvolvimento cognitivo, tornou-nos naquilo que somos hoje. É através da lente imaginária da nossa concepção do mundo, que nos vemos a nós próprios e aos outros. Dependendo da maneira como construímos a matriz dessa lente interna, é que nos enxergaremos a nós e aos outros.

Pode-se gerar diferentes graus de auto-estima, dependendo do nosso estado de ânimo, face ás situações e adversidades da vida. Em alta medida, esse sentimento gera no nosso campo energético vital, uma energia tão poderosa, que é capaz de curar doenças e restabelecer a saúde do corpo e da mente, curando a depressão e aliviando o stress provocado pela vida conturbada das grandes cidades.

A auto-confiança e o amor próprio, sinónimos de auto-estima, são sem dúvida, as melhores forma de nos relacionarmos com as energias construtivas do universo. Elevar o nosso conceito pessoal ao nível de auto-aceitação e auto-confiança é o factor primordial para sermos felizes e realizados.

Por outro lado, a baixa auto-estima gerada pelas nossas atitudes negativas, torna-se numa força sombria, auto-destrutiva e capaz de minar paulatinamente a nossa saúde e vitalidade.

Tais sentimentos são alimentados a partir de factores diversos, produzidos pela incorporação de falsos valores, tais como: críticas, sentimento de culpa ou remorsos, carências, rejeição, abandono, vergonha, medos, angústias, timidez, frustração, insegurança, humilhação, raiva, perdas materiais ou afectivas e principalmente pela "autocrítica" construída pelos nossos padrões errados de pensamento. Tudo isto se deve a influências externas construídas ao longo de anos de exposição, a uma psicose negativista construída pelo meio cultural em que vivemos. E isso só pode ser combatido mediante uma mudança de atitude radical, que gere uma auto-confiança eficaz, capaz de produzir um bem-estar duradouro e que eleve a auto-estima.


A elevação da auto-confiança faz-se mediante a prática de sentimentos e emoções positivas, tais como: manter-se em forma, cuidar da aparência, cultivar sentimentos de gratidão, agradecer ao universo a maravilhosa oportunidade de estar vivo, fazer o bem, manter um diálogo interno buscando mais auto-conhecimento, amar e acreditar no amor, procurar fazer sempre que possível, algo que o deixe alegre e feliz. Podem ser coisas simples como cantar uma canção alegre, ler um bom livro, dançar, caminhar ao ar livre, ver um vídeo engraçado, fazer um passeio. Como resultado dessas mudanças de atitude, passará a recuperar a auto-estima, adquirindo mais confiança em si próprio. Num primeiro momento, isso gera um sentimento de paz interior. Gradualmente, o amor próprio aumenta e passa a sentir-se bem, mesmo diante de situação adversas. O resultado final é uma sensação de segurança e bem-estar que nutre a auto-confiança e que nos transforma completamente.

A auto-estima na sua forma mais positiva e construtiva, consiste em adquirirmos a consciência do nosso infinito valor, adquirindo auto-confiança. Praticada desse modo, pode intensificar o nosso potencial interior e transformar a nossa experiência de vida numa fonte de alegria, saúde e jovialidade, curando as nossas enfermidades, anulando os sofrimentos e as dores do corpo e da alma e equilibrando os nossos relacionamentos.

A auto-confiança influencia todos os sectores da nossa vida, pois é a soma de tudo aquilo que acreditamos que somos ou o que podemos ser.

É necessário muito discernimento quando se planeia uma elevação segura da auto-estima já que ela se pode manifestar num patamar elevado e ser destrutiva, ou estar num patamar de baixa representatividade e ser boa. Um exemplo aparentemente inferior, mas que gera bons resultados é a humildade, enquanto que o egoísmo exagerado, a prepotência, o narcisismo são algumas formas de auto-confiança exagerada, que produzem efeitos nocivos.

Ter auto-estima é ter autoconfiança, ser feliz, ter respeito por si próprio, ter um ego forte sendo ao mesmo tempo humilde. É sentir-se grande e importante, reconhecendo ao mesmo tempo, a grandeza e a importância dos outros, já que ninguém é uma ilha e todos vivemos numa interdependência contínua. Ame-se a si mesmo e aos outros. O amor incondicional tornado hábito, gera o despertar espiritual e a ampliação da nossa consciência, produzindo desprendimento, crescimento, evolução e atracção de situações e acontecimentos favoráveis, que se manifestarão sob a forma de incontáveis bênçãos na nossa vida. A pessoa que realmente se ama, gosta de ver os outros felizes e isso produz uma indescritível sensação de bem-estar. E o bem-estar é a base sob a qual, se estabelecem as energias mais poderosas e benéficas do Universo.

Quem está com a auto-estima baixa, está constantemente a reclamar da vida e dos outros. Quase sempre aponta os outros como responsáveis pelo seu estado de espírito negativo. Mas quem aprende a reconhecer a veracidade da Lei da Atracção, supera essas atitudes erradas, que só fazem fazer perpetuar os estados negativos.


O aprendiz pensador que reconhece a sua grandeza e a magnitude da sua força interior, passa imediatamente a reconhecer as causas dos seus problemas actuais, como sendo resíduos de pensamentos e atitudes da sua experiência de vidas passadas. Se persistir nessa fenda de auto-conhecimento, passará a desmistificar a sua personalidade negativa, substituindo todos os factores indesejados por outros, de natureza benéfica. Esse é o caminho que desejo apresentar na minha humilde proposta de auto-conhecimento.

O segredo básico para elevar a auto-estima, no meu modo de ver, consiste inicialmente num esforço para suprir os vícios e paixões negativas, substituindo-os por virtudes e acções que estejam em harmonia com as grandes Leis Universais. Cultivar o bom, o belo e o justo, consiste em edificar uma escada invisível, que o elevará gradualmente para a auto-valorização, para o crescimento pessoal e para a realização de todos os propósitos grandiosos que almejamos.

Acredite em si próprio e na superioridade das coisas boas e positivas, mesmo que as aparências pareçam demonstrar o contrário. Um dia distante de onde se encontra agora, perceberá que as aparências que a vida nos apresenta, representam apenas o início do fio de uma imensa teia de relacionamentos, que o Universo constrói com mestria e perfeição. Nesse dia, com a auto-estima elevada e a sensibilidade no topo, verá uma harmonia absoluta que emerge do caos aparente. Compreenderá que nada escapa à Lei e que existe sim; "Justiça e Equilíbrio", em todas as coisas deste imenso universo. 


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2 comentários:

  1. Sim gostei muito, é bom ler estas coisas, sinto com toda a minha modéstia que tenho muitas destas características, contudo algo me banaliza e me faz por vezes contrariar tudo isto, sei e não sei porque será, as respostas estarão na minha "revolta" ou sonho ou percepção de ver os outros com o meu olhar apenas. Sinto ainda que tenho algo a aprender, sobretudo a ser feliz era isso que mais queria e, ainda mais e sobretudo fazer também feliz quem está minha volta, ao ajudar os outros estarei a ajudar-me a mim mesmo, mas algo me falta, será talvez amor-próprio auto-estima, não sei é isso que tento descobrir
    Mas acho que as pessoas são perversas, más em certo sentido e usam uma máscara, sinto que não tenho ódio a ninguém e embora por vezes seja violento nas palavras, não o sou na prática, depois fico a pensar que talvez pudesse ter agido de outra maneira, excessivas desculpas acho que me prejudicam até culpabilidade exagerada e depois existe o aproveitamento penso, não por querer as pessoas à minha maneira, mas não perceber a sua compreensão e a comunicação elo fundamental; será esta talvez a minha revolta do sonho de suscitar apenas boas palavras, boa disposição e um sorriso socializador, nessa mesma participação recíproca e diversificada, claro, compreensão e comunicação.
    Sinto no entanto que a minha postura é bem aceite em muitas alturas e fico satisfeito, apenas pela questão do equilíbrio com as pessoas e com o bio-fisico-psico social, em completa harmonia com o meio envolvente, que é o maior e mais gentil desejo para mim e para os outros, chegar lá é dificil, mas acredito que não morrerei sem o conseguir.
    Ser chato para mim não é o mesmo que aborrecido e é, o que me sinto aborrecido, porque chato é colocar pelo meio uns atalhos e uns truques, que levam a cativar no diálogo as pessoas e apenas sorrir e conversar. Ser aborrecido temo que seja um pouco longo na questão de afectação a mim e aos outros, ser chato é mais restrito, pode chamar a atenção e no limite perceber até que ponto chego e contar uma anedota de repente para deixar de ser aborrecido. Mas pronto foi ler isto, obrigado e bem-haja. Cordialmente José Casimiro

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    1. Boa Tarde José Casimiro! Muito Obrigado pelo seu comentário! Ao ler, sugere-me algumas questões essenciais, ás quais sinto que devo responder e focar, sendo sincera e directa como sempre sou. Todos nós temos o direito de nos zangarmos, e de dizermos o que pensamos, isso faz de nós humanos (não podemos ser perfeitos...mas isso também nos torna únicos e especiais)contudo, teremos que ter em atenção, e julgo que se deve focar mais nisso, do que em sentimentos de culpa, no respeito com os demais, na tal linha invisivel que nos separa do outro. Aceitar-se mais como é, pode ser uma questão a ser valorizada e "trabalhada" (talvez reflicta a auto-estima, que necessita de ser estimulada, pois não aparenta ser excessivamente baixa.Comparando os dois conceitos, Talvez seja uma pessoa mais insegura, do que com baixa auto-estima.Também me revela um idealizmo excessivo e ser uma pessoa muito perfeccionista, que pode lidar mal, com os pontos menos fortes, tanto os seus, como de quem o rodeia...Talvez reflexo de uma educação rigida e opressiva...(para reflectir) Todos nós estamos sempre a aprender e a evoluir como seres humanos, mas não carregue um peso excessivo nos "ombros"... Afinal somos todos humanos :-) Bem Haja! Que Deus o abençoe, Sila

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