sábado, 26 de novembro de 2016

Sila Tarot: O que são os Comportamentos Projectados?


A projecção é uma transferência involuntária do nosso próprio comportamento, para as outras pessoas, dando-nos a impressão de que determinadas características estão presentes nos outros. Quando sofremos de ansiedade no que diz respeito às nossas emoções ou partes inaceitáveis da nossa personalidade, atribuímos esses aspectos – como um mecanismo de defesa – a objectos exteriores a nós ou a outras pessoas. Quando somos intolerantes com as outras pessoas, por exemplo, estamos inclinados a atribuir-lhes o nosso sentimento de inferioridade. Evidentemente, há sempre um “gancho” que favorece a nossa projecção. Alguma qualidade imperfeita noutra pessoa activa uma parte de nós próprios que quer a nossa atenção. Dessa forma, tudo o que não assumimos em relação a nós próprios, projectamos nas outras pessoas.

Só percebemos aquilo que somos. Gosto de pensar nisto em termos de energia. Imagine que existem cem diferentes tomadas de luz no seu peito. Cada tomada representa uma qualidade diferente. As que nós conhecemos são envolvidas por uma chapa de protecção. Estão seguras: nenhuma electricidade vai escapar dali. Mas as qualidades que não consideramos boas, que ainda não assumimos, têm uma carga. Assim, quando surgem outras pessoas que representam uma dessas qualidades, elas conectam-se directamente a nós. Por exemplo, se negarmos a nossa raiva ou nos sentirmos mal com ela, atrairemos gente zangada para a nossa vida. Abafaremos os nossos próprios sentimentos de raiva e criticaremos as pessoas que consideramos coléricas. Já que mentimos para nós próprios sobre os nossos sentimentos, o único meio de os encontrarmos é vê-los nos outros. As outras pessoas reflectem as emoções e os sentimentos que escondemos, o que nos permitem reconhecê-los e recuperá-los.


Instintivamente, nós recuamos diante das nossas projecções negativas. É mais fácil examinar aquilo que nos atrai, do que aquilo que nos causa aversão. Se fico aborrecido com a arrogância, é porque não estou a assumir a minha própria arrogância. Isto também é arrogância, que agora estou a demonstrar sem perceber, ou a arrogância que renego, a qual serei capaz de demonstrar no futuro. Se fico aborrecido com a arrogância, preciso examinar de perto, todos os recantos da minha vida e perguntar-me o seguinte: no passado, quando fui arrogante? Estou a ser arrogante neste momento? Pode acontecer que eu me comporte com arrogância no futuro? Com certeza eu estaria a ser arrogante se respondesse não a estas perguntas, sem me examinar com cuidado ou sem perguntar a outras pessoas se alguma vez me viram a agir com arrogância.

O ato de julgar alguém é arrogante; portanto, evidentemente, todos temos a capacidade de ser arrogantes. Se eu incorporar a minha própria arrogância, não me aborrecerei com a dos outros. Vou percebê-la, mas ela não me afectará. A tomada da minha arrogância estará envolvida, com uma chapa de protecção. Só quando se mente a si próprio, ou odeia alguma característica sua, é que recebe uma carga emocional originada do comportamento de outra pessoa.


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domingo, 20 de novembro de 2016

Sila Tarot: Como Atrair a Abundância do Universo Para Si?


A LEI DA ATRACÇÃO FUNCIONA ASSIM: NÃO ATRAI O QUE  QUER, ATRAI SIM O QUE VOCÊ É!

Quem nós pensamos que somos, está intimamente ligado, a como nos consideramos tratados pelos outros. Muitas pessoas queixam-se de que não recebem um tratamento bom o suficiente.

“Não me tratam com respeito, atenção, reconhecimento, consideração. Tratam-me como se eu não tivesse valor”, dizem.

Quando o tratamento é bondoso, elas suspeitam de motivos ocultos. “Os outros querem-me manipular, ter vantagem sobre mim. Ninguém me ama.”

Quem elas pensam que são isto: “Sou um pequeno eu’ carente, cujas necessidades não estão a ser satisfeitas.” Este erro básico de percepção de quem elas são, cria um distúrbio em todos os seus relacionamentos. Estes indivíduos acreditam que não têm nada a dar e que o mundo ou os outros, estão simplesmente a esconder-lhes a retira-lhes aquilo de que precisam, merecem e/ou simplesmente que os demais tem por força a obrigação/dever de lhes dar.

Toda a sua realidade se baseia num sentido ilusório de quem elas são. Isso sabota situações, prejudica todos os relacionamentos. Se o pensamento de falta – seja de dinheiro, reconhecimento ou amor – se tornou parte de quem pensamos que somos, sempre experimentaremos a falta. Em vez de reconhecermos o que já há de bom na nossa vida, tudo o que vemos é carência. Detectarmos o que existe de positivo na nossa vida é a base de toda a abundância.

O facto é o seguinte: Seja o que for que nós pensemos que o mundo nos está a retirar, é isso que estamos a tirar do mundo. Agimos assim, porque no fundo acreditamos que somos pequenos e que não temos nada a dar.

Se esse for o seu caso, experimente fazer o seguinte por duas semanas e veja como sua realidade mudará: Dê às pessoas qualquer coisa que você pensa que elas lhe estão negando – elogios, apreço, ajuda, atenção, etc. Não tem isto? Aja exactamente como se tivesse e tudo isso surgirá.

Assim que você começar a dar, passará a receber. Ninguém pode ganhar o que não dá. O fluxo de entrada determina o fluxo de saída. Seja o que for que você acredite que o mundo não lhe está a conceder, você já possui. Contudo, a menos que permita que isso flua para fora de si, nem sequer saberá que tem. Isso inclui a abundância. A lei segundo a qual o fluxo de saída determina o fluxo de entrada é expressa por Jesus: “Dai, e dar-se-vos-á."

Colocar-vos-ão no regaço uma medida boa, cheia, recalcada, sacudida e transbordante, porque, com a mesma medida com que medirdes, sereis medidos vós também.” A fonte de toda a abundância não está fora de si. Ela é parte de quem você é. Entretanto, comece por admitir e reconhecê-la exteriormente. Veja a plenitude da vida ao seu redor. O calor do sol sobre a sua pele, a exibição de flores magníficas, o sabor de uma fruta suculenta, a sensação no corpo de toda a força da chuva que cai do céu.

A plenitude da vida está presente a cada passo. O seu reconhecimento desperta a abundância interior adormecida. Então permita que ela flua para fora. Só o facto de sorrir para um estranho, já promove uma mínima saída de energia. Torna-se num doador. Pergunte-se com frequência: “O que posso dar neste caso?

Como posso prestar um serviço a esta pessoa, nesta situação? Você não precisa ser dono de nada para perceber que tem abundância. Porém, se sentir com frequência que a possui, é quase certo que as coisas comecem a acontecer na sua vida. Ela só chega para aqueles que já a têm.

Parece um tanto injusto, mas é claro que não é. É uma lei universal. Tanto a fartura quanto a escassez são estados interiores que se manifestam como nossa realidade. Jesus fala sobre isso da seguinte maneira: “Pois, ao que tem, se lhe dará; e ao que não tem, se lhe tirará até o que não tem.

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