terça-feira, 24 de abril de 2012

Sila Tarot: ALMAS GÊMEAS, ALMAS COMPANHEIRAS!


As afinidades que nos unem a alguém levam-nos sempre a pensar o que fomos e vivemos em outras vidas. Mas o que a maioria de nós realmente deseja, é que o outro, o nosso amado ou amada, seja a nossa alma gêmea. Normalmente isso acontece, quando estamos apaixonados por alguém e naquele momento de paixão, esse é o maior desejo, pois temos a certeza de que encontrámos o grande amor das nossas vidas e que não conseguiremos amar mais ninguém da mesma forma, que amamos a pessoa que está ao nosso lado naquele momento, como se o único objectivo de estarmos aqui, fosse o de viver um grande amor.
Viver e experimentar um grande amor é o sonho de todos, porém, mal sabemos que isso é consequência de todas as lições, que nós enquanto almas, vamos fazendo através de todas as nossas encarnações, resultando que, de vida em vida, temos vários tipos de relacionamentos, os quais no decorrer dos tempos tornam-se nossas almas companheiras ou relacionamentos kármicos.
 
Quando chegamos aqui, pela primeira vez, como mônadas, somos um só, isto é, trazemos na nossa essência, o masculino e o feminino, portanto somos hermafroditas. Ao ter o primeiro contato com o mundo denso, os nossos elétrons começam a vibrar em alta frequência, causando a cisão dessas duas energias (Yin e Yang). E no exacto momento em que ocorre a separação, surgem duas esferas idênticas, as quais denominaremos daqui para frente de chamas gêmeas.
 
A jornada de retorno, através de um mundo de experimentação, começou para essas almas. Enquanto alma, deverá aprender a controlar os seus sentimentos, sensações, medos, frustrações, angústias, enfim, deverão ser cultivados valores de vida, que a elevem de volta ao Pai. Inicia-se, também, a busca pela outra parte, as quais deverão retornar tão puras como quando se subdividiram, porém com uma enorme bagagem que conseguiram através de todas as experiências pelas quais passaram. Esse é o objetivo de todas as mônadas sagradas que aceitam viver várias experiências na Terra, através da sua entrada na Roda das Reencarnações.
Todos nós durante a nossa jornada experimentamos os três tipos de relacionamentos: o kármico, com as almas companheiras e com a nossa chama gêmea.

CHAMA GÊMEA
Antes da descida aos níveis de matéria densa, as duas almas prometeram trazer para a Terra uma porção da criatividade Divina, trazer a energia do seu próprio Ser, no plano do Espírito, a sua Presença do EU SOU, para o mundo da forma para a acção, para a boa criação, e depois, voltar para o plano do Espírito, tendo dominado o tempo e o espaço.
Num primeiro momento, parece uma tarefa tão fácil, porém ao deparar-se com os níveis de matéria densa, as almas terão que enfrentar toda a sorte de adversidades, como se fossem provas ou obstáculos a vencer através do conhecimento. E esse conhecimento, na maioria das vezes, só se dá experimentando. Existe um ditado muito certo: feliz daquele que aprende com o erro dos outros.
O espírito, de encarnação em encarnação terá que saber lidar com os ciúmes, a inveja, a posse, o preconceito, a soberba, o medo, a falta de confiança em si mesmo, enfim, tudo o que possa servir para a sua lapidação o que não é uma tarefa simples. Infelizmente, ao cair nas armadilhas próprias dos níveis mais densos, deixando-se dominar pela ignomínia, vai-se afastando cada vez mais da sua Fonte Criadora, assim como da sua chama gêmea.
O afastamento da sua chama gêmea, não se dá apenas em relação ao tempo e ao espaço, mas também em níveis vibratórios. Quando falamos em tempo e espaço, referimos-nos ao facto de que essas duas almas, podem não se encontrar por estarem a viver em mundos diferentes, por exemplo: uma estar encarnada e a outra não; ou então, mesmo que estejam as duas encarnadas, as adversidades afastam-nas, fazendo com que fiquem geograficamente separadas, ou mesmo que de alguma forma se encontrem, já têm outros compromissos que as impedem de ficarem juntas. Em relação aos níveis vibratórios, essas almas encontram-se e obtém todas as oportunidades para ficarem juntas, porém por vários motivos como por exemplo, o facto de se deixar dominar por um vício, não cumprir com as suas obrigações, agir irresponsavelmente, todas e quaisquer influências que demonstram que durante as suas jornadas anteriores não obtiveram a mesma aprendizagem. Isso faz com que quando as duas almas se encontram, não estejam a vibrar na mesma frequência, porque uma delas evoluiu mais do que a outra. Portanto, “falam línguas” diferentes. Podem até ter facilidade para se encontrarem, reconhecem-se, sabem da importância de um para o outro, porém não conseguem ficar juntas.
A relação com a nossa chama gêmea, nem sempre se caracteriza como a de eternos amantes, sendo que podem urgir apenas como sendo pai e filha, mãe e filho, irmão e irmã. Isso acontece, porque em determinada altura de vidas anteriores geramos karmas negativos, que advéem de certos acontecimentos e sentimentos, que é necessário restabelecer nesta vida actual. Devemos ter a consciência de que as duas chamas gêmeas são UM perante Deus, por isso não podemos fazer mau uso do livre-arbítrio. O mais importante será sempre a aprendizagem e a missão a cumprir na passagem pela Terra. Portanto, essas encarnações servem para libertar o karma gerado pela posse física.
É muito comum encontrarmos pessoas que sabem que o seu namorado, marido, esposa, enfim, o outro, é a sua outra metade e não conseguem entender o porquê das desavenças, dos desencontros, porque é que em determinados momentos parece que tudo conspira a favor, (têm-se a sensação de que o céu desce á terra e envolve os dois), para no momento seguinte, começarem a discutir. O mais certo, nestes casos é que o relacionamento não resista. Nesses casos, o ideal seria que os dois conseguissem reconhecer o que estava a afectá-los e buscassem ajuda para equilibrar o campo vibratório. Porém teria que haver muita compreensão de ambas as partes. Normalmente, é essa incompreensão a causa das desavenças mútuas. Portanto, terão que trilhar o seu caminho sozinhos e buscar a união posteriormente. Apesar das desavenças e dos desencontros, a sua união é eterna. O objectivo das chamas gêmeas é o de se unirem com o seu Eu Superior, onde ficarão eternamente juntas.


ALMAS COMPANHEIRAS
Enquanto que só temos uma chama gêmea, as almas companheiras podem ser muitas. Faz parte da nossa aprendizagem atrairmos as Almas companheiras, que tem objectivos comuns. Por exemplo, um espírito quando encarna terá de passar por várias missões, experiências, com o objectivo de resgatar Karmas do passado. Sozinho dificilmente conseguirá o seu intento. Assim, para o alcançar, fará acordos. Esses acordos são feitos pelo espirito normalmente antes de reencarnar. Ao chegar aqui, a vibração do seu desejo, começa a atrair almas que têm o mesmo intento de evolução e de resgate dos seus Karmas. Sabemos que em relação às energias subtis, os idênticos atraem-se, estarão ambas na mesma escla vibratória, logo, estarão em harmonia fisicamente .
A energia positiva gerada pelo bom relacionamento, fará com que prosperem naquilo que se propuseram a fazer e poderão, inclusive, ter filhos e se tornarem um farol não só para a sua prole, como para as demais pessoas que os cercam. O relacionamento das almas companheiras tende a ser harmonioso e satisfatório, uma vez que possuem a mesma polaridade e estão a desenvolver o mesmo campo vibratório (chakras). Muitas vezes, almas companheiras dão-se tão bem na realização das suas missões, que continuam por várias encarnações a trabalhar juntas, isto é, reencarnado juntas para cumprir determinados fins.
RELACIONAMENTOS KÁRMICOS
Esse tipo de relacionamento, inicia-se normalmente com uma grande atracção mútua, pois o espírito de ambos anseia por libertação de um karma gerado no passado. Por baixo dessa atração, estarão sempre relacionamentos conturbados, com violência, ódio, abandono, assassinatos ou crimes contra a humanidade, os quais as duas almas, no passado, cometeram juntas.
Através da regressão de vidas passadas, temos o conhecimento de muitas histórias de casais que estão juntos, não se conseguem relacionar, mas também não se conseguem separar. Ao buscar o entendimento de outras vidas, descobrimos que foram cúmplices em algum acto doloroso, seja ele num plano físico como fraude, má-fé ou juntos, fizeram parte de seitas que buscavam tolher o livre-arbítrio de outrém; ou ainda, como amantes, assassinaram o marido ou a esposa, para ficarem com os bens, ou algo desse género. Sendo apenas exemplos, o que quero definir é que estão unidos por karmas produzidos nas suas vidas passadas.
Um caso de que tive conhecimento (detectado em regressão) foi de três cientistas do passado, que buscavam o domínio das pessoas. Um deles, o que aparentemente tinha menos culpa do que os demais, veio como altista e os outros dois, como os seus pais. O altista, talvez por se deixar levar, não sofria muito, provinha de uma encarnação mais expiatória; porém, os pais, é que sofriam mais ao ver o filho naquelas condições, além de que tinham que se suportar. Não aceitaram o facto de estarem a resgatar um karma. Talvez sofram até agora. Se tivesse havido a compreensão do mal praticado no passado, talvez fosse mais fácil para essas três almas, criarem harmonia e juntas resgatarem o karma do passado. Evolui-se, resgatam-se Karmas, em vidas actuais, com bastante sofrimento. A evolução dá-se, através do sofrimento nesta vida, com o objectivo de resgatar culpas e acções de vidas anteriores.
Todos nós experimentamos os três tipos de relações durante as nossas vidas. A chave está em amarmos todas as almas que se aproximam de nós, e com aquelas que temos um relacionamento mais íntimo, tentar não gerar um karma negativo, mas amá-las, nem que para isso seja necessário uma separação. Às vezes um distanciamento é melhor do que a energia negativa da revolta, da mágoa, do sentir-se traído, etc., que só nos aprisionará ao outro numa próxima vida. Devemos ter em consideração as nossas atitudes actualmente ou seja nesta vida. Mais cedo ou mais tarde, nas futuras reencarnações sofreremos com tudo o que fizermos nesta vida, para resgatar Karmas negativos.
Na verdade, todos nós desejamos o encontro com a nossa chama gêmea, mas que essa união seja perfeita. Como dificilmente se sabe onde está a nossa outra metade, o melhor é seguirmos o conselho dos Mestres:
 
"Pode-se apressar o progresso do Caminho se, em sua oração, meditação, ou decretos dinâmicos, se invocar a sua Presença EU SOU, para o contacto interno de coração, com a sua chama gêmea. Pode fazer a seguinte invocação: 'Em nome do Cristo, eu invoco a abençoada Presença EU SOU, de nossas chamas gémeas para o selamento dos nossos corações, unos para a vitória da nossa missão para a humanidade. Eu invoco a luz do Espírito Santo para consumir todo o karma negativo que limita a plena expressão de nossa identidade divina, e o cumprimento do nosso plano divino.”
 
E desse modo, até mesmo a viver em esferas separadas, vocês poderão unir-se espiritualmente em altos planos, e dirigir a luz para o seu próprio mundo e o da sua chama gêmea, para o equilíbrio do karma mútuo. Esse contacto interno aumenta a luz e, por conseguinte, liberta o poder maravilhoso da polaridade do seu amor, permitindo que se levantem fortemente, contra os conflitos, que inevitavelmente vêm bater à porta daqueles que defendem o amor.

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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Sila Tarot: A JUSTIÇA DA REENCARNAÇÃO

 
"A reencarnação, afirmada pelas vozes de além-túmulo, é a única forma racional por que se pode admitir a reparação das faltas cometidas e a evolução gradual dos seres. Sem ela, não se vê sanção moral satisfatória e completa; não há possibilidade de conceber a existência de um ser que governe o universo com justiça.”

"Se admitirmos que o homem vive actualmente pela primeira vez neste mundo, que uma única existência terrestre é o quinhão de cada um de nós, a incoerência e a parcialidade, forçoso seria reconhecê-lo, presidem à repartição dos bens e dos males, das aptidões e das faculdades, das qualidades nativas e dos vícios originais.
"Todos os espíritos tendem para a perfeição, e Deus lhes faculta os meios de alcançá-la, proporcionando-lhes as provações da vida corporal. A sua justiça, porém, concede-lhes realizar, em novas existências, o que não puderam fazer ou concluir numa primeira prova.
"Não obraria Deus com equidade, nem de acordo com a sua bondade, se condenasse para sempre os que talvez hajam encontrado, oriundos do próprio meio em que foram colocados e alheios à vontade que os animava, obstáculos ao seu melhoramento. Se a sorte do homem se fixasse irrevogavelmente depois da morte não seria uma única a balança em que Deus pesa as acções de todas as criaturas e não haveria imparcialidade no tratamento que a todas dispensa.
"A doutrina da reencarnação, isto é, a que consiste em admitir para o espírito muitas existências sucessivas, é a única que corresponde à ideia que formamos da justiça de Deus para com os homens que se acham em condição moral inferior; a única que pode explicar o futuro e firmar as nossas esperanças, pois oferece os meios de resgatarmos os nossos erros, por novas provações. A razão no-la indica e os espíritos a ensinam.
"O homem que tem consciência da sua inferioridade haure consoladora esperança na doutrina da reencarnação. Se crê na justiça de Deus, não pode contar que venha a achar-se, para sempre, em pé de igualdade com os que mais fizeram do que ele. Sustém-no, porém, e reanima-lhe a coragem a ideia de que aquela inferioridade não o deserda eternamente do supremo bem e que, mediante novos esforços, dado lhe será conquistá-lo. Quem é que, ao cabo da sua carreira, não deplora haver tão tarde ganho uma experiência de que já não mais pode tirar proveito? Entretanto, essa experiência tardia não fica perdida; o espírito a utilizará em nova existência".

REENCARNAÇÃO E EVOLUÇÃO DO HOMEM

 
"Quando o espírito tem de encarnar num corpo humano em vias de formação, um laço fluídico, que mais não é do que uma expansão do seu perispírito, liga-o ao germe que o atrai com uma força irresistível, desde o momento da concepção. À medida que o germe se desenvolve, o laço encurta-se. Sob a influência do princípio vital - material do germe -, o perispírito, que possui certas propriedades da matéria, une-se, molécula a molécula, ao corpo em formação, donde o poder dizer-se que o espírito, por intermédio do seu perispírito, se enraíza, de certa maneira, nesse gérmen, como uma planta na terra. Quando o gérmen chega ao seu pleno desenvolvimento, completa é a união; nasce então o ser para a vida exterior".
"À medida que o espírito se purifica, o corpo que o reveste aproxima-se igualmente da natureza espírita. Torna-se-lhe menos densa a matéria, deixa de rastejar penosamente pela superfície do solo, menos grosseiras se lhe fazem as necessidades físicas, não mais sendo preciso que os seres vivos se destruam mutuamente para se nutrirem. O espírito acha-se mais livre, e tem, das coisas longínquas, percepções que desconhecemos. Vê com os olhos do corpo o que só pelo pensamento entrevemos.

"Da purificação do espírito decorre o aperfeiçoamento moral para os seres que eles constituem, quando encarnados. As paixões animais enfraquecem-se e o egoísmo cede lugar ao sentimento de fraternidade. Assim é que, nos mundos superiores ao nosso, se desconhecem as guerras, carecendo de objecto os ódios e as discórdias, porque ninguém pensa em causar dano ao seu semelhante. A intuição que seus habitantes têm do futuro, a segurança que uma consciência isenta de remorsos lhes dá, fazem com que a morte nenhuma apreensão lhes cause. Encaram-na de frente, sem temor, como simples transformação.
"A duração da vida, nos diferentes mundos, parece guardar proporção com o grau de superioridade física e moral de cada um, o que é perfeitamente racional. Quanto menos material o corpo, menos sujeito às vicissitudes que o desorganizam. Quanto mais puro o espírito, menos paixões a miná-lo. É essa ainda uma graça da Providência, que desse modo abrevia os sofrimentos".
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sila Tarot: Alain Kardec - Biografia


A vida e a obra de Allan Kardec


Hippolyte Léon Denizard Rivail, ou simplesmente Allan Kardec, foi o codificador da Doutrina Espírita. Antes de conhecermos melhor a vida deste professor francês, mostraremos como foi seu primeiro contato com o mundo espiritual, que consequentemente serviu de marco inicial para o Espiritismo.
 
Kardec e os Espíritos
 
Em 1855, Hippolyte Léon Denizard Rivail, professor francês de aritmética, pesquisador de astronomia e magnetismo, foi convidado por um amigo seu a ver de perto estas manifestações que ocorriam nos salões da capital francesa. Rivail era discípulo de Pestalozzi, chamado de pai da pedagogia moderna, e casado com Amélie Gabrielle Boudet. Nascido em 03 de outubro de 1804, na cidade de Lyon, já ouvira sobre o assunto das mesas girantes e não entendia bem o que estava acontecendo. Homem criterioso, Rivail não se deixava levar por modismos e como estudioso do magnetismo humano acreditava que todos os acontecidos poderiam estar ligados à ação das próprias pessoas envolvidas, e não de uma possível intervenção espiritual.
 
O professor então participou de algumas sessões, e algo começou a intrigá-lo. Percebeu que muitas das respostas emitidas através daqueles objetos inanimados fugiam do conhecimento cultural e social dos que faziam parte do "espetáculo". Como os móveis, por si só, não poderiam mover-se, fatalmente havia algum tipo de inteligência invisível atuando sobre os mesmos, e respondendo aos questionamentos dos presentes.
 
Rivail presenciava a afirmação daqueles que se manifestavam, dizendo-se almas dos homens que viveram sobre a Terra. Foi então, que uma das mensagens foi dirigida ao professor. Um ser invisível disse-lhe ser um Espírito chamado Verdade e que ele, Rivail, tinha uma missão a desenvolver, que seria a codificação de uma nova doutrina .
 
Atento aos dizeres do Espírito, e depois de muitos questionamentos à entidade, pois não era homem de impressionar-se com elogios, resolveu aceitar a tarefa que lhe fora incumbida.
 
O Espírito de Verdade disse-lhe ser de uma falange de Espíritos superiores que vinha até aos homens cumprir a promessa de Jesus, no Evangelho de João, capítulo XIV; versículos 15 a 26: "E eu rogarei ao Pai e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre; o Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conhecereis, porque habita convosco e estará em vós... Mas, aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito".
 
Através dos Espíritos, Rivail descobriu que em uma de suas encarnações anteriores foi um sacerdote druida, de nome Allan Kardec.
 
Foi então que resolveu adotar este pseudônimo durante a codificação da nova doutrina, que viria a se chamar Doutrina Espírita ou Espiritismo. Kardec assim procedeu para que as pessoas, ao tomarem conhecimento dos novos ensinamentos espirituais, não os aceitassem por ser ele, um conhecido educador, quem estivesse divulgando. Mas sim, que todos os que tivessem contato com a boa nova a aceitassem pelo seu teor racional e sua metodologia objetiva, independente de quem a divulgasse ou a apoiasse.
 
A Codificação
 
A partir daí foram 14 anos de organização da Doutrina Espírita. No início, para receber dos Espíritos as respostas sobre os objetivos de suas comunicações e os novos ensinamentos, Kardec utilizou um novo mecanismo, a chamada cesta-pião: um tipo de cesta que tinha em seu centro um lápis. Nas bordas das cestas, os médiuns, pessoas com capacidade de receber mais ostensivamente a influência dos Espíritos, colocavam suas mãos, e através de movimentos involuntários, as frases-respostas iam se formando. Julie e Caroline Baudin, duas adolescentes de 14 e 16 anos respectivamente, foram as médiuns mais utilizadas por Kardec no início.
 
Com o decorrer do tempo, a cesta-pião foi dando lugar à utilização das próprias mãos dos médiuns, fenômeno que ficou conhecido como psicografia.
Todas as perguntas e respostas feitas por Kardec aos Espíritos eram revisadas e analisadas várias vezes, dentro do bom senso necessário para tal. As mesmas perguntas respondidas pelos Espíritos através das médiuns eram submetidas a outros médiuns, em várias partes da Europa e América. Assim, o codificador viajou por cerca de 20 cidades. Isso para que as colocações dos Espíritos tivessem a credibilidade necessária, pois estes médiuns não mantinham contato entre eles, somente com Kardec.
 
Este controle rígido de tudo o que vinha de informações do mundo espiritual ficou conhecido por "Controle Universal dos Espíritos". Disto, estabeleceu-se dentro da Doutrina Espírita que qualquer informação vinda do plano espiritual só terá validade para o Espiritismo se for constatada em vários lugares, através de diversos médiuns, que não mantenham contato entre si. Fora isso, toda comunicação espiritual será uma opinião particular do Espírito comunicante.
 
Com todo um esquema coerentemente montado, Allan Kardec preparou o lançamento das cinco Obras Básicas da Doutrina Espírita, a Codificação, tendo início em 1857 com o lançamento de "O Livro dos Espíritos". Estes livros contêm toda a teoria e prática da doutrina, os princípios básicos e as orientações dos Espíritos sobre o mundo espiritual e sua constante influenciação sobre o mundo material.
 
 Durante a codificação, Kardec lançou um periódico mensal chamado "Revista Espírita", em 1858. Nele, comentava notícias, fenômenos mediúnicos e informava aos adeptos da nova doutrina o crescimento da mesma e sua divulgação. Servia várias vezes como fórum de debates doutrinários, entre partidários e contrários ao Espiritismo. A Revista Espírita foi a semente da imprensa doutrinária.
 
 No mesmo ano, Kardec viria a fundar a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Constituída legalmente, a entidade passou a ser a sociedade central do Espiritismo, local de estudos e incentivadora da formação de novos grupos.
 
Allan Kardec desencarnou em 31 de março de 1869, aos 65 anos, vítima de um aneurisma. Sua persistência e estudo constantes foram essenciais para a elaboração do movimento espírita e organização dos ensinos do Espírito de Verdade.


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Resumo das Obras Básicas da Doutrina Espírita

  • O Livro dos Espíritos: lançado por Allan Kardec em 1857, é o principal livro da Doutrina Espírita. Podemos chamá-lo de espinha dorsal, pois sustenta todas as outras obras doutrinárias. Divide-se em quatro partes: "As causas primárias"; "Mundo espírita ou dos Espíritos"; "As leis morais"; e "Esperanças e consolações". É composto de 1018 perguntas feitas por Kardec aos Espíritos superiores responsáveis pela vinda do Espiritismo aos homens. O que é Deus? De onde viemos? Para aonde vamos? O que estamos fazendo na Terra? Estas são algumas das questões respondidas pela falange do Espírito de Verdade.
 
  • O Livro dos Médiuns: teve seu lançamento em 1861. Nele, Allan Kardec mostra os benefícios e os perigos da mediunidade, ou seja, o canal que liga o homem encarnado ao mundo espiritual. Demonstra que embora todos os seres vivos possuam esta abertura de contato, há aqueles que a têm de uma forma mais abrangente. Kardec e os Espíritos superiores alertam sobre a sutileza desta faculdade, para que uma pessoa possa contatar os Espíritos sem ser prejudicada por entidades maléficas, descontrolando sua mediunidade.
 
  • O Evangelho Segundo o Espiritismo: editado em 1864, esta obra pode ser entendida como a parte moral da Doutrina Espírita. Nela, Kardec e os Espíritos superiores comentam numa linguagem acessível as principais passagens da vida de Jesus. Explicam suas parábolas e demonstram a grandiosidade do Mestre nos seus ensinos, dando-nos, além disso, conselhos importantes sobre nossa conduta diária frente às dificuldades e dúvidas da vida.
 
  • O Céu e o Inferno: Kardec lançou este livro em 1865. Através da evocação dos Espíritos de pessoas das mais diferentes classes sociais, crenças e condutas, demonstra-nos como foi a chegada e a vivência espiritual destes seres após o seu desencarne. Rainhas, camponeses, religiosos, assassinos, ignorantes e intelectuais são alguns dos que contam o que os aguardava depois de suas atitudes terrenas e como poderão ser suas vidas futuras.
 
  • A Gênese: nesta obra, de 1868, Kardec explica a Gênesis Bíblica, a formação do Universo, demonstrando a coerência da mesma quando confrontada com os conhecimentos científicos, despida das alegorias próprias da época em que foi escrita. Expõe o que são os milagres, explicados pelas leis da natureza, produtos da modificação dos fluidos que nos cercam. Enfim, faz a religião e a ciência caminharem juntas, fortalecendo a fé dos que crêem em Deus.
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Sila Tarot: Paul Bodier - Como Desenvolver a Mediunidade




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PAUL BODIER

O GRANDE BIOGRAFO ESPÍRITA

(1875-1946)


Foi presidente da Sociedade Francesa de Estudos Psíquicos.

Conhecido escritor espírita francês que publicou grandes obras espíritas de grande envergadura tais como:

- Paul Bodier - A Granja do Silêncio -

- Paul Bodier - Como desenvolver a Mediunidade

- Foi biografo de Gabriel Delanne sendo que publicou junto de Henri Regnault a obra "Gabriel Delanne sua vida, seu apostolado e sua obra"

- Francisco Klors Werneck - Vida, Morte e Reencarnação (Monografias de Paul Bodier - Charles Lancelin - Gustave Geley - Zingaropolis)

- Paul Bodier - L'esprit consolateur (Fr)

- Paul Bodier - L'apôtre (Fr)

- Paul Bodier - Sous Les Cendres Du Passé (Fr)


 

Sila Tarot: Mediunidade - Conceitos Básicos





A mediunidade não é sinal de santificação, nem representa característica divinatória.

È apenas um meio de entrar em contacto com as almas que viveram na Terra

Os médiuns tornam-se mais responsáveis do que as demais pessoas, por possuírem a prova da sobrevivência que chega a todos por seu intermédio.

A educação da mediunidade possibilita a pessoa de ser feliz pelo bem que pode realizar e pelo prazer de experimentar o bem que se recebe.

Todo o indivíduo que, conscientemente ou não, capta a presença de seres espirituais é portador de mediunidade.

Ela surge em qualquer idade, posição social, denominação religiosa ou cepticismo no qual se encontre a pessoa.

Às vezes, quando do aparecimento da mediunidade, surgem distúrbios vários, sejam na área orgânica, através de desequilíbrios e doenças, ou mediante inquietações emocionais e psiquiátricas.

Não é a mediunidade que gera o distúrbio no organismo, mas a acção fluídica dos espíritos que favorece a distonia ou não.

Quando a ação espiritual é salutar, uma aura de paz e de bem estar, envolve o médium.

O exercício correcto da mediunidade não oferece nenhum perigo a quem quer que seja.

A mediunidade deixada ao abandono pode ser utilizada por entidades perversas ou levianas, que a perturbam, entorpecem ou a tornam um meio de desequilíbrio para o médium e quem o cerca.

Não é o médium, mas sim a sua conduta que atrai espíritos bons ou maus.

A mediunidade deve ser exercida com devotamento e modéstia, objectivando a divulgação da verdade.

Não é um compromisso vulgar para exibicionismo barato ou promoção pessoal.

O conforto que proporciona é superior à capacidade de julgamento.

A esperança que faculta é maior do que quaisquer palavras.

Os espíritos nobres não se submetem aos caprichos dos médiuns e das pessoas frívolas interessadas em jogos vazios do personalismo perturbadora. Estas sintonizam-se com espíritos vulgares e irresponsáveis, que os levam a obsessões subtis a princípio, a caminho de lamentáveis processos irreversíveis e dolorosos.

O mau uso da mediunidade pode entorpecê-la ou até mesmo fazê-la desaparecer.

Obstáculos a mediunidade nobre


Tudo que induza à vaidade ou à projeção nos palcos do mundo. Nada de pressa de querer “salvar a humanidade”.

O mercantilismo: induzido por pessoas inescrupulosas e desconhecedoras da finalidade do espiritismo, o médium, resistindo no início aos pagamentos pelos serviços prestados,termina, não raro por aceitá-los, passando a profissional da mediunidade, com alegações banais e sem fins justificativos. Os mentores amigos se afastam e ele fica à merce de espíritos inferiores. A venda da mediuindade não se dá exclusivamente mediante a moeda , mas também através de presentes de alto preço, bajulação, destaque, e tudo que exalte o orgulho e a vacuidade do médium.

A interpretação errônea dos objetivos da mediunidade leva o indivíduo a atribuir aos espíritos tudo o que se passa, isentando-se dos deveres e responsabilidades que lhe dizem respeito.

A irregularidade do exercício mediúnico, a inconstância derivada da preguiça, mantém o indivíduo na faixa da mediunidade atormentada, que não progride, é repetitiva, insegura e monótona.

A mistificação mediúnica tem a ver com o carácter moral do médium, que consciente ou não, é responsável pelas ocorrências normais e paranormais da sua existência.

O exibicionismo é um dos mais perigosos inimigos do médium.

Educação das forças mediúnicas


Ter actividades na área da caridade ilumina o médium

A oração fortalece-o, reguardando-o das influências prejudiciais, que existem por toda o lado, pois dependem da conduta moral dos homens.

Cultivar o silêncio interior e o recolhimento. Eles aguçam as percepções parafísicas.

Vigilância deve-se constituir em norma de segurança.

O trato com os espíritos impõe prudência, elevação moral, equilíbrio emocional.

A fé sincera, sem estardalhaço nem afectação, a entrega a Deus, com irrestrita confiança e ao seu guia espiritual contribuem para uma educação mediúnica exemplar.


Os médiuns responsáveis são conhecidos pelos seus silêncios e equilíbrio.
Não têm pressa em ganhar fama, nem dela necessitam.
Trabalham para um ideal que não remunera no mundo material.


Kardec deixa bem claro, em “O Livro dos Médiuns”,


Sila Tarot: Pneumatofonia - Voz Directa




(Origem do grego - pneuma - e - phoné, som ou voz.) - Voz dos Espíritos; comunicação oral dos Espíritos, sem o concurso da voz humana.

Os Espíritos podem igualmente fazer com que se ouçam gritos de toda espécie e sons vocais que imitam a voz humana, assim ao nosso lado, como nos ares. A este fenômeno é que damos o nome de pneumatofonia. Pelo que sabemos da natureza dos Espíritos, podemos supor que, dentro de alguns deles, alguns, de ordem inferior, se iludem e julgam falar como quando vivos.

Devemos, entretanto, preservar-nos de tomar por vozes ocultas todos os sons que não tenham causa conhecida, ou simples zumbidos, e, sobretudo, de dar o menor crédito à crença vulgar de que, quando o ouvido nos zune, é porque em alguma parte estão a falar de nós. Aliás, nenhuma significação têm esses zunidos, cuja causa é puramente fisiológica, ao passo que os sons pneumatofônicos exprimem pensamentos e nisso está o que nos faz reconhecer que são devidos a uma causa inteligente e não acidental.

Pode-se estabelecer como princípio, que os efeitos notoriamente inteligentes são os únicos capazes de atestar a intervenção dos Espíritos. Quanto aos outros, há pelo menos cem probabilidades contra uma, de serem oriundos de causas fortuitas.


 




Acontece frequentemente ouvirmos, de modo distinto, quando nos encontramos meio adormecidos, palavras, nomes, às vezes frases inteiras, ditas com tal intensidade que nos despertam, espantados. Se bem que em alguns casos possam haver, na realidade, manifestações que nada de bastante positivo apresentam, para que também possam ser atribuídos a uma causa análoga à que estudamos na teoria da alucinação. Demais, nenhuma sequência tem o que de tal maneira se escuta. O mesmo, no entanto, não acontece, quando se está inteiramente acordado, porque, então, se é um Espírito que se faz ouvir, quase sempre se podem trocar idéias com ele e travar uma conversação regular.


Os sons espíritas, os pneumatofônicos produzem-se de duas maneiras distintas:

Ás vezes, é uma voz interior que repercute no nosso foro íntimo, nada tendo, porém, de material as palavras, conquanto sejam claramente perceptíveis.

Outras vezes, são exteriores e nitidamente articuladas, como se proviessem de uma pessoa que estivesse ao nosso lado.

De um modo, ou de outro, o fenômeno da pneumatofonia é quase sempre espontâneo e só muito raramente pode ser provocado.


Fonte: LIVRO DO MÉDIUNS - Allan Kardec.

Sila Tarot: Tipos de Mediunidade

 


Mediunidade Psicográfica

Nesta mediunidade a mão do médium serve como instrumento para a entidade comunicante, existindo nela dois tipos, o primeiro, e mais comum, consiste apenas em uma manipulação do Duplo- Etérico na região da mão do médium por parte da entidade, ou seja, ela limita-se, ou com a força do pensamento ou com a força física, a manusear a mão do médium para com ela escrever o que pretende, essa forma embora mais comum é mais complicada, porque a capacidade de manuseamento depende da abertura do Duplo- Etérico do médium, ou seja, de sua pureza e conduta, mas, caso seja consideravelmente boa, é um meio que pode ser usado com relativa facilidade, sendo comum em espíritos recém-chegados aos planos espirituais, que não dominam ainda os centros nervosos humanos, e portanto não poderiam escrever a partir daí.

A segunda forma ocorre a partir dos centros nervosos, que pode ser o conjunto de nervos do braço e ombro, mas mais frequentemente é utilizado o cérebro ou a medula espinal, por serem os centros de comando operacional do restante organismo. A entidade comunicante penetra o Duplo- Etérico do médium com seu corpo espiritual e com o poder do pensamento manipula os centros nervosos, comandando assim a mão do médium à escrita, como se ela mesmo estivesse escrevendo. É o melhor meio, mas exige conhecimento, porque, não sendo o corpo da entidade, ela não possui conexão mental com as células constituintes, não podendo gerar movimentos segundo sua vontade, excetuando se utilizar os canais e meridianos energéticos do médium;



Mediunidade Incorporativa

Nesta mediunidade a entidade literalmente ocupa as funções orgânicas, em maior ou menor quantidade, do médium, sem no entanto penetrar seu organismo ou seus corpos espirituais, na verdade, espíritos mais evoluídos, como os Caboclos e Pretos Velhos, sequer se aproximam muito, podendo incorporar estando presentes, inclusive, em outros planos, liberando para o médium apenas um desdobramento de seus corpos mentais (inferiores), que vão se acoplar ao mental do médium, e desse modo comandar as funções
físicas do instrumento mediúnico. Em espíritos ainda não tão experientes, a incorporação necessita ocorrer de mais perto, no entanto, sem interpenetração de corpos, ocorrendo apenas um acoplamento, que pode ser ao nível dos centros nervosos de comando ou ao nível dos chakras, onde a entidade comandará energias especificas e centros específicos do médium.


Em mediunidade semi-consciente, o médium limita-se a ser um porta voz da entidade, não tendo suas funções tomadas temporariamente por ela, o chakra laríngeo não está sobre o comando dela, e embora pareça ao médium que a entidade está falando, é na verdade ele, mas, como
é a entidade que emite os pensamentos, o cérebro não os consegue registrar no arquivo, sendo eles logo emitidos, e, portanto, não classificáveis como seus;


Mediunidade Ouvinte (Canalizadora)

Nesta mediunidade, normalmente associada à mediunidade clarividente, o médium possui a faculdade de escutar os sons dos planos espirituais, com maior ou menor definição, dependendo do seu nível frequêncial, que afeta o ouvido espiritual, diminuindo sua capacidade auditiva ou amplificando-a, dependendo isso do nível de vibração que o médium emite; (a canalização de seres ascensionados é um pouco diferente, veja: “Canalização”)

Mediunidade Telepática

(também instrumento para a canalização de mensagens dos seres espirituais) - nesta mediunidade, consideravelmente rara, o médium é capaz de se comunicar através do pensamento, com outros homens ou seres espirituais, para tal, a vibração do médium necessita ser considerável, e ele deve conseguir manipular seu corpo mental (inferior) de forma já bastante considerável, para poder, através dele, emitir pensamentos e projetá-los na mente de outra pessoa. Isso é comum em entidades, que frequentemente recorrem a esse recurso para comunicação;

Mediunidade de Materialização

(não relacionada com a materialização falada em "Materialização/ Desmaterialização")- essa mediunidade exige uma aura bastante expandida, com canais protoplasmáticos largos, que permitam um grande fluxo do protoplasma (um componente do ectoplasma), pois, como ele necessita ser exteriorizado, é necessário um grande fluxo, para que o sistema físico e espiritual do médium não sofra com sua ausência.

O médium exterioriza, sobre sua força mental ou de outros, seu próprio protoplasma, que, ao entrar em contato com a atmosfera, assume forma plástica e gelatinosa, endurecendo com o tempo, normalmente no espaço de minutos. A substancia é emitida pelos canais que conectam o exterior com o interior no homem, portanto, ouvidos, nariz e boca, podendo, eventualmente, através de médiuns muito experientes, ser emitido através dos chakras, o que é no entanto raro. Essas formas moldáveis funcionam como um corpo físico com canais
protoplasmáticos, podendo a entidade a eles acoplar-se, como em uma encarnação;






Mediunidade ClarividenteNesta mediunidade o médium possui a capacidade de vislumbrar vários planos em simultâneo, ou, então, em casos mais raros, vislumbrar cada plano independentemente do outro. Esse ultimo caso é mais raro, e frequentemente ocorre em simultâneo com o primeiro;

Mediunidade Projetiva

Nesta mediunidade o médium possui a capacidade de abandonar conscientemente o corpo físico, e permanecer, por tempo indeterminado, nos planos espirituais. O médium pode controlar diversos corpos, e então, desse modo, projetar-se em diversos planos em simultâneo, o que é, no entanto, raro e incomum;

Mediunidade Sensitiva

Normalmente todo o médium possui esta faculdade, é a capacidade de receber as impressões emitidas pelo campo áurico (em relação a algo ou alguém).

Estas são as faculdades mediúnicas que normalmente encontramos na Terra, sendo frequente que um médium possua 2 ou mais faculdades, por elas serem, como já dissemos, uma faculdade única do homem.

Sila Tarot: Desenvolvimento da mediunidade - Como Fazer



Porquê desenvolver?

Tendo em vista ajudar o ser humano na sua acção, permitindo um contato directo, ajudará o ser humano na sua Pesquisa da Verdade.




Quais as condições necessárias para desenvolvermos uma mediunidade equilibrada e de Luz?

Para se desenvolver uma mediunidade equilibrada deve-se deixar de ter isso como uma meta crucial e deve-se sim, focar no Amor, só assim poderá vir a receber a capacidade de comunicação com o plano espiritual, pois se encontará a vibrar na mesma sintonia que as entidades que nele vivem.

Quais os sintomas de uma mediunidade a aflorar?

Visões momentâneas de acontecimentos futuros, o surgimento de vultos que se movem rapidamente, as visões eventuais de campos áuricos, dores de cabeça constantes, zumbidos nos ouvidos, associado a tudo isto , dores fortes nas pernas, principalmente nos joelhos.

Como deve o ser humano lidar com isso e onde deve buscar ajuda?

O ser humano não deve amedrontar-se e deve sentir tudo como uma benção, preferencialmente, deve-se deslocar a um centro espírita confiável e procurar leituras espíritas sobre o assunto, após esse primeiro contacto e desenvolvimento, poderá então seguir o caminho que bem desejar, desde que voltado para o bem e para a prática da mediunidade.
(Esta última resposta aplica-se também aos que não possuem uma mediunidade a aflorar, mas desejam ainda assim, desenvolver a sua mediunidade )





APARIÇÕES:

Aparições acidentais e espontâneas:


São frequentes, sobretudo no momento da morte das pessoas, que aquele que vê amou ou conheceu e que o vêm prevenir de que já não são deste mundo. Há inúmeros exemplos de factos deste gênero, sem falar das visões durante o sono. Inúmeras vezes, são, do mesmo modo, familiares, ou amigos que, conquanto mortos há mais ou menos tempo, aparecem, ou para avisar de um perigo, ou para dar um conselho, ou, ainda, para pedir um serviço.

O serviço que o Espírito pode solicitar é em geral, a execução de uma coisa que lhe não foi possível fazer em vida, ou o auxílio das preces. Estas aparições constituem factos isolados, que apresentam sempre um carácter individual e pessoal, e não efeito de uma faculdade propriamente dita. A faculdade consiste na possibilidade, senão permanente, pelo menos muito frequente de ver qualquer Espírito que se apresente, ainda que seja absolutamente estranho ao vidente. A posse desta faculdade é o que constitui, propriamente falando, o médium vidente.


Faculdade propriamente dita de ver os Espíritos:

Entre esses médiuns, há alguns que só vêem os Espíritos evocados, e cuja descrição podem fazer com uma exatidão minuciosa. Descrevem todas as particularidades, pormenores, os gestos, a expressão da fisionomia, os traços do semblante, as vestes e até os sentimentos de que parecem animados. Outros há, em quem a faculdade da vidência é ainda mais ampla: vêem toda a população espírita ambiente, a mover-se em todos os sentidos, cuidando, poder-se-ia dizer, dos seus afazeres.

Sila Tarot: PSICOGRAFIA



Segundo a doutrina espírita, a psicografia seria uma das múltiplas possibilidades de expressão mediúnica existentes. Allan Kardec classificou-a como um tipo de manifestação inteligente, por consistir na comunicação discursiva escrita de uma suposta entidade sobrenatural ou espírito, por intermédio de um homem.

O mecanismo de funcionamento da psicografia, ainda segundo Kardec, pode ser consciente, semi-mecânico ou mecânico, a depender do grau de consciência do médium durante o processo de escrita.

No primeiro caso, o menos passível de validação experimental, o médium tem plena consciência daquilo que escreve, apesar de não reconhecer em si a autoria das idéias contidas no texto. Tem a capacidade de influir nos escritos, evitando informações que lhe pareçam inconvenientes ou formas de se expressar inadequadas.

No segundo, o médium poderia até estar consciente da ocorrência do fenômeno, perceber o influxo de idéias, mas seria incapaz de influenciar o texto, que basicamente lhe escorreria das mãos. O impulso de escrita é mais forte do que sua vontade de parar ou conduzir voluntariamente o processo.




No terceiro caso, o mais adequado para uma averiguação experimental controlada, o médium poderia escrever sem sequer se dar conta do que está a fazer, incluindo-se a possibilidade de conversar com interlocutores sobre determinado tema enquanto psicografa um texto completamente alheio ao assunto. Isso porque, segundo Kardec, esses médiuns permitiriam ao espírito agir directamente sobre as suas mãos ou os seus braços, sem recorrer à mente.

Além da doutrina espírita, há várias correntes místicas e religiosas que admitem a possibilidade da ocorrência desse fenómeno, como a Umbanda e a Teosofia.

Entre os textos ditos psicografados encontram-se obras atribuídas a autores conhecidos — uns adeptos, em vida, de doutrinas compatíveis com esta prática, como Allan Kardec ou Arthur Conan Doyle.

Sila Tarot: POSSESSÃO = INCORPORAÇÃO



Muitos confundem obsessão com possessão. Entretanto, é preciso que não se confunda uma situação com a outra. Para o espiritismo tratam-se de coisas diversas e que foram estudadas por Kardec. Segundo o escritor espírita Marcos Milani "Obsessão é a ação persistente que um mau Espírito exerce sobre um indivíduo. Apresenta caracteres muito diferentes, desde a simples influência moral sem sinais exteriores sensíveis, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais".

Já a possessão é a ação que um Espírito exerce sobre um indivíduo encarnado, substituindo-o temporariamente em seu próprio corpo material. Esta acção não é permanente, nem integral, considerando-se que a união molecular do perispírito ao corpo opera-se somente no momento da concepção".

Muitos médiuns incorporam espíritos que possuem o corpo para se expressar. Essa posse do corpo pode ser feita por um espírito inferior com objectivos escusos e prejudiciais, como também por um espírito bom e iluminado, que usa o corpo do médium para transmitir ensinamentos e realizar outros actos louváveis.




Segundo Allan Kardec:

"A obsessão é sempre o resultado da actuação de um Espírito malfeitor. A possessão pode ser o feito de um bom Espírito que quer falar e, para dar mais impressão sobre os seus ouvintes, toma emprestado o corpo de um encarnado, que este lhe cede voluntariamente como se empresta uma roupa. Isto faz-se sem nenhuma perturbação ou incômodo e durante este processo, o Espírito encontra-se em liberdade como num estado de emancipação e conserva-se frequentemente ao lado de seu substituto para o ouvir".

Resumidamente, a possessão pode ser realizada por espíritos bons e maus, ao passo que a obssessão é sempre obra de espíritos inferiores, que podem levar o obsediado a situações críticas tanto do ponto de vista físico como do mental.



O que é Possessão?

Em a Gênese, Kardec faz referência à obsessão e à possessão. Ele diz que, na obsessão, o espírito actua exteriormente por meio de seu períspirito, que ele identifica com o do encarnado; este último encontra-se, então, enlaçado como numa teia e é constrangido a agir contra a sua vontade.

Na possessão, em vez de agir exteriormente, o espírito livre substitui-se, por assim dizer, ao espírito encarnado; faz domicílio no seu corpo, sem que todavia este o deixe definitivamente, o que só pode ter lugar na morte.

A possessão é sempre temporária e intermitente, esclarece Kardec, pois um espírito desencarnado não pode tomar definitivamente conta do lugar de um encarnado, dado que a união molecular do períspirito e do corpo não pode operar-se senão no momento da concepção.




O espírito em possessão momentânea do corpo serve-se dele como se fosse o seu próprio corpo; fala pela sua sua boca, vê através dos seus olhos, age com os seus braços, como o teria feito se fosse vivo. Não é como na mediunidade falante, na qual o espírito encarnado fala transmitindo o pensamento de um espírito desencarnado; é este último que fala e que se agita.

A possessão pode ser o feito de um bom espírito que quer falar e, para fazer mais impressão sobre os seus ouvintes, toma emprestado o corpo de um encarnado, que lhe cede voluntariamente, tal como se empresta uma roupa. Isso faz-se sem nenhuma perturbação ou incômodo, e durante esse tempo o espírito encontra-se em liberdade, como no estado de emancipação, e com mais frequência conserva-se ao lado de seu substituto para ouvir.

Já quando o espírito possessor é mau, as coisas passam-se de outro modo; ele não toma emprestado o corpo, mas apodera-se dele, caso o titular não tenha força moral para resistir. Ele fá-lo por maldade dirigida contra o possesso, a quem tortura e martiriza por todas as maneiras até fazê-lo perecer.

Sila Tarot: Gêneros de mediunidade



Médiuns sensitivos: pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos, por uma impressão geral ou local, vaga ou material. A maioria dessas pessoas distingue os Espíritos bons dos maus, pela natureza da impressão.
"Os médiuns delicados e muito sensitivos devem abster-se das comunicações com os Espíritos violentos, ou cuja impressão é penosa, por causa da fadiga que daí
resulta."

Médiuns naturais ou inconscientes (Involuntários):

Os que produzem espontaneamente os fenômenos, sem intervenção da própria vontade e, as maioria das vezes, à sua revelia. São os que exercem sua influência sem querer de forma involuntária, frequentemente em adolescentes e crianças pequenas.

Médiuns Facultativos ou Conscientes (voluntários):

Tem consciência do seu poder e produzem efeitos espíritos pela própria ação da vontade. Os que têm o poder de provocar os fenômenos por acto consciente. Porém "Qualquer que seja essa vontade, eles nada podem, se os Espíritos se recusam, o que prova a intervenção de uma força estranha." - Não se manifesta a todos, com o mesmo grau, mas são raros os médiuns com esse poder.

Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse facto, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva.

Médiuns sensitivos, ou impressionáveis:

Chamam-se assim às pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos por uma impressão vaga, por uma espécie de leve roçadela sobre todos os seus membros, sensação que elas não conseguem explicar. Esta variedade não apresenta carácter bem definido. Todos os médiuns são necessariamente impressionáveis, sendo assim a impressionabilidade mais uma qualidade geral do que especial. É a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras. Difere da impressionabilidade puramente física e nervosa, com a qual preciso é, que não seja confundida, porquanto, pessoas há que não têm nervos delicados e que sentem mais ou menos o efeito da presença dos Espíritos, do mesmo modo que outras, muito irritáveis, absolutamente não os pressentem.

Médiuns falantes:

Os médiuns audientes, que apenas transmitem o que ouvem, não são, a bem dizer, médiuns falantes. Estes últimos, as mais das vezes, nada ouvem. Neles, o Espírito actua sobre os órgãos da palavra, como actua sobre a mão dos médiuns escreventes.

Querendo comunicar-se, o Espírito serve-se do órgão que se lhe depara mais flexível no médium. A um, toma conta da mão; a outro, da palavra; a um terceiro, do ouvido. O médium falante geralmente exprime-se sem ter consciência do que diz e muitas vezes diz coisas completamente estranhas às suas idéias habituais, aos seus conhecimentos e, até, fora do alcance de sua inteligência. Embora se ache perfeitamente acordado e em estado normal, raramente guarda lembranças do que diz. Em suma, nele, a palavra é um instrumento de que se serve o Espírito, com o qual uma terceira pessoa pode comunicar-se, como pode com o auxilio de um médium audiente.

Nem sempre, porém, é tão completa a passividade do médium falante. Alguns há que têm a intuição do que dizem, no mesmo momento em que pronunciam as palavras.

Médiuns videntes:

Os médiuns videntes tem a faculdade de ver os Espíritos. Alguns gozam dessa faculdade em estado normal, quando perfeitamente acordados, e conservam lembrança precisa do que viram. Outros só a possuem em estado sonambolico, ou próximo do sonambulismo. Raro é que esta faculdade se mostre permanente; quase sempre é efeito de uma crise passageira. Na categoria dos médiuns videntes podem-se incluir todas as pessoas dotadas de dupla vista. A possibilidade de ver em sonho os Espíritos resulta, sem contestação, de uma espécie de mediunidade, mas não constitui, propriamente falando, o que se chama médium vidente.

O médium vidente julga ver com os olhos, como os que são dotados de dupla vista; mas, na realidade, é a alma quem vê e por isso é que eles tanto vêem com os olhos fechados, como com os olhos abertos; donde se conclui que um cego pode ver os Espíritos, do mesmo modo que qualquer outro que tem perfeita a vista. Sobre este último ponto caberia fazer-se interessante estudo, o de saber se a faculdade de que tratamos é mais frequente nos cegos. Espíritos que na Terra foram cegos nos disseram que, quando vivos, tinham, pela alma, a percepção de certos objectos e que não se encontravam imersos em negra escuridão.

Cumpre distinguir as aparições acidentais e espontâneas da faculdade propriamente dita de ver os Espíritos. As primeiras são frequentes, sobretudo no momento da morte das pessoas que aquele que vê amou ou conheceu e que o vêm prevenir de que já não são deste mundo. Há inúmeros exemplos de factos deste gênero, sem falar das visões durante o sono. Doutras vezes, são, do mesmo modo, familiares ou amigos que, conquanto mortos há mais ou menos tempo, aparecem, ou para avisar de um perigo, ou para dar um conselho, ou, ainda, para pedir um serviço.

Médiuns sonambólicos:

Pode considerar-se o sonambulismo uma variedade da faculdade mediúnica, ou, melhor, são duas ordens de fenômenos que frequentemente se encontram reunidos. O sonâmbulo age sob a influência do seu próprio Espírito; é sua alma que, nos momentos de emancipação, vê, ouve e percebe, fora dos limites dos sentidos. O que ele externa tira-o de si mesmo; suas idéias são, em geral, mais justas do que no estado normal, seus conhecimentos mais dilatados, porque tem livre a alma. Numa palavra, ele vive antecipadamente a vida dos Espíritos. O médium, ao contrário, é instrumento de uma inteligência estranha; é passivo e o que diz não vem de si Em resumo, o sonâmbulo exprime o seu próprio pensamento, enquanto que o médium exprime o de outrem. Mas, o Espírito que se comunica com um médium comum também o pode fazer com um sonâmbulo; dá-se mesmo que, muitas vezes, o estado de emancipação da alma facilita essa comunicação. Muitos sonâmbulos vêem perfeitamente os Espíritos e descrevem-nos com tanta precisão, como os médiuns videntes. Podem confabular com eles e transmitir os seus pensamentos. O que dizem, fora do âmbito de seus conhecimentos pessoais, é-lhes com frequência sugerido por outros Espíritos. Aqui está um exemplo notável, em que a dupla acção do Espírito do sonâmbulo e de outro Espírito se revela e de modo inequívoco.

A lucidez sonambólica é uma faculdade que se radica no organismo e que é independente, em absoluto, da elevação, do adiantamento e mesmo do estado moral do indivíduo. Pode, pois, um sonâmbulo ser muito lúcido e ao mesmo tempo incapaz de resolver certas questões, desde que o seu Espírito seja pouco adiantado. O que fala por si próprio pode, portanto, dizer coisas boas ou más, exactas ou falsas, demonstrar mais ou menos delicadeza e escrúpulo nos processos de que use, conforme o grau de elevação, ou de inferioridade do seu próprio Espírito. A assistência então de outro Espírito pode suprir-lhe as deficiências. Mas, um sonâmbulo, tanto como os médiuns, pode ser assistido por um Espírito mentiroso, leviano, ou mesmo mau. É aí sobretudo, que as qualidades morais exercem grande influência, para atraírem os bons Espíritos.

Médiuns curadores:

Unicamente para não deixar de mencioná-la, falaremos aqui desta espécie de médiuns, o assunto exigiria desenvolvimento excessivo. Diremos apenas que este gênero de mediunidade consiste, principalmente, no dom que possuem certas pessoas de curar pelo simples toque, pelo olhar, mesmo por um gesto, sem o concurso de qualquer medicação. Dir-se-á, sem dúvida, que isso mais não é do que magnetismo.

Evidentemente, o fluido magnético desempenha aí importante papel; porém, quem examina cuidadosamente o fenômeno, sem dificuldades reconhece que há mais alguma coisa. A magnetização ordinária é um verdadeiro tratamento seguido, regular e metódico; as coisas passam-se de modo inteiramente diverso.

Todos os magnetizadores são mais ou menos aptos a curar, desde que saibam conduzir-se convenientemente, ao passo que nos médiuns curadores a faculdade é espontânea e alguns até a possuem sem jamais terem ouvido falar de magnetismo. A intervenção de uma potência oculta, que é o que constitui a mediunidade, faz-se manifestar, em certas circunstâncias, sobretudo se considerarmos que a maioria das pessoas que podem, com razão, ser qualificadas de médiuns curadores recorre à prece, que é uma verdadeira evocação.




PODERES EXTRA-SENSORIAIS:

Vejamos alguns desses casos:

  • Clarividência, incluindo a precognição, a retrocognição e a visão à distância, que são tipos de clarividência;
  • Telepatia que, embora precise de outra mente para se caracterizar, é anímica, funcionando como interação entre receptor e emissor;
  • Psicometria, que poderia ser considerada também um tipo de clarividência, já que se trata da visualização de factos e cenas, geralmente passados, relacionados com objectos;
  • Clariaudiência: Capacidade de ouvir sons, vozes extrafísicos.
  • Clariolfatismo: Capacidade de sentir odores extrafísicos.
  • Transmissão de energias, seja porque técnica ou método for, desde o passe comum até bênçãos, etc.
  • Desdobramento ou desprendimento astral, mesmo os ocorridos durante trabalhos mediúnicos ou os provocados mediunicamente, ou seja, por Espíritos desencarnados.