segunda-feira, 5 de junho de 2017

Sila Tarot: Todos os Segredos Sobre a Mediunidade!


O espaço está repleto de vibrações, nenhuma igual a outra...

A mediunidade é uma faculdade do espírito humano, que possibilita a intermediação entre os vivos (encarnados) e a alma dos mortos (desencarnados). Ela manifesta-se de múltiplas maneiras. A mediunidade intuitiva é inata no espírito de todos os seres encarnados. A potência dessa mediunidade varia de indivíduo para indivíduo, em conformidade, com o desenvolvimento que o ser vai obtendo, de encarnação em encarnação.

O médium é um elemento de ligação dos dois planos – o físico e o psíquico – sendo essa a razão de quase sempre se revelarem por seu intermédio os fenómenos psíquicos. Ao serviço do Racionalismo Cristão, médiuns e esteios nada devem temer; em primeiro lugar porque estão seguros dos seus conhecimentos e sabem como agir em defesa própria; em segundo lugar, porque têm a assistência dos espíritos do Astral Superior, aos quais se ligam por pensamentos elevados e pela disciplina por eles intuída.

Quanto mais sensível o indivíduo, maiores possibilidades tem de captar vibrações. Dessas vibrações, que são diferentes umas das outras, o espaço está repleto, podendo cada vibração captada produzir uma revelação ou fenômeno correspondente. As retinas dos olhos humanos podem captar vibrações da luz solar, mas não as da Luz Astral, a não ser quando intervém o médium com a sua sensibilidade através do fenômeno muito conhecido da clarividência.

O médium de incorporação pode, em determinadas condições psíquicas, desdobrar-se, e esse fenómeno, desde que praticado disciplinadamente, é de grande utilidade. Entende-se por desdobramento o afastamento do espírito e do seu corpo astral do corpo físico do médium, por alguns momentos, ficando a ele ligado por cordões fluídicos. O que se dá com todos nós durante o sono, ocorre com o médium quando acordado, em trabalhos de desdobramento.


Entre os fenómenos espíritas, produzidos pelos médiuns, de efeitos físicos, são as materializações, as levitações e os transportes de objectos sem contacto que mais impressionam a massa humana, alheia aos poderes espirituais. Alguns desses fenômenos são produzidos por espíritos “brincalhões” do astral inferior que, agindo invisivelmente, arremessam objectos e produzem ruídos, ou por indivíduos a eles aliados que fazem mau uso da faculdade mediúnica, para obter vantagens, geralmente pecuniárias.

Como os espíritos do astral inferior, não ignoram que todos os seres têm mediunidade intuitiva, dela se aproveitam para incutir no mental desses seres ideias absurdas e disparatadas. Daí a razão de andarem certos indivíduos com a mania de perseguição, de verem as coisas sempre pelo lado mau e de muitos se suporem vítimas de doenças diversas.

A mediunidade intuitiva está intimamente ligada à estrutura do embrionário órgão telepático, que é um reflexo da sensibilidade psíquica, cujo desenvolvimento se irá, a seu tempo, denunciando.

Consequentemente, a mediunidade intuitiva, a de incorporação e as funções rudimentares do incipiente órgão telepático perfazem, em acções coordenadas e complementares, a soma de três predicados espirituais, cujo desenvolvimento, quando sob rigoroso controle, oferece os mais perfeitos resultados na captação de pensamentos de espíritos desencarnados ou não.

Nas correntes formadas pelos espíritos do Astral Superior, os médiuns transmitem voluntariamente, de um modo geral, o que os espíritos lhes intuem; porém, não perdem o controle sobre si mesmos, deixam de proferir as inconveniências, caso intuídas, quando actuados por espíritos obcessores.


Em todas as camadas sociais há indivíduos que têm, sem saberem, além da mediunidade intuitiva, da qual todos os seres humanos são portadores, também a mediunidade de incorporação. Por se conservarem nessa ignorância, uns acabam praticando o suicídio, outros desaparecem em desastres, muitos superlotam os hospitais, as cadeias e penitenciárias, e grande parte desses indivíduos, com a faculdade menos desenvolvida, vive a provocar desordens, a perder-se no jogo, a deprimir-se no álcool e a arruinar-se na sensualidade desenfreada.

Os espíritos desencarnados que perambulam no astral inferior, rapidamente identificam os encarnados que têm a mediunidade de incorporação, ao notarem a facilidade com que eles recebem as suas intuições, o que não se dá com as demais pessoas. Com isso, a criatura dotada dessa faculdade será fatalmente vítima de tais espíritos, se não estiver esclarecida e preparada para repelir o seu contacto maléfico.

Contam-se aos milhões, no astral inferior, os espíritos alcoviteiros, intrigantes, desleais, facciosos e amantes de discussão que encontram, na mediunidade de incorporação dos encarnados, campo aberto para satisfazerem os desejos malignos que alimentam e saciarem as suas más paixões nos lares onde a disciplina preconizada pelo Racionalismo Cristão não é praticada.

É bom não se perder de vista que os afins se atraem, e cada um se revela de acordo com o seu modo de pensar. Quem gosta da maledicência, da intrujice, do mexerico produz pensamentos correspondentes e atrai, para junto de si, obsessores de igual gosto. Quando, porém, o autor de tais pensamentos é um médium de incorporação, a situação se torna muito mais grave, por ficar ele sujeito a receber constantes cargas dos afins encarnados que o incitam contra os seus desafetos e os inimigos dos próprios obsessores.

A mediunidade, como todas as faculdades espirituais, desenvolve-se progressivamente, de encarnação em encarnação. Desde o primeiro grau de evolução, nas camadas humanas mais atrasadas, nos ritos selvagens, na prática da magia, começam certos indivíduos a desenvolvê-la sem preparo psíquico, sem conhecimento dos riscos a que se expõem, pela inobservância da disciplina que deveria acompanhar tal desenvolvimento. Isso explica o facto de encontrar-se o mundo repleto de criaturas perturbadas e anormais, de paranóicos e desequilibrados, de obsedados e dementes.

Quem desenvolve a faculdade mediúnica fora da disciplina aconselhada pelo Racionalismo Cristão – é bom repetir – corre todos os riscos, inclusive o da loucura.

A faculdade mediúnica é das mais importantes, pela influência que exerce na existência de cada um. Procurar, pois, estudá-la para conhecê-la, através de sua complexidade e múltiplas manifestações, é dever que se impõe a todos os seres humanos que querem viver conscientemente e não vegetar.


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