segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Sila Tarot: Como Ter Melhores Relacionamentos?

Costumo dizer que estamos nesta vida, nascemos e estamos neste mundo, para aprendermos a arte de nos amarmos uns aos outros. Todos os problemas sobre a forma de nos relacionarmos, começam na forma como lidamos com o amor.

Se nos sentimos amados, aceites, queridos, compreendidos e se somos da mesma forma com o parceiro, qualquer relacionamento flui, seja ele familiar, afectivo, profissional. Buscamos amigos que se relacionem connosco de modo amoroso, buscamos uma trabalho em que sejamos reconhecidos, procuramos um parceiro (a) pelo qual nos sintamos amados. Mas a relação de amor primordial, é aquela que estabelecemos com os nossos pais. Se nos sentimos amados por eles e se aprendemos a demonstrar amor por eles, seremos mais capazes de ser amorosos com os outros e com o mundo.

Esta primeira aprendizagem de inter-relação marca a nossa vida, e se não nos tornamos conscientes do nosso modo de o fazer, podemos manter padrões e repetir comportamentos e carências.

Se não aprendermos a amar-nos a nós próprios, ficaremos á espera que as pessoas, façam isto por nós. Que nos amem, embora não tenhamos grande (ou nenhum) amor-próprio e auto-estima. Esperamos que nos tratem com respeito, carinho, aceitação, reconhecimento e começamos a esforçar-nos para conseguirmos que o façam. Tentaremos comunicar por palavras, atitudes, gestos que às vezes são o oposto do que queremos pedir. Se  o que pretendemos não vem através do outro, ficamos frustrados, a sentir-nos carentes, sofremos e culpamos o outro por não nos dar o que achamos que pedimos claramente. Existem assim, tantos relacionamentos desgastados, pessoas carentes e a sofrer por falta de amor.
Mas, como aprender?

Devemos aprender a relacionar-nos de modo diferente connosco próprios. Devemos mudar os padrões que temos vindo a repetir durante toda a vida.

Pierre Weil, educador e psicólogo francês, afirma: “A educação para uma arte de viver em Paz, começa pela harmonia, o equilíbrio interior entre o corpo, as emoções e a mente, entre a vida física, emocional e intelectual.”

Precisamos de aprender a lidar com as nossas carências, com as nossas emoções negativas, como a raiva, ciúmes, dependências emocionais, na tentativa de controlar e dominar o outro, precisamos de construir uma forma mais amorosa de nos relacionarmos connosco próprios.

Devemos aprender a ser o nosso melhor amigo e a tratar-nos, como trataríamos o nosso melhor amigo ou um filho que adoramos. É assim que devemos tratar-nos a nós próprios. Precisamos de aprender a aceitar as nossas imperfeições, erros, a dar-mo-nos colo, carinho, apoio, compreensão, precisamos de aprender a ouvir a nossa voz interior, a expressar-nos e a pedir o que precisamos. 


De nada adianta pedirmos algo a alguém, que não o possui. Esta aprendizagem só pode ser feita, quando decidirmos olhar para dentro, olhar para nós, perceber quais os comportamentos auto-destructivos que estamos a manter na nossa vida. Isto pode ser feito de várias formas: psicoterapia, meditação, contacto com aspectos espirituais, conversas com pessoas que nos conhecem bem e estão dispostas a mostrar-nos o que precisamos de mudar em nós próprios. O mais importante é querer mudar. É dispor-se a trilhar um novo caminho, ou a trilhar um caminho já conhecido, de modo diferente. Aprender a amar e a relacionarmos-nos é uma arte para ser praticada durante toda a vida. Seguir o caminho a aprender, a crescer e a amar.

Sejam Felizes!

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