sábado, 18 de fevereiro de 2017

Sila Tarot: AUSENTE de 19 a 27 Fevereiro 2017


AGRADEÇO RESPEITO e que apenas entre em contacto comigo após dia 28/02.

Por motivos pessoais e de força maior,  estarei ausente entre dia 19 a 27 Fevereiro 2017 ( inclusive), ou seja não estarei a realizar consultas.

Para qualquer assunto, deverá entrar em contacto comigo, com grande brevidade, antes de dia 18 e TODAS as consultas serão realizadas depois de dia 28/02 (inclusive), pelo que durante este período NÃO DEVERÁ ENTRAR EM CONTACTO COMIGO. 

Nenhum e-mail será visto ou respondido durante este período (18-27 Fev).

O tlm estará inactivo.

O Facebook, não será acedido.

Deverá assim enviar e-mail para: silatarotemagias@gmail.com Responderei APENAS por e-mail e até dia 18/02.

NÃO VEREI OU RESPONDEREI A QUALQUER CONTACTO.

AGRADEÇO RESPEITO e que entre em contacto comigo APENAS após dia 28/02.

Muita Luz e Sejam Felizes!

Que Deus Vos continue a Abençoar Grandiosamente,

Sila













Sila Tarot: Os Grandes Sinais que Mostram uma Relação a Chegar ao Fim!


Sempre que um namoro termina, pensa nos últimos acontecimentos e sente que durante algum tempo, ele estava a dar sinais de que queria terminar o relacionamento? Aprenda aqui quais são os principais alertas do fim de um namoro e poupe-se a um possível sofrimento inesperado.

1 – Ele não demonstra interesse

Quando ele não demonstra interesse pelos seus assuntos e fala só dos que lhe interessam a ele, é necessário começar a tomar mais atenção. Se ele não tem interesse pela sua vida, pelo que faz e/ou diz e pensa, dificilmente ele estará interessado em si. Isso pode ser um forte sinal de que a ligação que houve entre ambos, já não está muito sólida.

2 – Tudo sobre ele é um mistério

Se ele guarda muitos segredos a respeito da sua vida pessoal e nunca gosta de comentar ou falar nada sobre isso, ele pode já não estar a querer envolve-la na vida dele. Se ele não lhe conta sobre os seus planos para o futuro e esconde conversas que tem ao telefone, é necessário que fique muito atenta.

3 – Ele tenta agradar demasiado

Quando um homem começa a fazer agrados inesperados, deve ficar alerta. Os psicólogos afirmam que essa é uma reacção natural de um homem, perante a ideia de que vai magoá-la, ou seja, ele quer elogiará-la e presenteá-la para que fique feliz, e ele crê que isto vai amenizar o sentimento de culpa que ele sentirá, quando o relacionamento acabar.


4 – Sexo menos frequente, beijos menos ardentes

Se o ambiente entre ambos está longe do que era antes e já nem se beijam da mesma forma, isso é sinal de que o que sentiam pode estar a acabar ou já ter acabado. Especialmente se apenas ela, ainda tem um interesse sexual e ele já não demonstra o mesmo. Quando a ligação sexual do casal está afectada, provavelmente a ligação amorosa deste casal também estará.

5 – Ele nunca está disponível para si

Outro sinal de que ele já não quer a relação, é quando deixa de atender os seus telefonemas, passa a ter compromissos inadiáveis em horários que costumavam encontrar-se e praticamente ele nunca está disponível para a ver. Quando o namoro chega a esta fase, geralmente qualquer desculpa é motivo para não ver a namorada. Se ele está a agir assim, abra os olhos – o fim do namoro pode estar muito próximo.

Este são os sinais que eles geralmente dão, quando já não estão interessados na relação. As mulheres não agem de forma muito diferentes. Se se aperceber destes comportamentos vindos de si, dele ou dos dois, é importante repensar com carinho o namoro e decidirem juntos, se é viável continuarem com o relacionamento.

Lembre-se que o diálogo e a sinceridade são sempre a melhor via. Não espere para que tudo piore, para ter um grande motivo para terminar o namoro. A falta de interesse e de vontade de estar com a outra pessoa, já são tristes sinais, de que o sentimento entre ambos já não é forte. Portanto, esteja atenta ao seu comportamento e ao dele e evite frustrações e sofrimentos para ambos.

E Sejam Felizes!


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Sila Tarot: CÓDIGOS DE ÉTICA PROFISSIONAL!


CÓDIGOS DE ÉTICA

As pessoas precisam cada vez mais de confiança nas suas relações. Especificamente na relação entre a Taróloga e a consulente, onde a entrega das suas emoções, anseios e dúvidas se faz de forma tão plena. Num mundo marcado pela busca de mais valias, onde em todas as actividades humanas existem aqueles que usam de má fé, na crença alheia, pensando apenas nos seus interesses pessoais. Neste contexto, as relações éticas ganham significativa relevância. Assim, definir quais são os objectivos de um intérprete oracular, e sobretudo mostrar como fazer para alcançar um alto nível moral e técnico são tarefas valiosas. Não são apenas os fins que interessam, mas os meios para os alcançar.

Os valores

* A humanidade: o respeito ao ser humano, expresso nas suas necessidades e anseios.
* A Ética e o respeito - na busca de meios cada vez mais transparentes.
* A Objectividade: A solução racional e eficaz dos problemas e das suas questões envolvidas.

Códigos de Ética do intérprete oracular

1. Usar o oráculo, de acordo com seu propósito milenar maior: ser um poderoso instrumento para ajudar o semelhante que busca a sua ajuda, na compreensão dos fatos baseados na Lei da Acção-Reacção. O que o consulente vive hoje é o resultado de decisões e acções. O que ele decidir hoje trará resultados futuros.

2. Falar sempre e somente a Verdade: não ocultar o que foi mostrado pelo oráculo, mas usando o bom senso, transmitir a mensagem sob a perspectiva das crenças positivas diante dos desafios. O oráculo é um instrumento para expandir a percepção de uma situação e nunca para limitar a acção do consulente.

3. Manter a fé e a esperança no coração do seu consulente, fazendo-o perceber as possibilidades e alternativas, diante dos desafios..

4. Ter sempre em mente o respeito por todas as crenças e religiões, porque todos os caminhos levam ao mesmo Deus.

5. Aceder ao oráculo apenas nos momentos de consultas ou como instrumento de estudo sério, nunca para exibições ou diversões.

6. Compreender que uma consulta não possui tempo de atendimento pré-determinado. Enquanto existir alguma dúvida no consulente, este deve ser orientado. Entretanto focar a consulta nas questões pessoais, necessárias e relevantes no processo de vida do consulente. Quando terminam as dúvidas e começam as curiosidades é o momento de encerrar a consulta.

7. Responder a questões sobre a vida do consulente. O oráculo não deve ser usado como meio de invasão da privacidade de pessoas alheias á consulta.

8. Mostrar ao consulente os caminhos indicados pelo oráculo, mas permitir que ele faça a sua própria escolha, seguindo o seu coração e a sua razão.



9. Manter sob sigilo nomes e a vida pessoal dos consulentes. O interprete oracular que trai a confiança depositada afasta de si os seus mentores espirituais, nomeadamente o Guardião Mensageiro do oráculo.

10. Usar inicialmente uma abertura oracular holistica, percebendo o contexto de vida do consulente e ainda sem a influência de factores e questões apresentados pelo mesmo. Após esta análise e compreensão isenta de "dados fornecidos", iniciar com a respostas direccionadas pelo consulente.

11. Ter a humildade de agradecer os dons divinos, conscientes de que somos apenas instrumento. Sejamos, então, um instrumento de paz.

12. Compreender que não se cobra pela consulta em si, a qual é um Dom e não possui preço. A cobrança visa resgatar o tempo dedicado a atender o consulente, em horário de seu interesse, bem como na constante capacitação técnica, que se traduz na aquisição de bons livros, cursos, baralhos de óptima qualidade, pesquisa, assim como no custo dos recursos materiais .


Nas Leis da Magia, observa-se que a Ingratidão é a moeda mais usada por aqueles que recebem algo de graça. Logo, a cobrança visa restabelecer o sentido justo do equilíbrio da relação oracular.




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Sila Tarot: 10 COISAS QUE A TARÓLOGA NÃO DIZ!

1. Espero que a consulta lhe seja útil. Espero mesmo que seja, mas mesmo quando temos uma compreensão clara do que estamos a perguntar e eu tenho uma compreensão clara das cartas, elas podem não ser muito úteis e podem dizer apenas o que já sabe. No entanto ajudarão, reflectindo as energias para os acontecimentos estão prestes a suceder, orientando-a, aconselhando-a, no entanto caber-lhe-á mediante isso, apenas a si, decidir se é esse o caminho que pretende seguir.

2. Eu nem sempre tenho visões. Tarólogos nem sempre são videntes, assim como videntes nem sempre são tarólogos. Ocasionalmente tenho intuições e informações mediúnicas numa consulta, mas não conte com isso sempre, porque acontece aleatoriamente.

3. Eu não sei ler pensamentos. Eu não posso ler a sua mente, então se quer saber o que as cartas dizem sobre uma determinada situação, deve dizer-me qual a sua situação. Se quiser esconder uma informação crucial, porque quer testar os meus poderes, poderá não obter a informação importante de que precisa. Isso ocorre porque a mensagem das cartas é filtrada através da minha própria consciência, e eu não posso falar sobre algo que não sei.

4. Eu quero que faça perguntas sobre a sua consulta. Eu prefiro que esteja activamente envolvida na consulta. Sei que às vezes uma consulta parece que é uma simples troca, em que paga por uma leitura de tarot e eu divulgo a informação – mas uma consulta de tarot não é como ir comprar um bolo numa padaria: é sobre si e a sua vida! Eu quero ter a sua participação durante todo o processo, e ouvir o seretorno.

5. Não poderá fazer o meu trabalho. Um tarólogo investe tempo, dinheiro e energia no estudo do tarot e no aperfeiçoamento das suas habilidades e técnicas. Eu não recito apenas os significados das cartas que estão escritos num livro, pois certamente qualquer pessoa poderá fazê-lo. Eu uso o meu talento e dom na leitura das cartas. Há uma razão pela qual sou paga por aquilo que faço. Mesmo que saiba ler bem o tarot para si própria, eu coloco objectividade e a minha própria visão intuitiva na sua consulta – algo que não consegue fazer sozinha.

6. Eu abomino quando me pedem consultas de graça. Eu sou uma profissional e não estou sempre apenas no horário habitual de trabalho. Eu mereço o mesmo respeito que daria a qualquer outro profissional ou profissão. O mesmo respeito com que me apresento perante si. Claro que temos amigos em várias profissões e podemos pedir a sua opinião profissional em diversos assuntos, isso é normal. Mas se não pediria a um amigo médico para a consultar de graça, não me peça uma consulta de graça. Os meus serviços são pagos, esta á a minha profissão, e como qualquer outra deve ser remunerada. Se a ajudo a si, espero a sua ajuda em troca. Excepcionalmente, farei um preço diferente ou movida por uma causa, ou situação, mas sou eu quem decide quem e quando.

7. Se eu não anunciar outros serviçosnão espere que os forneça. Alguns tarólogos também estão habilitados noutras áreas, como astrologia, numerologia, reiki, etc. Mas um tarólogo não tem necessariamente conhecimento de outras práticas.

8. Eu posso cometer erros. As cartas contam uma “história”, como um livro que se lê, e eu faço sempre o meu melhor para aproveitar cada informação que se possa obter delas, mas eu sou humano e posso não perceber alguma coisa. Assim, sinto-me mal quando uma situação se desenrola de uma forma que as cartas avisaram, mas a qual eu não percebi. Eu queria ter visto. Às vezes, as cartas não avisam sobre algo que acontece, porque é inesperado, ou a situação é provocada para que ajam mudanças (o livre-arbítrio) O Tarot reflecte as energias do momento, nada é estático, tudo está em permanente alteração, em movimento, mudança. Tudo é energia, nós somos energia. Isso não é culpa minha. O tarot é perfeito. Eu não sou perfeita, sou humana. Cometo erros. Eu posso não perceber certas coisas. Mas é certo, que tentarei fazer sempre o meu melhor e dar uma correcta abordagem e divulgação, do que me é divulgado.

9. Eu não vou espiar os outros. Não me peça para ler as cartas sobre os seus vizinhos, amigas, o seu primo ou “outra mulher”. Não é que eu não possa ler sobre essas pessoas, pois eu posso. Mas qual será o seu benefício? E como essas informações ajudarão a decidir o que fazer á sua própria vida? Espere que a sua consulta se foque em si, ajudando-a a assumir o controle da sua própria vida através de confirmações, afirmações e sugestões positivas para mudanças.

10. Não se apoie em mim, pois eu não sou a sua muleta. O propósito da leitura de tarot é fazê-la entrar em contacto com sua própria intuição e com o seu inconsciente, e dar-lhe ferramentas para fazer as suas próprias escolhas. O tarot é uma forma poderosa de limpar a confusão mental e emocional e para lhe dar clareza, mas não toma decisões por si. Se começar a sentir que precisa de uma consulta para praticamente tudo, isso não é saudável e eu vou recusar-me a ler as cartas para si, por algum tempo.



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Sila Tarot: SER TARÓLOGA!


O que é uma Taróloga?

A Taróloga é uma pessoa que lida com as cartas de Tarot. A taróloga pode ter dons mediúnicos, ou intuição. Aprendendo as técnicas e estudando bastante, a taróloga dominará a leitura dos oráculos. No entanto, para lidar com oráculos, é necessário sempre uma grande intuição.

A cartomante é aquela pessoa que prevê o futuro através das cartas. No entanto, nem sempre são cartas de Tarot. Podem ser cartas do baralho comum, cartas do baralho cigano,  o baralho tradicional, etc.

O termo Vidente é muito usado e mal colocado. O Espiritismo nada tem a ver com cartas de Tarot, baralho cigano, bola de cristal e outros instrumentos utilizados pelas cartomantes. A doutrina espírita não utiliza nenhum tipo de ritual ou instrumento.

O que é o termo pessoa vidente? Os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os espíritos. O médium vidente julga ver com os olhos, mas ele vê com os olhos d`alma. Pode ver até com os olhos fechados.

Quem é uma mãe de santo? A mãe de santo pode ser aquela mulher que dirige um terreiro de Umbanda ou Candomblé. E nem sempre, as mães de santo lidam com oráculos. As mães de santo do Candomblé lidam com búzios. As mães de santo são médiuns desenvolvidas, responsáveis por actividades ligadas ao seu terreiro e que fazem parte da sua religião.

A pessoa que lida com oráculos pode ser uma médium, isto é , ter o dom da comunicação com os espíritos. Outras, têm o dom da Intuição. Através deste dom, elas interpretam o significado das cartas. Algumas cartomantes costumam ler as cartas incorporadas com os seus guias protectores. Conheci uma médium que trabalhava com cartas de Tarot. Durante a consulta, ela incorporava o espírito de uma cigana muito jovem. Trata-se assim de um fenômeno mediúnico de psicofonia, isto é a cigana falava por intermédio da taróloga.

Percebe-se então, que a pessoa que lida com os oráculos, geralmente tem o dom da mediunidade ou então o da Intuição. As profissionais costumam cobrar pelas consultas, como qualquer trabalho, este também deve ser remunerado. 


Como encontrar alguém de confiança?

Quando há seriedade e honestidade, a Taróloga sabe ser objectiva e não se aproveita do sofrimento do consulente para desejar altas somas de dinheiro. Tudo é combinado anteriormente e explicado ao consulente. Ninguém tem o poder de mudar a nossa vida, a não ser nós próprios. Mesmo as oferendas, os feitiços e as magias só fazem efeito se também se mobilizar para modificar a sua vida. Se não era tudo muito fácil! Um feiticinho aqui..... outro acolá.. e conseguimos tudo! Não é bem assim.. Temos de ter fé e fazer por merecer a ajuda dos protectores espirituais.



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Sila Tarot: Ser Bruxa! Os Mandamentos Wiccas!


Todas as minhas acções são direccionadas apenas para fazer o bem. Caso deseje fazer o mal, não me contacte!

Wicca é uma religião que transfere um conhecimento milenar e poderoso que infelizmente, pode ser utilizado tanto para o bem quanto para o mal, conforme o ritual e o pedido (pois quando executamos um ritual trabalhamos com energias, e energia não tem carga – ela não é boa e nem má, ela apenas é). Partindo desse princípio, surgiu a necessidade de estabelecer um “Código Moral das Bruxas”, dogmas aceites na esmagadora maioria das Tradições wiccanianas:

I. Faça o que desejar, mas sem a ninguém prejudicar.

Principal dogma wiccaniano, esta primeira Lei ensina-nos sobre ética e responsabilidade. Na Wicca, procuramos sempre beneficiar a maior parte do todo. Quando vamos realizar algum ritual (ou qualquer outra actividade quotidiana) devemos sempre reportar-nos e reflectir sobre esta Lei, fazendo-nos a seguinte pergunta: “Se eu fizer esse ritual, irei prejudicar alguém?”. Sabemos que nem sempre é possível beneficiar todos com algum ritual, principalmente os de saúde, amor e prosperidade, mas é preferível beneficiar sempre a maior parte do todo.

II. Tudo o que fizer lhe voltarás triplicado.

A segunda Lei é muito antiga. Alguns magos não crêem que tudo o que fizermos nos volta triplicado, mas crêem na Lei do Retorno. Ou seja, triplicado ou não, tudo o que fizermos nos será devolvido. Acreditamos que tudo o que fazemos possui uma vibração, uma energia. Nós, bruxos, cremos que a Terra possui um campo áurico de energia que a circunda, esse campo não deixa passar nenhuma energia para fora desse campo áurico. Quando executamos alguma acção (mágica ou não) enviamos uma energia que percorre todos os níveis energéticos terrestres até chegar a essa “barreia”, o campo áurico da Terra, retornando a quem a enviou. Nesse período em que a energia é enviada e retorna ao seu emissor, algumas bruxas creem que essa energia se triplique. Daí o termo “Lei do Tríplice Retorno”.


III. Respeite a evolução alheia.

Nem todos estão no mesmo nível evolutivo. A Wicca, acima de tudo, é uma religião de amor e de respeito. E nós respeitamos a nossa própria evolução e a evolução do outro. Sabemos que cada um tem um ritmo, e esse ritmo deve ser respeitado. Não procuramos “seguidores”, muito menos forçamos outras pessoas a entrarem para a nossa religião /filosofia justamente tendo em vista esse respeito á evolução dos outros. Saiba respeitar a evolução do seu próximo, não criticando as suas ações e evite tecer pré-julgamentos. Entenda que nem sempre as pessoas agem como o esperado, já que todas estão juntas num mesmo plano, embora com evoluções e missões diferentes.

IV. Seja humilde.

Na Wicca a aprendizagem é constante. Nunca sabemos o suficiente e sempre há algo novo para aprendermos. Nós aprendemos com tudo, pois tudo é uma manifestação da Divindade. Aprendemos com o nascer do Sol, com a Lua Cheia, com a chuva que cai serena nos campos, com a ingenuidade de uma criança e até com um idoso que já é sábio o suficiente para demonstrar muitas emoções com um simples olhar... Na Wicca a humildade é um processo fundamental para desenvolver o respeito. Todos somos irmãos (animais, vegetais e minerais) e somos humildes para reconhecer isso, pois também respeitamos a evolução de todos os seres – independentemente da forma em que eles se encontram.

V. Jamais execute rituais que exijam algum tipo de sacrifício animal.

Por ser uma religião muito ligada à Natureza e a todas as suas manifestações, a Wicca condena todo e qualquer tipo de sacrifício, pois encara isso como um ato de total crueldade e totalmente desnecessário.


VI. Saber, ousar, querer e calar.

Essas quatro palavrinhas são velhas conhecidas dos antigos magos. É necessário ter um saber, um conhecimento, para praticar a Arte. Dentro da Bruxaria, faz-se necessário ousar de vez em quando, pois uma bruxa está sempre a inovar, a experimentar coisas novas, visando que esse desejo nem sempre é suprido por antigas fórmulas, levando, assim, a bruxa a desenvolver os seus próprios feitiços e rituais. Precisamos também de querer intensamente algo para que esse algo aconteça, sem força de vontade, sem o desejo, a bruxa sabe que nada consegue.

O calar é um problema para bruxos modernos, visando que vivemos numa era onde o conhecimento não tem limites e pode ser acessível de qualquer parte do planeta através da Internet e livros que são lançados diariamente sobre Bruxaria. Antigamente, em tempos idos e mais escuros, os bruxos sentiam a necessidade de calar, pois estavam literalmente entre a cruz e a fogueira da intolerância (dos cristãos ou de outros bruxos). Hoje em dia já não temos a necessidade de nos calarmos e podemos espalhar a Magia aos quatro cantos...embora eu continue a seguir este ensinamento, de que a bruxaria deve permanecer secreta, no segredo dos Deuses!


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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Sila Tarot: O Amor e a Compaixão!


Gostaria de explicar qual a importância do amor e da compaixão. É importante saber o que é compaixão, algumas vezes pensamos que é pena, mas isso não é compaixão. Compaixão é o senso de preocupação, mas mais do que isso, é a noção clara de que todos os seres têm exactamente o mesmo direito à felicidade. Essa compreensão é que nos traz a compaixão.

Também outro aspecto que costuma ser confundido com compaixão, é a sensação de proximidade, de ligação que temos com amigos e familiares. Mas isso não é compaixão verdadeira, porque esse sentimento está ligado ao apego.

Muitas vezes, o nosso sentido de preocupação com o outro, depende da atitude que ele adota. Se a pessoa age de forma negativa, o nosso sentido de compaixão desaparece. Mas um senso de compaixão verdadeiro, é o que nos leva a ver o outro, como tendo exatamente o mesmo direito que eu, à felicidade. A compaixão que se assenta no apego não se sustenta. A que se baseia na compreensão de igualdade entre todos os seres é desprovida de apego, e é verdadeira.

Qual é o benefício da compaixão? Traz-nos força interior. Geralmente, temos um sentido de "eu, eu, eu". E nossa mente centra tudo em nós próprios. Assim sendo, todas as experiências negativas, mesmo pequenas, tornam-se muito dolorosas, enormes. Mas quando pensamos nos outros, a nossa mente amplia-se e os nossos pequenos problemas, tornam-se realmente pequenos, e as coisas negativas não prejudicam a nossa mente.
Alguns, quando experimentam tragédias que são involuntárias, sentem-se enterrados numa montanha de sofrimento. Mas por outro lado, quando se pensa voluntariamente nos problemas dos outros, procura-se alivia-los dos seus sofrimentos, essa atitude voluntária traz uma abertura para o ser. Dessa maneira, mesmo no meio de problemas pessoais, isso traz uma base de clareza e a pessoa será capaz de se sustentar.

COMPAIXÃO E BEM-ESTAR — Quando se pensa em compaixão por outras pessoas, alguns perguntam se isso não seria sinonimo de auto-sacrifício. Não, não é. Porque não se deve ser negligente em relação a si mesmo. E baseado na minha própria experiência, acredito que se deve ser compassivo em benefício próprio.

Um exemplo: Uma vida feliz precisa de amigos, apoio. Há amigos do dinheiro, amigos do poder, mas para esses indivíduos, se o dinheiro acaba ou o poder se vai, a amizade também acaba. Mas os amigos verdadeiros ficam.

Então, como criar amigos verdadeiros? Se tiver um sentimento de compaixão, terá mais amigos verdadeiros. Mostre sentimentos gentis e sorria, e terá bons amigos. Porque essa atmosfera pacífica será a sua base, que irá criar as condições para a amizade.

A prática de compaixão também é imensamente benéfica para a saúde. De acordo com a medicina, os que tem mais compaixão, são mais interessados pelos outros, geralmente são mais saudáveis, quando comparados com pessoas egoístas. Os egoístas sofrem mais frequentemente de enfartes e de outras doenças.

A mente mais egoísta, mais voltada para si própria é muito negativa para a saúde. A mente mais compassiva, mais voltada para o próximo traz mais tranquilidade, resultando por isso em saúde muito melhor.

Na sociedade actual, e no nosso sistema educacional, muita atenção é dada ao desenvolvimento do intelecto, e menor atenção é dada ao coração, aos sentimentos. Pois isso é considerado uma tarefa da religião. E assim as crianças não recebem nenhuma orientação, sobre como serem mais compassivas e desenvolver um coração mais generoso. Mas a compaixão é tão importante para a sociedade, que é incentivada por todas as religiões.

AS RELIGIÕES E A COMPAIXÃO — Por causa das diferenças filosóficas entre as grandes religiões, existem diferentes técnicas para desenvolver a compaixão e algumas diferenças da definição do que seja. Mas basicamente todas elas falam da necessidade de se cultivar a compaixão.

Portanto, sinto que mesmo neste século, as maiores tradições religiosas têm um papel importante no desenvolvimento dessas qualidades. Vejo aqui pessoas de diferentes tradições religiosas, o que me faz sentir feliz, porque a tolerância religiosa é muito importante. E acredito, que independente de diferentes tradições religiosas, todos temos potencial para ajudar a humanidade.

Cada um de nós tem as suas próprias convicções pessoais e religiosas. Portanto, mantenham-nas e sigam a sua fé.

Cada uma das grandes religiões tem coisas únicas, mas também há muita coisa em comum entre elas. Assim, é sábio usar técnicas úteis de outras religiões, mesmo sem mudar de religião. Até para poder aplicá-las na sua própria religião. Com isso, as tradições religiosas diferentes desenvolvem respeito mútuo e compreensão. Isso é fundamental.

A compaixão e a bondade são indispensáveis. Sem esses valores não há felicidade. Mas muitos crêem que a prática de valores como a compaixão, o perdão e o amor são relevantes apenas para os que praticam uma religião. Isso não é verdadeiro. Podemos ver que no passado e presente existiram pessoas, que mesmo sem nenhuma fé religiosa tinham esse sentimento de comprometimento, de responsabilidade, de compaixão pelo próximo. Essas pessoas tornaram-se mais felizes, mais úteis, mais benéficas para a sociedade.


A UNIVERSALIDADE DA COMPAIXÃO — Podemos questionar se o valor da compaixão, de um coração compassivo é universal. Eu acredito que todos os seres humanos, têm o mesmo potencial. Basicamente, o ser humano é voltado para a vida e para a comunidade. Assim, a semente da compaixão está lá, a semente do trabalho em conjunto está lá. É da natureza humana trabalhar em conjunto. O individualista não pode sobreviver.

As abelhas também são animais sociais. Não há polícias, no entanto trabalham em conjunto. Uma abelha não pode ser individualista. Se o fosse, não sobreviveria. O ser humano tem a capacidade de se voltar ao altruísmo ilimitado. Temos a semente da compaixão dentro de nós. Todos nós.

Quando vemos os benefícios de uma mente compassiva, e o mal de uma mente não compassiva, é fácil ver a diferença. Então voluntariamente, iremos analisar cada vez mais, mudar cada vez mais a nossa atitude. E assim, dia após dia, mudamos.

O treino da mente não pode ser imposto a ninguém. É preciso que nós próprios, vejamos os benefícios. Pense sobre o que o ódio traz para sua vida, para sua saúde, para as pessoas que estão à sua volta. Pense sobre a compaixão e o que traz. E assim, teremos o ímpeto de cultivar certos valores, e rejeitar outros.

Dessa maneira crescemos a cada dia, mas se não fazemos nada para reduzir o nosso ódio e cultivar a compaixão, tudo ficará como está, e a semente nunca irá germinar.

Normalmente os nossos problemas nascem de percebermos apenas o nível das aparências, e não a realidade. Ficamos no nível das aparências, e com base nelas fazemos o nosso julgamento. Concentramos-nos também na felicidade de curto prazo, e não na de longo prazo.

Pensem Nisto...e Sejam Felizes!

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Sila Tarot: Como Obter a Paz que Tanto Deseja?


Chave 1: O Silêncio

O silêncio é a forma de entrada na verdade. Ele é a base que o prepara para qualquer prática, é o alicerce do edifício da consciência. Tudo que é belo e verdadeiro nasce do silêncio.

Um instante de silêncio, é o suficiente para afastar todos os pensamentos. Se existir um pensamento convulsivo e constantemente a assombrar a sua mente, é porque lhe deu muita atenção, ou seja, alimentou esse pensamento, quando nele acreditou. Mas ao aquietar a mente, todos os fantasmas desaparecem. Não importa quão antiga seja a escuridão, uma pequena fresta de luz dissipa toda escuridão, porque a escuridão é tão somente a ausência de luz. O silêncio invoca a luz. Quando a mente se acalma, tudo se acalma.

O foco para a realização espiritual é a solidão. Nalgum momento da vida, terá de se encarar a si próprio. Por isso é fundamental aprender a ficar sozinho e em silêncio. Também pode chamar esta prática de meditação. Mas eu não quero que se perca no labirinto das ideias e conceitos, numa ginástica do intelecto. Permita-se apenas ficar retirado e em silêncio, observando a erva a crescer. Abandone toda a pressa e todo o desejo de chegar a algum lugar.

Feche os olhos e foque-se no ponto entre as sobrancelhas. Exercite e cultive o silêncio.

Chave 2: A Verdade

Dizer a verdade, não quer dizer que diga aos outros, tudo o que pensa ser verdade, desconsiderando o fato do outro não estar preparado para ouvir, o que pode gerar mais conflitos, mais guerras. Seguir com a verdade, significa ouvir o chamado do seu coração.

Se ainda há desconforto e sofrimento na sua vida, significa que ainda há uma camada de mentira a envolvê-la. Seja corajoso para encarar as suas mentiras. Sem coragem, não será capaz de encarar a verdade. Procure identificar quando ainda não pode ser honesto consigo próprio e com a vida, quando tem que usar uma máscara e não pode ser autêntico e espontâneo, quando tem de fingir que é diferente do que é. Veja nas diversas áreas da sua vida.

Terá algum trabalho a fazê-lo, mas é um bom trabalho. Lembre-se que “a verdade vos libertará”.

Chave 3: A Acção Correta

Isto não está de todo relacionado com moralismo. A acção correta, ou a acção consciente, não se baseia no que está fora, ou seja, não depende da aprovação do mundo externo. Não é seguir um manual com regras sobre o que está certo ou errado. É uma acção determinada pela intuição, que é a voz do silêncio. É ter coragem de ser você próprio, autêntico e espontâneo. Agir conscientemente significa colocar o amor em movimento, ou seja, trilhar o Caminho do Coração.


Chave 4: A Não Violência

A não violência é a acção sem ego. É a atitude não contaminada pela vingança e pelo ódio. É não permitir a passagem para a maldade, que provoca sofrimento no outro, não importa em que nível.

A não violência, não é cruzar os braços e ficar á espera que as coisas aconteçam. Envolve muitas vezes, acção, atitude. Mas é uma acção que nasce do coração – é espontânea e vem sempre com sabedoria e compaixão. Não é o ódio ou o medo a manifestar-se. É necessária a compaixão.

Chave 5: O Amor Consciente

Eu uso esta palavra ‘consciente’, porque a palavra amor foi degenerada. Demos a esta palavra, outros tantos significados, que nada têm nada a ver com a sua essência. Para o senso comum, o amor está ligado ao egoísmo, a uma satisfação pessoal. Ele é confundido com a paixão, com o sexo e até com o ódio. Isto acontece de uma forma inconsciente: Acredita-se estar a amar porque não se tem consciência do que é o amor.

Não é possível definir o amor com palavras, mas eu posso dizer que amar, inclui um desejo sincero de que o outro seja feliz. Inclui ver o potencial adormecido no outro e dar-lhe força, impulso para que esse potencial acorde. É querer ver o outro feliz, sem querer absolutamente nada em troca. Em última instância, amar conscientemente significa amar desinteressadamente.

Mas para que possa utilizar essa chave faz-se necessário que reconheça o seu desamor.

Procure identificar em que situações e com quem, ainda não pode ser amoroso. Onde e com quem, o seu amor não flui livremente? Em que situações o seu coração se fecha? Será uma valiosa pista. Definir a diferença. Vá atrás dessa pista e descobrirá muito sobre si próprio. Essa é uma forma de trazer paz, para este mundo: Aprender a ser amigo do seu irmão, amigo do seu vizinho.

Aprender a não julgar os erros do outro. Antes de levantar um dedo para acusar o outro, olhe para si próprio, e pergunte-se: “Será que eu não tenho um defeito igual, ou outros ainda piores?” “Será que o meu vizinho não tem nada de bom, em que eu consiga focar a minha atenção?” Comece a focar-se no bom que o outro tem. Essa é a sua grande missão.


Chave 6: A Presença

Estar presente significa estar totalmente na acção. É lembrar-se de si próprio em cada instante. Quando poder experimentar a sua própria presença, a sua energia cresce e percebe o amor a passando por si. Se puder manter este estado de alerta, terá a percepção de que tudo é sagrado, e a partir dessa percepção, poderá expandir a sua energia, conscientemente na direcção do outro.

Eu sugiro uma prática muito simples para o seu dia a dia. Habitue-se a perguntar: Onde estou? O que estou a fazer? Permita-se parar, apenas por alguns segundos, absolutamente tudo o que está a fazer. No meio da acção, pare e pergunte-se: Quem está a fazer isto? Assim, interrompe a imaginação e volta para o seu corpo, para a presença, para a totalidade na acção. Esse é o caminho.

A presença é a chave mestra. Mas porque não vamos lá directamente? Porque nem todos nós estamos preparados para usufruir dessa chave. Poucos estão maduros para abandonar o pensar compulsivo, já que isso lhes dá um sentido de identidade. Então, em muitos casos, é necessário um trabalho de purificação, de transformação do “eu inferior”, para que esteja pronto para ancorar a si a sua presença. Para isso, o corpo é o portal. Sinta-se ocupando o seu corpo. Sinta o seu campo de energia e mova-se a partir dessa percepção.

Chave 7: O Serviço Desinteressado

Servir desinteressadamente, significa colocar os seus dons e talentos ao serviço do amor. É quando se pode doar verdadeiramente ao outro, sem máscaras, sem necessidade de agradar ou fazer o que é correcto, com a intenção de ser recompensado. O único objectivo é ver o outro bilhar. Torna-se o amor que se move em direcção à construção.

Acordar de manhã, consciente de que está a acordar para servir, ilumina a alegria de viver. Naturalmente, a consciência do serviço ao outro, aumenta a conexão com o divino, porque por mais que cada um de nós tenha os seus talentos e dons individuais, ou seja, uma forma particular na qual o amor se expressa através de si – é o próprio amor que se está a expressar. No serviço ao outro, torna-se um canal do amor. Por isso eu digo, que o serviço ao outro, é uma forma de manter a chama da conexão acesa. O amor e a felicidade passam por si, para chegar ao outro, não interessa o que esteja a fazer, se está a cuidar do jardim, a construir uma casa, a cozinhar, a cuidar de uma empresa ou apenas de uma pessoa.


Chave 8: A Lembrança Constante de Deus

Lembre-se de que Deus está em tudo: dentro, acima, abaixo, dos lados – em todos os lugares.

Ele é a vida única, que age em todos os corpos e é o seu Eu Real. Essa percepção de que tudo é Um, e de que a energia espiritual se manifesta em todas as formas de vida, promove um profundo contentamento. Não há palavras para descrever essa experiência, ela só pode ser vivida. A sua vida transforma-se numa prece, numa oferenda a Deus. Pode passar um tsunami, mas não se esquece de Deus. Pouco a pouco, a sua fé torna-se constante e inabalável, até que possa sustentar a eterna conexão com Deus.

A partir dessa conexão, olha para o outro e vê além das aparências, porque vê somente Deus e assim pode reverenciá-lo. Este é um sincero Namasté: A divindade que está em mim, saúda a divindade que está em ti.

Se verdadeiramente utilizar essas oito chaves na sua vida, irá inevitavelmente obter a paz. Essa é a minha experiência.

Durante a fase do desenvolvimento da consciência, a que eu chamo de “ABC da Espiritualidade” ou a purificação do “eu inferior”, descobrimos muitas vezes, verdades pouco agradáveis sobre nós próprios. Durante esse processo, enfrentamos obstáculos que precisam de ser removidos. Aos poucos, nós aprendemos a identificá-los e a removê-los e, ao removermos aquilo que já não nos serve , podemos-nos tornar canais do amor divino, para que ele flua livremente através de nós.

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Sila Tarot: Como Tirar o Cobranto / Mau-olhado?

O cobranto é o mau-olhado, o mal-estar originado por forças negativas, que provocam efeitos vários no organismo do ser humano, tais como dores de cabeça, náuseas, vómitos, mau estar generalizado, fraqueza...

Nunca se esqueça que está em si o poder de actuar positivamente sobre estas forças, combatendo-as. No entanto, há pessoas mais sensíveis do que outras, que facilmente são susceptíveis a choques energéticos desta índole.

Não obstante, e saída das raízes e das entranhas mais profundas do nosso património popular, publico na íntegra uma poderosa oração (talha), assim como todo o procedimento que a acompanha.

Situações há de carácter mais agudo, que são difíceis de tratar. No entanto, insista sempre, acompanhando e complementando com orações suas e colocando o pensamento em Deus.

Pode-se fazer mais do que uma vez ao longo do dia.

Se não fizer a talha (tirar) no mesmo dia, os sintomas permanecerão durante sete dias. Ilustrado pelo dito popular: “Quem dormir com o cobranto, sete dias lhe cairá no pelo”. Neste caso, deve fazer a talha durante os sete dias, mesmo que os sintomas amenizem, ou desapareçam.

Talhar o Quebranto

  • Talha Rápida (também chamada em seco): Neste caso, apenas se nomeia a pessoa e faz-se a oração. Utiliza-se em situações de urgência.
  • Talha Completa: Deverá estar junto de uma lareira, ou de uma braseira.
  • Necessitará de:
  • Uma tigela de barro ou uma bacia.
  • Sal grosso.

Proceda da seguinte forma: Após estar devidamente concentrado, a fazer as suas orações de defesa e junto à lareira ou braseira, dê inicio à talha. Coloque a bacia ou tigela, junto de si, meia de água.

Com uma tenaz pegue numa brasa incandescente e deite-a na água enquanto diz a seguinte oração:

(Nomear o primeiro nome da pessoa),
Se quebrante tinhas porque não dizias
Que eu te talharia três vezes ao dia
Com o poder de Deus e da Virgem Maria
Todo o teu mal sararia
Assim seja eu a toda a hora do dia.
Pai Nosso e Avé Maria

Repita a operação com as brasas, cinco, sete ou nove vezes.
No final do ciclo reze um Pai Nosso e uma Avé Maria.

Posto isto, continue com a segunda parte da talha:

(Aqui não se utilizam brasas, estas apenas são utilizadas na primeira parte, mas deve permanecer junto da bacia ou da tigela onde elas estão).
    Dada te deu
    Quem ta daria?
    Talho-te a Deus e à Virgem Maria
    Quando Jesus Cristo nasceu
    Este mal não era visto
    Morra este mal
    Viva Nosso Senhor Jesus Cristo.

    Repita a oração, cinco, sete ou nove vezes.
    No final do ciclo reze um Pai Nosso e uma Avé Maria.

Agora, para terminar, é necessário devolver à terra os resíduos:

  • Deite sobre as brasas um punhado de sal grosso e devolva à terra, num sítio onde de momento não vá passar (deve evitar passar nesse local durante pelo menos um dia), dizendo:

Assim como as três pessoas da Santíssima Trindade querem e podem, assim este mal para lá torne. Assim seja. Ámen (despejar as brasas).

Nota: Coloque sempre muita Fé e muita intenção em tudo o que faz.

Como se faz a leitura nas brasas e se identifica a intensidade:

Se ao colocar as brasas, estas chiarem de forma anómala (é normal ao colocar brasas em água que estas provoquem ruídos provenientes dos choques de temperatura), é um indicador da intensidade do choque energético. Nesta situação as brasas podem até saltar da bacia, mas não se assuste, coloque-a novamente na água.

Também, durante a sessão, pode ter bastante sonolência e bocejos, de acordo com a intensidade do ataque.

  • Se as brasas forem todas ao fundo – carga muito pesada.
  • Se ficarem metade a flutuar e outra metade afundar – carga média.
  • Se todas flutuarem – Os sintomas são de outra origem. Podem ser mesmo físicos. Deve consultar os profissionais de saúde, de acordo com os sintomas que se estão a manifestar.
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