sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Sila Tarot: 10 Dicas para Castigar os Filhos de Forma Correta e EDUCATIVA!


Hoje vou falar sobre um assunto bastante interessante: Castigar ou não os nossos filhos quando tiverem um mau comportamento? Tenho lido bastante sobre isso e a resposta é que podemos, sim, castigar como forma de EDUCAR. O objectivo deve ser ensinar limites e ajudar no desenvolvimento dos filhos e não simplesmente castigar. Disciplina é um factor determinante para qualquer educação!

Adorei uma frase que encontrei: “Educar não é uma tarefa simples. Requer trabalho e paciência por parte dos pais. Cabe-lhes a eles ensinarem as regras e os limites do convívio social, com calma e segurança.”

Os castigos para funcionarem positivamente como uma estratégia educativa devem ser rápidos, imediatos, verbalizados e aplicados sem raiva…E para nos auxiliar a aplicar o castigo da forma CORRETA e EDUCATIVA, listei as 10 principais dicas de acordo com as minhas buscas sobre este tema!

1) Explique os motivos do castigo

Os filhos precisam de entender o motivo do castigo e não acharem que estão a ser punidos por autoritarismo ou irritação dos adultos. Os filhos precisam de entender que o castigo é consequência de algo que eles próprios praticaram e que os pais não têm prazer em castigar. A criança precisa entender o que motivou a perda, para poder pensar numa estratégia para evitar que aquele mau comportamento seja repetido.

2) Preste atenção ás suas palavras

Fale sempre com objectivo e rigidez, olhando para a criança e fazendo com que entenda que está chateada com a tal atitude e não propriamente com ela. Portanto, lá vai uma dica: nunca diga “Como é feio”, e sim, “Que coisa feia fez”.

3) Não bater JAMAIS

As famosas “palmadinhas” não são bem-vindas na educação da criança. A agressão provoca raiva e medo. E é justamente o medo da agressão, que fará a criança não repetir a atitude errada e não porque ela compreendeu as razões da punição e apenas causará desrespeito mútuo e revolta. Se a criança não compreender o que é errado, repetirá o comportamento, sempre. Levando ou não, a palmadinha. E de nada adianta não repetir momentaneamente, apenas por medo, pois cedo ou tarde repetirá. Nada deve ser resolvido com agressões ou violência. Estará a ensinar-lhe que a violência é algo normal e natural, pelo que sempre que estiver zangada, (como os pais estão) poderá agir assim, agora e na vida adulta. Gerará adultos agressivos. Se não respeita a criança, cedo ou tarde, a criança deixará de a respeitar a si. Ensine antes que tudo deve partir da compreensão e diálogo e terá uma criança e adolescente equilibrados. 

4) O castigo deve ser imediato

A criança pequena deve ser repreendida logo de seguida ao mau comportamento. Mas tome cuidado com essa dica, pois o castigo não deve ser aplicado na presença de outras pessoas, uma vez que a existência de público o tornaria mais humilhante.



5) Não aplique o castigo num momento de raiva

Tenha sempre calma, não grite. As crianças acostumam-se com os gritos e isso já não as assustará. Da mesma forma, a criança, não deve considerar os gritos, como algo natural, pois repetirá o comportamento, como exemplo dos pais.

6) Seja firme

Cuidado para não se “desmanchar” com choros e chantagens depois da decisão tomada: não volte atrás, a criança poderá usar essa arma para se livrar sempre dos castigos.

7) Castigos justos

Não exceda os limites do que é razoável. Pense se realmente é necessário um castigo naquele momento, para que este não se torne algo banal e perca a credibilidade. O castigo deve ser ainda proporcional ao ato cometido e não ao estado de humor do adulto naquele momento.

8) Os castigos de longa duração de tempo não funcionam

É preferível deixar a criança sentada por 5, 8 ou 10 minutos do que por uma hora, pois logo após 10 a 20 minutos a criança, como ser lúdico que é, começa a distrair-se com os seus pés, as pernas, os cabelos e até se esquece que está de castigo.


9) Aplique o tempo correto no castigo

Recomenda-se calcular o tempo do castigo da seguinte forma: um minuto de castigo por cada ano de vida da criança ou adolescente. Ex: 5 anos (5 minutos). Não se esqueça que as noções de tempo do adulto são diferentes das percepções da criança. Para uma criança, 60 minutos podem ter a sensação de duração de 5 ou 6 horas. Em relação ao tempo, os adolescentes também possuem uma percepção temporal diferente da dos adultos: eles começam a distrair-se com os seus pensamentos e esquecem-se do castigo.

10) Cuidado com as ameaças

Jamais ameaçar e não cumprir, portanto cuidado com o que anunciar que será feito.

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