sábado, 28 de janeiro de 2017

Sila Tarot: Como Tornar Uma Relação Séria?

Muitas pessoas começam a sair, a encontrar-se com alguém sem grandes expectativas ou sem sentimentos claros. O outro é interessante, divertido, óptima companhia e assim começa. Torna-se casual, nada de sério.

Entretanto com a continuidade das conversas, um belo dia um dos dois, descobre que está apaixonado pelo outro e surge assim a vontade de transformar aquela relação casual, num relacionamento sério. Só que as regras, mesmo que não verbalizadas e nem discutidas, já foram definidas. E agora, o apaixonado não sabe como poderá mudá-las e nem se o outro vai sequer aceitar alguma mudança. Aliás muito pelo contrário, é comum a pessoa já saber – seja por declaração ou por suposição – que o outro não está disposto a abdicar da sua liberdade e nem tem vontade de assumir nenhum compromisso.

Se já passou por isto, ou se este é o seu caso, certamente encontra-se já a fazer as perguntas - E agora, o que faço? Como devo agir? Continuo a aceitar a situação como está, já que não quero ficar sem esta pessoa, ou coloco as cartas na mesa, conto tudo o que sinto e o que desejo viver? Será que vale a pena arriscar uma crise, ou uma enorme decepção, considerando que os nossos objectivos, podem não ser partilhados?

E pronto! E está formada a combinação desastrosa entre conflitos internos, angústias e ansiedades. Provavelmente, vai amargar algumas sensações bastante desagradáveis, até que se consiga posicionar. Sim, porque por mais que tente dar a volta ao coração, ele vai cobrar, vai pedir. E se não tomar uma atitude, poderá até adoecer.

Parto do princípio, que um relacionamento só vale a pena ser vivido quando está baseado na verdade de cada um, mesmo que essa verdade possa ser mudada a qualquer momento. Não é válido estar a fingir que quer uma coisa, quando na verdade quer outra. Comportar-se como quem não se importa, se realmente se importa. Fazer de conta que tanto faz, se estarem só de vez em quando...ou não, se não é isso, o que verdadeiramente quer.

Afinal de contas, se não há espaço para ser quem é na realidade, será de facto, que está a viver uma relação? Será que vale a pena investir numa dinâmica, a qual não é a sua, num sentimento que não é o seu? Pense bem: Se correr bem, terá conquistado o outro a partir de um perfil que não é o seu. E se der para o torto, amargará a dúvida de como teria sido, se tivesse agido de forma transparente.



Portanto, se o seu desejo é fazer uma relação casual, tornar-se num relacionamento sério, tenha consciência do que quer e haja de modo coerente. Claro que não é necessário intimidar o outro. Forçá-lo a escolher entre assumir um compromisso consigo, ou desaparecer para todo o sempre. Não se trata disso!

Estou a sugerir ações subtis, conversas no momento certo, perguntas que a permitam compreender quais são as verdadeiras intenções do outro. Enfim, com cuidado, sensibilidade e gentileza, é possível concluir se existe alguma possibilidade de se transformar em namoro ou se só servirá para fazê-la sofrer e ficar frustrada. Porque no fundo, todos nós sentimos e sabemos a diferença entre uma situação e outra.

Lembre-se que um relacionamento nunca depende somente de um dos envolvidos. Os dois têm de querer. Os dois têm de pensar, sentir e agir na mesma direcção. Mas uma coisa é certa: Só você poderá fazer a sua parte. E só você poderá saber se a está a fazer da melhor forma possível. E em última instância, o facto de ter sido fiel aos seus próprios sentimentos, torna muito provável que o relacionamento sério aconteça, muito antes do que imagina, seja com determinada pessoa ou com outra... a que realmente quer estar consigo!

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Sila Tarot: A Empatia: O Segredo das Boas Relações!




Conheça o segredo da perfeita sintonia e utilize-o para valorizar os seus relacionamentos afectivos e profissionais: desenvolver a empatia permite que se criem laços, e que se relacione sempre de forma harmoniosa e seja sempre feliz!

Uma simples troca de olhares que vale mais do que mil palavras. Um estranho sentimento que nos diz que podemos confiar naquela pessoa que acabámos de conhecer. Uma sintonia verdadeira com as intenções e sentimentos de alguém especial. Em qualquer uma dessas situações, experimentamos o que há de melhor em termos de relações humanas. Em todas elas, quem dá as cartas é a empatia.


Empatia é a capacidade de se identificar com outra pessoa. E, mais do que isso, de tentar enxergar o mundo de acordo com o ponto de vista dela. Em outras palavras, podemos dizer que a empatia é a habilidade do indivíduo de se colocar no lugar do outro. Tudo isso, é claro, sem perder sua própria identidade. No dia a dia, quando utilizamos todo o nosso potencial de empatia, criamos automaticamente uma atmosfera de confiança nos nossos relacionamentos, conquistando amigos, estreitando laços afetivos e solidificando relações, até mesmo, profissionais.


Como desenvolver a empatia?

Mas como podemos desenvolver essa capacidade? A empatia é alimentada pelo auto-conhecimento; quanto mais consciente estivermos acerca das nossas próprias emoções, mais facilmente poderemos entender os sentimentos alheios.

A empatia não é apenas uma ferramenta de conhecimento da outra pessoa, mas também do mundo e de nós mesmos. Assim, o primeiro passo para estimulá-la é entender as suas próprias reações aos estímulos externos. Em seguida, ficará muito mais fácil entender as reações dos outros – afinal, como alguém que despreza as próprias necessidades e sentimentos poderá compreender as necessidades do outro?


Coloque-se no lugar da outra pessoa

A partir do momento em que nos conseguimos tratar com empatia, ou seja, que passamos a ser compreensivos connosco próprios, como gostaríamos que os outros fossem, estamos prontos para deixar a empatia guiar todos os nossos relacionamentos.

Nas relações íntimas, como um namoro ou uma grande amizade, por exemplo, isso significa, não apenas preocupar-se com o que o outro está a sentir, mas também esforçar-se para entender as suas próprias motivações, desejos e modo de pensar, mesmo que para isso seja necessário deixar de parte as suas próprias crenças e valores por um momento. Nos encontros sociais e profissionais, por sua vez, demonstrar empatia é sinonimo de não tentar impor a sua personalidade sobre a do outro.

Quem diz e faz sempre o que quer, sem se importar com que os outros vão pensar ou sentir, está longe de possuir esta habilidade. Já quem respeita o outro e acima de tudo,  interessa-se por ele, está no caminho certo para desenvolver esta valiosa habilidade. E já pensou? De que lado está?


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Sila Tarot: Porque Devemos Dizer Não?

"Se nunca diz NÃO, o seu SIM não vale nada".


Muitas pessoas enfrentam problemas e dificuldades no seu dia-a-dia por uma razão muito simples: A incapacidade de dizer não. Dizem frequentemente sim, a pedidos e exigências alheias absurdas, quando na verdade preferiam, ou gostariam de dizer não.

Porque isto acontece?

São vários os factores por trás dessa incapacidade: O medo de ser rejeitado, a necessidade de obter sempre a simpatia dos outros, uma dificuldade em enfrentar conflitos e uma baixa auto-estima.

Na realidade, temos a ilusão de que dizer que sim é uma forma de assegurar o afecto dos outros mas, por vezes, é ao contrário: saber dizer um não oportuno faz maravilhas quanto a ganharmos o respeito e consideração alheios.

Curiosamente, um não que é "não, e pronto" pode ser mais bem visto do que um não cheio de desculpas – pois dá a sensação de que pode haver razão para a pessoa se sentir culpada.

Neste caso, não há motivos para ter problemas de consciência desde que nos asseguremos dos nossos direitos e da justeza em afirmá-los.

O resultado dessa atitude é que acabam acumulando tarefas, dedicando-se a coisas que muitas vezes não tinham vontade de fazer, em detrimento de suas próprias necessidades e desejos.


Isso acaba por trazer uma dificuldade em cumprir todos os compromissos, gerando stress e frustração, e fazendo com que o ressentimento contra a vida cresça.

Para sair desse círculo vicioso, é preciso primeiro que tudo, analisar com cuidado as causas dessa incapacidade de dizer não. Isso exige um trabalho minucioso de investigação interior, que lhe permitirá descobrir o que na sua história de vida, determinou tal comportamento.


Outro caminho é reflectir sobre suas próprias necessidades e saber distinguí-las daquilo que lhes foi imposto pelas outras pessoas. É claro que todos nós temos obrigações na vida, responsabilidades que nos cabe cumprir mesmo que nem sempre sejam de todo agradáveis.

Entretanto, é preciso determinar claramente quais as nossas próprias prioridades e recusar aquilo que não se enquadra dentro delas. Desse modo, poderemos evitar ao máximo aceitar tarefas que não sejam imprescindíveis para o nosso próprio bem-estar.

O amor por si próprio e o cultivo da auto-confiança são importantes antídotos contra a incapacidade de dizer não. Comece por recusar-se a comprar coisas inúteis de que não necessita, sem se deixar dominar pela insistência do vendedor.

Diga não a pedidos abusivos como por exemplo, o daquele colega que vive a pedir dinheiro emprestado, mas jamais se lembra de devolver.

Experimente, é preciso começar de algum modo. Com a prática, isso se tornará cada vez mais confortável para si. E um belo dia, sem perceber, estará a dizer não a um relacionamento afectivo abusivo, recusando-se a ser explorado pela família ou pelos amigos e tornando sua vida bem menos atribulada.

... Um único momento de autenticidade é melhor do que uma existência inteira de vida inautêntica. Portanto não tenha medo.

Ser autêntico significa permanecer verdadeiro consigo mesmo.


Como permanecer verdadeiro?

Lembre-se sempre de três regras:

Uma, nunca dê ouvidos a ninguém quando dizem o que deve ser. Ouça sempre a sua voz interior, o que gostaria de ser; de contrário vai desperdiçar a sua vida inteira.

Ser autêntico significa ser sincero consigo mesmo.

A segunda regra mais importante – só se cumprir a primeira regra, poderá cumprir a segunda – nunca use uma máscara. Se estiver com raiva, mostre a sua raiva. É perigoso, mas não sorria, porque isso é ser falso. Mas ensinaram-lhe que quando está com raiva deve sorrir. Então o seu sorriso torna-se falso, uma máscara – simplesmente um movimento dos lábios e nada mais. O coração cheio de raiva, veneno, e os lábios sorrindo; Tornar-se-á um prodígio de falsidade.


E a terceira regra sobre a autenticidade... permaneça sempre no presente, porque tanto do passado quanto do futuro é que vêm todas as falsidades. Porque o que passou, passou; não se preocupe com isso e não o carregue como um fardo; de contrário ele cairá sobre o presente e o destruirá. Seja verdadeiro em relação ao presente; então conseguirá será autêntico. Estar aqui e agora é ser autêntico. Nem passado nem futuro – o momento é tudo.

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Sila Tarot: Os 35 GRANDES SEGREDOS dos Homens!

1. Queremos um relacionamento directo. Sim ou não. Sem talvez.

2. Uma mulher que saiba valorizar o carinho e que também saiba oferecer o seu carinho quando é preciso.

3. Liberdade. Também temos amigos.

4. Um café na cama de manhã, seguido de um belo sexo matinal.

5. Fidelidade acima de tudo, pois mesmo que olhemos para as mais lindas mulheres, os decentes sempre optarão por ficar única e exclusivamente com quem amam.

6. Uma mulher que aceite elogios. Quando falamos que vocês estão lindas, ACREDITEM! Parem de menosprezar os nossos elogios, ou dizerem que estão gordas. Chega uma altura em que realmente se torna cansativo.

7. Homens também gostam de surpresas e elas não se remetem apenas a “um oral” matinal (o que também é bom). Mensagens de carinho e apimentadas durante o dia, são muito bem-vindas.

8. Todos nós temos assuntos preferidos. Às vezes também é bom saber um pouco sobre futebol, carros e afins. Não queremos que se tornem profissionais no assunto, mas saber uma coisa ou outra é interessante.

9. Não estejam sempre a ligar e a mandar mensagens para controlar onde e com quem estamos. Quando gostamos mesmo, saímos com os amigos só para descontrair, não vai acontecer nada demais. Todos os que querem trair traem, independente do controlo da parceira.

10. Queremos mulheres, não meninas. Odiamos quando se reúnem com as suas amigas e ficam com aqueles gritos típicos de miúdas de 15 anos. «Riam, gargalhem, mas com postura. As Mulheres têm postura, as meninas preocupam-se demais com o que os outros pensam e vivem num mundo superficial.

11. Mulheres com sex appeal. Tem de saber ser sexy, sem abusarem ou serem vulgares. E não é somente a roupa que o mostra. O olhar e a maneira de falar também o demonstram. Isso aumenta o poder de atracção.

12. Alguém com quem possamos compartilhar as nossas fantasias, sem sermos julgados.

13. Que ela divida as contas de vez em quando.

14. Mulheres que saibam ouvir uma crítica, sem ficarem com ar de chateadas.

15. Os Homens não gostam de mulheres subordinadas, que aceitam tudo. Dialogar e até discutir sobre algo, de forma respeitosa, também fica bem. Atitude, personalidade e sinceridade criam respeito, confiança, as bases da paixão e do amor.

16. Que ela seja parceira e aceite sair com todos nossos amigos por gosto, e não por se sentir obrigada a acompanhar-nos.

17. Menos desconfianças e inseguranças. Mais sexo, risos e carinhos.

18. Uma companheira que nos ajude a enfrentar os problemas e que não nos julgue quando erramos.

19. Mais sorrisos – de preferência gargalhadas – e menos caras de frete.

20. Uma boa pergunta… (Depende do dia)


21. Quero estar com alguém com quem eu sei, que gostarei e terei sobre o que conversar, depois de 20, 40, 50 anos de casado.

22. Simplicidade, facilidade. Se quiserem ser entendidas, façam-se entender. Sem rodeios nem meias palavras.

23. Ter alguém para nos fazer sexo oral, enquanto conduzimos em longas viagens.

24. Que a mulher goste do homem pelo que ele É, e não pelo que ele TEM.

25. Espaço.

26. Uma massagem depois do futebol com os amigos.

27. Quero uma mulher que não me veja como príncipe encantado. Não quero ter que preencher as expectativas fantasiosas femininas.

28. Quero sexo com a luz acesa.

29. Sarcasmo, bom humor e companheirismo, para beber uma cerveja.

30. Quero-te mais a ti, e menos interferência da tua família! Quero uma adulta independente, por favor.

31. Nós homens, adoramos ver uma mulher “dada” e sair com ela, mas claro que mulheres assim é apenas sexo e adeus. Num relacionamento, nós gostamos de uma mulher “dada” na cama, mas que não o seja fora do quarto.

32. Não queremos apenas sexo! Queremos também carinho, atenção, respeito, amor… Afinal, também temos sentimentos.

33. Sinceridade, mesmo que doa. Pequenas e grandes mentiras destroem qualquer relacionamento.

34. Alguém a quem explicar o que é um fora de jogo e nos sentirmos profissionais sobre um assunto.

35. Que não comentem relacionamentos antigos, nem para nos elogiar.

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Sila Tarot: Aprender a Amar: Dar e receber!


Quem ama quer a felicidade do outro. Por isso se preocupa com o outro e não com o seu próprio bem estar. O outro transforma-se no objecto dos pensamentos, sentimentos e desejos, da sua esperança e dos seus anseios. Não só vive com ele, mas também para ele. Quer que o outro possa apoiar-se em si, fazer-lhe bem. Quem ama verdadeiramente, deseja dar tudo aquilo que não se pode comprar nem vender, pois isso é o mais valioso. Aquele que ama dá algo de si mesmo, da sua própria vida, do que está vivo em si próprio. Partilha as suas alegrias e as suas tristezas, as suas ilusões e desilusões, as suas experiências e planos para o futuro, os seus conhecimentos, os seus interesses, as suas reflexões e o seu humor, numa palavra: dá-se a si mesmo. Partilhando a sua vida com o outro, enriquece-se. Aumenta a sensação de estar vivo e torna-se mais forte. Quando alguém dá verdadeiramente, não tardará a receber. Pois a entrega de um, fomenta a generosidade do outro, satisfazendo ambos.

Na verdade, dar significa receber, não só nas relações matrimoniais, mas também em muitas outras situações. O professor aprende com os seus alunos, o desportista sente-se animado pelos espectadores, alguns psicoterapeutas são curados pelos próprios pacientes. Tudo isto é óptimo enquanto não se cai na grande tentação de se procurar a si mesmo nesta entrega. Pois até nos actos mais desinteressados, pode faltar o amor; até a bondade se pode converter em injustiça, para com a outra pessoa, e uma entrega ostensiva pode chegar a ser ofensiva. Basta pensar nas donas de casa que se matam a fazer limpezas, e depois o lançam à cara do marido.


O desprendimento é o elemento essencial do amor. Só quando se sabe abstrair de si próprio, e não se procura constantemente o elogio e o apreço por parte dos outros é que se é capaz de partilhar a vida de outra pessoa. Isto pressupõe um certo nível de amadurecimento e de independência, já que é necessário ter-se aceite a si próprio antes de poder fazê-lo com outra pessoa. Para poder aprofundar os pensamentos dos outros é preciso dispor, antes de tudo, de reflexões próprias. Tanto o homem, como a mulher têm de se tornar capazes de discorrer e fazer planos por sua conta própria. Esta independência é condição prévia para a capacidade autêntica de amor. Se eu depender de alguém por incapacidade de ser independente, essa pessoa pode ser o meu salvador, o meu ponto de apoio, o meu orgulho e o meu lar; mas a nossa relação jamais se poderá chamar amor! Enquanto não tiver as minhas próprias convicções, e os meus próprios actos forem só reacções aos actos alheios e aos seus ecos, não poderei ser um verdadeiro amigo de ninguém.

O amor só é possível na base da liberdade. Quem é livre, não se opõe a entregar-se, nem o incomoda sentir-se insignificante. Não inveja no outro, o que ele próprio talvez não tenha, e frequentemente, alegra-se se o outro for mais importante do que ele.

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sábado, 21 de janeiro de 2017

Sila Tarot: 10 Passos Para se Tornar Mais Auto-Confiante!

A auto-confiança é um contributo importante na formação da nossa identidade. A confiança pode ser considerada uma competência extremamente importante na vida de cada um de nós. Sem um sentimento de auto-confiança em si ou sem ter confiança nas suas habilidades e capacidades, certamente sente-se incapaz de realizar aquilo que deseja. Num estado de dúvida e incerteza nas suas capacidades a vida torna-se mais difícil, os comportamentos e atitudes são inevitavelmente afectados negativamente. Emergem dúvidas, os receios e medos passam a comandar a vida, e os pensamentos negativos passam a ser uma constante. A estrutura mental vai enraizando uma forma negativa de processar a informação, os estímulos, situações e desafios na vida, são visto à luz do pessimismo.

Mas, nem sempre, nem nunca. Ainda que cada um de nós tenha um determinado nível de auto-confiança (uns mais, outros menos), ninguém por certo, está sempre confiante em todas as situações, em qualquer momento e em tudo na vida. O oposto é igualmente verdadeiro, ninguém tem a sua auto-confiança sempre diminuída, em todas as situações, em qualquer momento e em tudo na vida.


Uma forma saudável e funcional de olhar para a nossa auto-confiança, é percebê-la em termos de grau. Sempre que perceba que está a retrair-se ou a evitar algo por julgar que não está suficientemente confiante em si para lidar ou enfrentar a situação, questione-se em termos de grau, usando uma escala entre (0-10)

Por exemplo: “De 0 a 10, quanto me sinto confiante para o exame de matemática?”



Ao olhar para a sua auto-confiança em termos de grau, permite distanciar-se de si mesmo, promove a descentralização do problema como se ele existisse fora si, ou fosse algo que pode ser trabalhado e consequentemente melhorado. Tal como no exemplo anterior, caso o seu grau de confiança fosse de “5″, poderia estudar mais e pedir explicações da matéria para o que ainda tivesse dificuldade, tentando elevar o seu grau de confiança para “8″. Mas, o problema da auto-confiança diminuída complica-se, quando mesmo estudando tudo ao pormenor, a pessoa continua sem confiança em si mesmo para no dia do exame conseguir expressar o que sabe. Isto quer dizer, que a auto-confiança estabelece relação com as crenças que a pessoa tem em si, com aauto-estima, timidez, ou com alguns medos que possam existir, como por exemplo o medo de falar em público, fobia social, ansiedade generalizada. Todas estes traços individuais influenciam e são influenciados, podendo contribuir para os seus problemas pessoais.

Para se tornar numa pessoa auto-confiante, é importante levar todos os aspectos anteriores em consideração. No entanto, o que mais importa é perceber que todos podem ser melhorados, trabalhando diariamente em algumas estratégias, que permitem ir percebendo que é capaz de realizar aquilo que deseja para si.



Apresento em seguida 10 formas simples para melhorar a sua auto-confiança:

1. MELHORAR A SUA PREPARAÇÃO FÍSICA:

O corpo é o nosso templo, é onde tudo acontece e tudo se passa. Nós vivemos no nosso corpo e com o nosso corpo. As imensas funções e funcionalidades que tem, damos praticamente por garantidas. Está sempre a trabalhar em prol da nossa sobrevivência 24/24 horas. E, nos momentos em que falha, é nele que mais pensamos e mais apelamos para que volte a funcionar devidamente para que possamos levar a vida para a frente, sentido-nos bem. Mas, o que é que na grande maioria das vezes fazemos? Muitas vezes esquecemos que temos um corpo que necessita de ser cuidado conscientemente por nós! E você, tem cuidado do seu corpo? O mesmo será perguntar, se tem cuidado de si e da sua saúde?


Citação: Nenhum cidadão tem o direito de ser um amador em matéria de treino físico! Que desgraça é para o homem envelhecer sem nunca ver a beleza e a força do que o seu corpo é capaz. – Sócrates
Este é um imperativo, por uma razão simples, se não estiver em forma, não está saudável. Se você não está saudável, não pode aproveitar a vida tanto quanto uma pessoa saudável consegue. Se você não pode desfrutar da sua vida ao máximo, provavelmente a sua auto-confiança pode ser afectada. Não pretendo com este tipo de discurso passar a mensagem de que quem tem algumas condicionantes físicas não possa ser auto-confiante. O que digo, é que todos nós, e até mesmo os que infelizmente possuem algumas limitações físicas, em determinado grau beneficiamos todos de algum tipo de exercício físico.

Se está em busca de um impulsionador da confiança permanente, pode por exemplo livrar-se do excesso de gordura alojado na sua barriga e obter uma barriga mais lisa. Se já tem uma barriga lisa, exercite-a e coloque-lhe algum músculo. Se sobe um lance de escadas e fica extremamente ofegante, faça caminhadas. Se por acaso já é adepto dos ginásios, óptimo, continue a fazê-lo. Se ainda não olhou seriamente para os benefícios do exercício físico para a sua saúde, saiba agora que é um factor que deve levar em consideração. Comece o quanto antes a mexer-se, pela sua saúde e veja a sua confiança a melhorar também.


2. EXPANDIR A SUA ZONA DE CONFORTO


A auto-confiança pode beneficiar da experiência. Claro que também pode ser afectada por experiências negativas de vida, inibindo-nos os movimentos e as tomadas de iniciativa. Mesmo perante acontecimentos negativos de vida, ficar paralisado e optar por evitar, só piora a situação em que nos encontramos. Se tem noção que a sua baixa auto-confiança afecta-o no seu dia a dia, pondere expandir a sua zona de conforto. Faça um contrato com o seu passado, deixando-o onde ele pertence: no Passado. Depois disso, decida-se a avançar, decida-se a expandir a sua zona de conforto. proponha-se a experimentar coisas novas, coisas que lhe parecem ser difíceis de executar, e experimente fazer. Por cada uma que verificar que consegue ser bem sucedido a sua auto-confiança agradece.  
Citação: Não é porque as coisas são difíceis que não ousamos, é porque não ousamos que elas são difíceis. – Lucius Annaeus Seneca.
A auto-confiança piora com o isolamento, quando evita as situações temidas e difíceis de realizar. A pessoa vai restringindo a sua vida, ao ponto de correr o risco de entrar numa espiral negativa, afectando até algumas das coisas que anteriormente se sentia confortável a fazer. Certamente, se estiver evitando as situações que o fazem sentir-se desconfortável, nunca irá tornar-se confiante.

Se melhorar a sua auto-confiança é difícil para si, provavelmente é porque passou a evitar qualquer situação que poderia ajudá-lo a tornar-se mais confiante. Enfrente os seus medos e torne isso num hábito diário. Cada vez que evita uma situação em que se sente inseguro, estará basicamente a dizer: “Eu não quero ser confiante, prefiro ser tímido.”A escolha é sua!


3. ACALMAR-SE


Com a consciência da nossa baixa auto-confiança, inevitavelmente o nosso corpo reage a esse estado, sentindo ansiedade. Num estado ansioso, os cenários antecipatórios emergem na mente, normalmente são cenários negativos e até catastróficos. A excitação, tensão e ansiedade vai aumentando, podendo atingir níveis que toldam a clareza de pensamento. Numa situação do dia a dia, quando sentimos o corpo num estado de alerta elevado, emergem ainda mais as sensações de incapacidade de lidar com a situação temida. A mente começa a tecer pensamentos a 100 à hora, e o corpo segue esse impulso. Fica-se mais agitado, desesperado e a capacidade de tomar decisões diminui. Perante tal estado incapacitante, o que fazer?

A resposta é: acalmar-se.
Vive a sua vida numa corrida constante? Se assim for, está sempre a correr para algum lugar, e com isso aumenta a probabilidade de ficar nervoso e stressado. Num estado de tensão, o sentimento de confiança é afetado, diminuindo.

Provérbio: Tensão é quem você pensa que deveria ser. O relaxamento é quem você é. – provérbio Chinês
Aprenda a relaxar. Gaste pelo menos 30 minutos por dia para relaxar. Quer se trate de ouvir música, ler livros, andar, correr, técncas de relaxamento, meditar, levantamento de pesos ou divertir-se com os seus amigos, faça algo que o possa relaxar. O stress excessivo diminui a sua auto-confiança.


4. INTERAGIR COM OS OUTROS


Uma das consequências da baixa auto-confiança, como já vimos anteriormente é o efacto de evitar as situações, tarefas ou coisas temidas. Esta forma de encarar o seu problema de auto-confiança diminuída pode conduzi-lo a um outro problema de cariz social. Pode começar a evitar interagir com os outros. Provavelmente devido à sua timidez, ao seu receio de não saber o que dizer ou como comportar-se. Isso vai minando a sua motivação para encontros sociais e eventualmente para possíveis relacionamentos.

O que deve evitar mesmo é tornar-se anti-social. Não estou a querer dizer que se torna anti-social numa perspetiva hostil, mas sim porque evita a vergonha, o constrangimento e a crítica. Esforce-se por não se alienar do mundo. As redes socais que proliferam na Internet por vezes podem contribuir para a desconexão com os outros. Gaste menos tempo no facebook, menos tempo a ver televisão ou a navegar na internet, e aposte mais no mundo físico. Não pretendo menosprezar a utilidade da Internet como óptima ferramenta que é. Mas se está a sofrer com a sua baixa auto-confiança, este não é o momento apropriado para investir horas desmedidas atrás de um écran.

Ao invés de meter conversa com alguém no Facebook, ou outras redes sociais, obtenha o número de Telemóvel dessa pessoa, convide-a a sair e façam algo de divertido juntos. Seja criativo e faça coisas divertidas no mundo real. Torne a sua vida mais interessante e assim aumenta as possibilidades de trabalhar eficazmente na sua auto-confiança.


5. DEIXE DE SE COMPORTAR COMO VÍTIMA


Quer seja culpabilizando-se ou culpando os outros pela sua baixa auto-confiança, está a desempenhar um papel de vítima. Por vezes culpabilizamo-nos para evitar que os outros o façam por nós. Esta é uma atitude negativa face ao problema que o afecta. Se pretende tornar-se numa pessoa mais confiante, assuma de uma vez por todas a dificuldade que tem. Importa para isso perceber as competências que precisa de trabalhar no sentido de munir-se de estratégias que possam ajudá-lo a enfrentar as situações temidas. A baixa auto-confiança reveste-se de alguns medos disfarçados, apoiados por uma ausência de aprendizagens de vários níveis.

Repare que referi ausência de aprendizagens. E como já verificámos, pode aprender a ser mais confiante. Mas para aprender a ser confiante, tem de dar um passo importante que é abandonar a mentalidade de vitima.



6. SER POSITIVO


As pessoas que vivem uma vida mais feliz geralmente são mais auto-confiantes. Além disso, elas tendem a ter uma vida social bastante activa. Quem não quer estar em torno de uma pessoa positiva?

Para ser mais positivo na sua vida, importa estar motivado para caminhar nesse sentido. Deve começar por monitorizar que tipo de discurso tem consigo mesmo. Depois melhore o seu diálogo interno, diga coisas construtivas, orientadas para a solução e para os resultados que pretende alcançar. Deixe de dizer desculpe, eu não sei, eu não consigo. Deve optimizar o seu dialogo interno e acabar de uma vez por todas com o seu dialogo auto-critico mordaz.

Pouco a pouco vá substituindo alguns dos seus pensamentos negativos por pensamentos positivos. Trabalhando a positividade na sua vida e, com uma atitude positiva em mente, irá com toda a certeza passar a ser uma pessoa mais confiante.


7. APRENDA PELA OBSERVAÇÃO E IMITAÇÃO


Em psicologia a aprendizagem por observação tem o nome de aprendizagem vicariante. Este tipo de aprendizagem está baseado na observação de um modelo escolhido. Por outras palavras, ao observar alguém que saiba que tem uma elevada auto-confiança, é possível aprender os mesmos padrões de comportamento e tentar reproduzi-los na sua vida. Claro, que com as devidas adaptações e adequações aos seus próprios objectivos.

Aprender pela observação e depois imitar as atitudes, comportamentos, gestos, tom de voz ou formas de vestir do modelo são uma forma rápida e eficaz de aprender aquilo que tanto deseja melhorar. Para facilitar este processo, faça uma lista de cinco pessoas que conhece e tem possibilidades de observar. Em seguida comece a reparar em algumas particularidades, como por exemplo, as palavras que utiliza, o seu ânimo, a forma de caminhar e dirigir-se ás pessoas, como é o seu olhar, o tom de voz, que roupas veste, que assuntos aborda e com que convicção fala acerca deles.

A aprendizagem por observação evita muitos inconvenientes, chatices, dissabores e tem ainda a vantagem de poder escolher o modelo que mais admira, facilitando a implementação das atitudes e comportamentos que admira.

Pode ainda aprender as atitudes e formas de pensamentos das pessoas confiantes, lendo biografias ou vendo filmes que abordem a temática.


8. SEJA DECIDIDO, NÃO HESITE


As pessoas confiantes, são igualmente decididas. Todas as vezes que hesita, passa a imagem de alguém inseguro e tímido. Mesmo não estando totalmente seguro se vai ser bem sucedido ou não, quando se decidir a fazer algo, faça com toda a sua motivação e ímpeto. Coloque energia, e encare o desafio, tarefa ou situação com uma atitude positiva. Quanto mais hesitar, mais inseguro ficará (ou seja, provavelmente não irá colocar-se num estado favorável). Agir de imediato aumenta as chances de ser bem sucedido.

Citação: Faça com que a sua mente aja decididamente e assuma as consequências. Nada de bom é feito neste mundo pela hesitação. – Thomas Huxley
Pedir-lhe para agir decididamente quando se tem uma baixa auto-confiança, parece paradoxal e impossível. Sim, até pode parecer, mas é isso mesmo, uma percepção limitante das suas capacidades que provavelmente não corresponde à realidade. Se conseguir colocar-se num estado calmo, com uma atitude positiva, reforçando essa atitude com um discurso assertivo e munido com as estratégias que aprendeu por observação, certamente pode perceber que consegue ser mais decidido. Quando se sentir mais capacitado para enfrentar alguma das situações que o impedem de fazer aquilo que tanto deseja, não hesite, avance com tudo. Experimente o que aprendeu, testando isso na prática. Pode até acontecer não ter o resultado desejado. Volte a tentar, pratique uma e outra vez até conseguir aplicar eficazmente as estratégias aprendidas.


9. ESTABELEÇA E PLANIFIQUE DESAFIOS


A vida pode comprovar-se muito aborrecida se seguir a mesma rotina todos os dias. Se durante dez anos fizermos sempre o mesmo tipo de coisas, vivemos apenas um ano de experiências. Se tem uma baixa auto-confiança e nunca fez nada para melhorar isso, não admira que assim continue. Propor-se a novos desafios, que lhe transmitam um senso de realização, faça algo que depois possa sentir orgulho de si mesmo. Certamente irá melhorar a sua auto-estima e auto-confiança.

Tornar a sua vida mais interessante, definindo desafios para si mesmo é algo muito impulsionador para a melhoria do seu problema. Cada desafio vai fazer de si uma pessoa mais confiante (quanto mais coisas conseguir realizar, mais bem sucedido e confiante se sentirá).

Citação: Não há nada como um desafio para fazer expressar o melhor do Homem. – Sean Connery
Apresento algumas ideias simples para os desafios: 

  • Tornar-se fluente num novo idioma em 6 meses (sim, é possível)
  • Viajar para um lugar remoto ou passar algum tempo numa zona mais isolada (lembre-se de se preparar!)
  • Estabelecer metas de exercício físico (aumentar os quilos levantados, percorrer uma maior distância a caminhar ou a correr)


10. NÃO DESISTA


Usualmente as pessoas confiantes, não desistem. Quer dizer, pelos menos não têm a possibilidade da desistência na sua mente. Como pode ser uma pessoa confiante, se é um desistente nato? Não se iluda, dificuldades em realizar aquilo que se pretende, todas as pessoas enfrentam. O que difere é a atitude que cada pessoa adopta perante a dificuldade ou retrocessos.

Citação: A nossa maior glória não consiste em nunca falhar, mas em levantar-se a cada vez que falhamos. – Ralph Waldo Emerson
Pode fazer quase qualquer coisa se conseguir manter-se no caminho do objectivo o tempo suficiente. Se quer tornar-se confiante, prometa a si mesmo que não irá desistir até atingir os seus obectivos. Desenvolva uma mentalidade “não desistir facilmente”. Persistir perante a dificuldade é uma característica extremamente importante de todas pessoas auto-confiantes. Assuma a responsabilidade da sua vida nas suas mãos e evite ao máximo, desistir de algo que é tão importante para si!


Provavelmente mesmo a pessoa mais confiante, às vezes ainda se sente insegura em algumas situações. Mas, a pessoa confiante acredita desenvolver a sua confiança naquilo que lhe gera desconforto e incómodo. Ela coloca-se à prova, prepara-se para o desafio, mune-se das “armas” necessárias e vai à luta. E isso é o que conta.

Comece com um único passo e concentre-se todos os dias em ser mais confiante do que era ontem. Roma e Pavia, não se construíram num dia.

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Sila Tarot: Qual é o Teor Da Sua Energia?


Com umas pessoas sente um prazer enorme em conversar, com outras até antipatiza.

Isso não é apenas um capricho seu, mas um reflexo das energias que algumas pessoas irradiam e que capta para si.

Existem pessoas ditas “nutritivas” (Positivas) e outras “sugadoras” (Negativas)

As nutritivas são:

Independentes: Cuidam de si, assumem as suas próprias necessidades, evitam descarregar os seus problemas nos outros, procuram ganhar o seu próprio dinheiro.

Generosas: Dão os bens que não vão utilizar mais, cooperam com as obras de foro social. Estão sempre a renovar-se.

Confiantes: Estudam as experiências alheias, mas em momentos de decisão não perguntam aos outros o que fazer.

Optimistas: Em todos os acontecimentos olham para o lado positivo. Nunca fazem dramas com nada.

Respeitadoras: Nunca invadem o espaço de ninguém. Aceitam os outros como são, sem desejar mudá-los.

As sugadoras são:

Vítimas, Sofredoras: Quando lhes acontece uma coisa boa, ficam logo á espera que lhes aconteça algo negativo. Culpam o governo, a sociedade, e as outras pessoas pelas suas dificuldades.

Dependentes: Nunca fazem nada sozinhas. Acham tudo difícil. Sentem-se incapazes.

Indecisas: Não têm opinião própria. Só fazem o que os outros dizem.

Depressivas: Jamais falam do que já têm, só do que ainda lhes falta. Estão sempre a querer atenção especial das pessoas e revoltam-se quando não são atendidas.

Inseguras: Apegam-se a tudo e a todos. Têm medo das mudanças, do novo e do futuro. São ansiosas e dramáticas. Vêem sempre o lado pessimista das coisas e situações.

Quando capta a energia de uma pessoa nutritiva, sente-se muito bem. Mas se de repente sente o corpo pesado, boceja, fica deprimida, triste, com dores de cabeça ou enjôos, provavelmente absorveu as energias de uma pessoa sugadora.


Nesse caso, vá para um local tranquilo e faça o seguinte exercício:

Feche os olhos e pergunte mentalmente de onde vêm essas energias. O rosto da pessoa aparecerá na sua memória. Então, imagine que está dentro da sua pele e diga com firmeza:

- Eu não quero nada de si... O que é seu, é seu. O que é meu, é meu. Fico com a minha energia. O resto vai sair agora, não quero isto para mim.

Sentirá imediatamente um grande alívio. Contudo, se porventura se sente rejeitada pelas pessoas, este é o momento de observar que energias irradia.

Elas são responsáveis por tudo que atrai para a sua vida.

Pense nisso...e Seja Feliz!

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