sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sila Tarot: O Processo Evolutivo do Ser Humano!

1 – Receberá um corpo: Pode gostar dele ou odiá-lo, mas ele será seu, enquanto durar o seu tempo aqui;

2 – Fará uma aprendizagem: Está inscrito a tempo inteiro numa escola informal chamada Vida. Todos os dias nesta escola terá a oportunidade de aprender lições. Pode gostar das lições ou achá-las estúpidas ou irrelevantes...ou aproveitá-las para aprender e evoluir.

3 – Não existem erros, apenas lições: Crescer é um processo de tentativa e erro, experimentação. As experiências «fracassadas» são parte do processo, tanto quanto a experiência que que efectivamente tudo «funciona»;

4 – Uma lição será repetida até que seja aprendida: Uma lição ser-lhe-á apresentada de formas variadas, até que a tenha aprendido. Quando a tiver aprendido, poderá passar à lição seguinte;

5 – A aprendizagem nunca termina: Não há parte da vida que não contenha as lições. Enquanto estiver vivo, haverá lições a serem aprendidas;

6 - «Lá» não é melhor do que «aqui»: Quando o seu «lá» se tiver tornado um «aqui», simplesmente obterá um outro «lá», que novamente parecerá melhor do que «aqui»;

7 – Os outros são meramente os seus espelhos: Não pode amar ou odiar algo noutra pessa, a menos que isso reflicta algo que ama ou odeia em si mesmo;

8 – O que faz da sua vida é opção sua: Possui todas as ferramentas e recursos de que precisa. O que fará com eles depende de si. A escolha é sua;


9 – As suas respostas estão dentro de si: As respostas às questões da Vida estão dentro de si. Tudo o que precisa de fazer é ver, ouvir e confiar;

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Sila Tarot: O Grande Segredo dentro de Nós!




Já parou para pensar que existe uma realidade muito maior, do que os nossos olhos conseguem realmente ver? Como a própria tecnologia da ciência moderna tem revelado, o mundo invisível é maior e mais actuante do que alguma vez, sequer imaginávamos.

O “milagre” das ondas do rádio, da televisão e das transmissões por satélite, que encurtam as distâncias na comunicação, faz-nos imaginar que coisas estarão ainda para serem descobertas neste maravilhoso universo em que vivemos.

Estamos mergulhados num oceano de energias regidas por leis naturais, que nos sugerem a existência de uma inteligência superior, que nos criou e com sabedoria, manifesta o seu propósito através de leis que apesar de invisíveis, agem em prol do progresso. Devemos assim entender qual o propósito que esse ser superior – Deus, seja qual for o nome que lhe der – tem e para o qual estamos a ser conduzidos pela vida.

Todos nós, somos seres únicos. Não existem duas pessoas iguais. Qual o objetivo desta tamanha diversidade? Limitados nos nossos cinco sentidos, como poderemos descobrir o que estamos a fazer aqui, de onde viemos e para onde vamos? Estas perguntas, que têm sido feitas desde que o homem começou a pensar, precisam de ser respondidas. É chegado o momento em que a vida está a revelar os seus segredos. Mas, segundo dizia Jesus, só “para quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir.”

Desde o começo da nossa Era, os espíritos desencarnados manifestam-se, interferindo na vida das pessoas. A Bíblia – o livro mais antigo e vendido do mundo – é uma colecção dessas manifestações; relata tanto a comunicação dos espíritos elevados, tanto como a dos espíritos mais ignorantes.

Os espíritos superiores dizem-nos que fomos criados à semelhança de Deus e somos espíritos eternos. Nascemos ignorantes, mas com um potencial imenso dentro de nós, tendo em vista que tenhamos o mérito de conquistar a sabedoria, ao desenvolver a nossa consciência.

O nosso destino é, na medida em que tomarmos conhecimento da realidade, trabalharmos a favor da vida, contribuindo para a melhoria das pessoas e da sociedade como um todo, sendo úteis e a integrar-nos nos propósitos divinos. Dessa forma é que alcançaremos uma vida melhor e poderemos desfrutar de todo o bem, que Deus nos destinou.


É portanto, chegado o momento de sairmos do negativismo e da inversão dos valores em que a nossa sociedade vive. Foi plantado na mente de cada um de nós, convicções que não são verdadeiras e que limitam o seu desempenho – afinal, é de acordo com essas convicções ou valores que agimos.

Melhore o seu sentido da realidade, sentindo o seu mundo interior, que lhe revelará a sua verdadeira vocação, posicionando-a no seu verdadeiro lugar. Confie no que sente. Não confunda as emoções que reflectem as falsas crenças aprendidas, com os seus verdadeiros sentimentos. Com treino e firmeza, rapidamente saberá distinguir uma coisa da outra.

Lembre-se de que é um espírito eterno e que dentro de si há um grande potencial (que é da sua responsabilidade desenvolver) e que representa o preço para a conquista da sua paz e da sua felicidade.

Informe-se sobre as descobertas modernas da ciência, busque o auto-conhecimento, trabalhe a favor da vida, aprecie a beleza em todas as suas formas. Dê-si a si próprio todo o bem que puder e valorize sempre o bem alheio, pois é nele que atraímos todas as coisas boas, que desejamos conquistar.

Experimente e verá!

E acima de tudo, seja Feliz!


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Sila Tarot: Já Pensou que uma Decisão é o Primeiro Passo e o Início de Tudo na vida?


Já reflectiu como o acto de Decidir Pode Ser o Primeiro Passo e o Início de Tudo?

Decisão, uma palavra tão pequena, mas com um poder tão grande e por estranho que possa parecer, tão mal tratada por muitos de nós. Maltratada no sentido em que não lhe damos o real e merecido valor.

Vem isto a propósito, de algo muito importante sobre as 5 Fontes de Inspiração:

1 – DECIDIR – Tirar o peso das costas

2 - PLANEAR – Ter o conceito do que queremos e fazer o seu planeamento

3 – COMEÇAR – Colocar os pensamentos, os apontamentos e os planos em acção

4 - PROGREDIR – Para que as coisas não se mantenham como estão e evoluam,
devemos continuar a aprender, melhorando e consequentemente aumentar a informação.

5 -CONQUISTAR– O Doce sabor da vitória por conseguirmos atingir os objectivos a que nos propomos.

Hoje vou somente abordar a importância da Toma de DECISÕES e o peso que isso tem, como fonte de inspiração.

Mas afinal porque atribuir poder a esta palavra “Decisão”?

Algumas Opiniões de Pessoas Reconhecidas Mundialmente sobre o acto de decidir :

 Napoleão Bonaparte dizia : “Nada é mais difícil e por isso mais precioso do que ser capaz de decidir”.

– Tennessee Williams tinha a seguinte opinião: “Há uma hora de partida mesmo quando não há lugar certo para onde ir”.

– Séneca tinha sobre este tema a ideia de que: “Raros são aqueles que decidem após madura reflexão; os outros andam ao sabor das ondas e longe de se conduzirem deixam-se levar pelos primeiros”.

Harry Truman falando em nome próprio dizia: “De cada vez que eu tomo uma decisão errada, tomo logo uma decisão nova”.

Fernando Pessoa dizia que : “Só quem nunca pensou chegou alguma vez a uma conclusão. Pensar é hesitar. Os homens de acção nunca pensam, decidem!

Todos eles têm opiniões próximas em muitos aspectos e todos concordam que a tomada de Decisão é Fundamental quando pretendemos tomar uma atitude, que venha a ter reflexos importantes na nossa vida ou na vida de outras pessoas.

Da mesma forma que adiar a ida ao médico pode ser muito mau para a nossa saúde, adiar a decisão seja daquilo que for, terá naturalmente efeitos muito nefastos na nossa vida e não vai melhorar nada e mais uma vez o futuro sorridente será adiado!

Se pensarmos com clareza temos de reconhecer que a INDECISÃO é como se se tratasse de um ladrão que nos rouba oportunidades, ou então a oportunidade lá fora à nossa espera e nós dentro de casa com a porta ainda fechada. Estamos a adiar ou a fazer com que não aconteça nada de diferente; algo que poderá ser de extrema importância no nosso dia a dia, quiçá na nossa vida.


Na verdade quando não conseguimos decidir alguma coisa muito importante, rapidamente nos sentimos defraudados, tristes e até com pena, por deixarmos de lado os nossos momentos de decisão.

É extremamente importante que exista uma disciplina mental para um resultado positivo na realização dos objectivos de vida. Todos nós passamos por momentos em que temos dúvidas sobre qual o caminho seguir. Isso não tem mal nenhum, porque faz parte da vida. Mas quando essas dificuldades acontecem em excesso, começa o problema. Sou da opinião que regra geral, as pessoas não são treinadas adequadamente para controlar os seus pensamentos de forma eficaz. E isso gera diversas consequências.

Quando pensamos, estamos a colocar toda a nossa energia e atenção. Se os pensamentos forem positivos, força! Porque é um bom sinal, caso contrário se for um pensamento negativo relacionado por exemplo um problema ou uma dificuldade para ser resolvida, devemos direccionar imediatamente o nosso pensamento para o modo de solução. A não ser assim, o desgaste provocado pela ansiedade que o problema está a provocar-nos, não vai permitir focar-nos naquilo que verdadeiramente é importante, pondo em causa o nosso estado de espírito e naturalmente adiando aquilo que seria o mais importante para o nosso futuro.

“Não Importa de que lado da cerca você saia. O que mais importa é sair. Não poderá progredir sem a tomada de decisões” JIM ROHN

Mas atenção…Decidir é o primeiro passo e de uma importância extrema no nosso processo da mudança que se pretende mas não se pode ficar por aí! Depois da Decisão há que avançar para o PLANEAMENTO e ACÇÃO.

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Sila Tarot: Porque Nascemos Prontos Para Morrer?


Nascemos fadados ao túmulo e ainda não aprendemos esta lição. Apenas uma combinação precisou ocorrer, formada por incontáveis coincidências universais e mundanas, para que a morte fosse o desfecho de tudo: começando com o surgimento do Universo e de biliões e biliões de galáxias, a origem, a evolução e a extinção de milhões de espécies de seres vivos na Terra, até chegarmos, finalmente, à primeira troca de olhares entre nossos pais. Somos portadores de uma identidade genética e de um acumular de experiências sociais que nos tornam únicos, e isso nos influencia de tal forma que dificilmente conseguimos nos libertar. Cada átomo do nosso corpo é uma poderosa aventura.

E, no entanto, tudo isso acontece para demonstrar que já nascemos prontos prontos para morrer. Quando um bebê vem ao mundo, tudo lhe falta para que ele continue vivo. Os cuidados e o seio materno, a resistência contra predadores microscópicos e outras formas de protecção, nada disso a pobre criança possui ao nascer. Alguém muito generoso precisa dar a ela o que ela é incapaz de obter sozinha. E uma vez que um erro fatal é cometido em sua fase de crescimento, perdem-se todas as chances de corrigir até os menores descuidos. Não é como um retorno ao final da fila de uma bilheteira para comprar um novo bilhete. Talvez o propósito natural da vida seja sobreviver às forças que estão dispostas a nos aniquilar, e acho que o pior jeito de fazer isso é fingindo que a certeza da morte nos dá uma trégua quando estamos felizes.

Somos tão únicos, e de certo modo tão insignificantes, que no futuro a nossa história será um espectáculo carente de espectadores, um tesouro perdido, como a vida de um camponês que morreu de peste negra na Idade Média. Fala-se mais da própria peste do que dos funerais que ela causou, porque a história de biliões de seres humanos, de todos os amores que eles um dia tiveram, foi e sempre será afogada no oceano da inexistência, no esquecimento absoluto. Daqui a alguns anos, ou poucas horas, não existirá outro “você” para continuar o que você deixou incompleto hoje. E o Universo inteiro será insensível perante à carne em decomposição, e surdo perante os batimentos cardíacos que aquecem o nosso sangue. O tempo se torna um juiz imprevisível e caprichoso que condena até a mais doce das criaturas.


Mas a consciência de que nascemos destinados ao sepultamento, e de que não existe imortalidade para nos iludir, paraíso para nos entediar ou inferno para nos punir, deveria criar em nós uma urgência para realizar, dentro do nosso alcance, tudo o que há de mais precioso na vida. Saber disso, como sugeriu o astrofísico Neil deGrasse Tyson, dá-nos o poder de demonstrar amor agora, e só agora, não depois. Bertolt Brecht, por sua vez, orientou-nos a temer menos a morte e mais uma vida insuficiente. Podemos não sentir a dor, mas somos golpeados enquanto os segundos avançam com rigidez. Quando menos se espera, um ano se vai, depois uma década, e mais outra, e mais outras… Ficamos ansiosos para desfrutar de um novo amor, mas evitamos experimentá-lo quando ele surge; temos medo de que o fogo queime; somos mais seduzidos pelo tédio do que pelos riscos; muitos sentem prazer em jogar fora os relacionamentos quebrados, em vez de consertá-los e aperfeiçoá-los; preferem a rotina, e não o precipício do caos. E, à medida que o relógio segue o seu rumo, ficamos mais longe de descobrir quantos segundos cabem numa vida, ou quantas vidas cabem num segundo.

Já viemos ao mundo condenados à morte. Cabe a cada um encontrar a maneira mais intensa de cumprir a sentença da própria vida.

Sejam Felizes!…

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Sila Tarot: Porque Temos Tanto Medo de Amar?!

É incrível como criamos inúmeras maneiras de nos defender, de nos proteger do sofrimento. Creio que passamos a maior parte das nossas vidas a criar novas e mais formas poderosas de não nos expormos, para nos preservarmos do sofrimento. Assumimos papéis, inventamos máscaras, palavras... com um único objectivo: não sofrer!!!

Aprendemos desde muito cedo, que o sofrimento chega quando estamos expostos, vulneráveis, abertos para o outro... e isso é verdade! E assim, acreditamos que só há uma maneira de não sofrermos: Então começamos a fechar-nos, a criar defesas, e a protegermos-nos do outro... e isso é mentira! Simplesmente porque não existe nenhuma maneira de não sofrermos!

Protegermos-nos do outro é não demonstrar o que sentimos, o quanto o amamos. É não compartilhar, não precisar (no sentido de admitir que desejamos a intimidade com o outro). No entanto, não nos damos conta de que enquanto nos protegemos, tornamos-nos reféns de nós mesmos, transformamos o nosso próprio coração numa prisão, iludidos com a sensação de uma segurança, que definitivamente não existe, largamos a possibilidade de experimentarmos sentimentos imperdíveis!

Podemos perceber que nos estamos a defender do amor, quando usamos expressões como: Eu gostaria que ele me desse mais carinho, mas não tenho que pedir isso! Ou se ele não demonstra que me ama, por que eu deveria fazer isso?

O problema é quando fazemos a nossa vida depender a partir do outro: Se ele não fizer isso, eu também não faço, se ele não disser, eu também não digo, se ele não demonstrar, eu também não demonstro! Chega! Que raio de contabilidade miserável é esta?!? O amor não funciona deste modo e assim continuaremos todos a morrer de solidão, carência, angústia e depressão!!!

Que tal começarmos a agir pela nossa própria conta e risco! Assumirmos e demonstrarmos o que sentimos? Sim, amar é um risco, um enorme risco, mas que não inclui apenas o sofrimento. Neste pacote está também incluído o risco (absolutamente provável) de sermos correspondidos, amados, respeitados, queridos e tudo o mais que possa haver de bom no exercício de compartilhar o amor!!!

E perguntam: Mas eu não me vou desrespeitar se pedir amor, se der mais do que recebo, se me expor a esse ponto?... E eu respondo com outra pergunta: O que é desrespeitar-se?! Para mim, desrespeitar-se é fazer algo que não gostaria de fazer, ou ao contrário, é não fazer algo que gostaria de fazer.

Portanto, a pergunta mais importante é: o que quer fazer? Compartilhar o seu amor, dar carinho, pedir carinho, demonstrar o que sente, falar sobre os seus sentimentos? Então faça isso! Não desperdice a sua vida à espera da permissão do outro. Não compare a sua capacidade de amar, ao facto de se expor e de se tornar vulnerável a partir do outro, ou para o outro. Confie no seu parceiro! Acima de tudo, confie na sua escolha! Assuma-se, admita-se e sobretudo, acolha-se!


Comece a perceber-se, a abrir-se aos poucos, a pedir devagar... porque assim torna-se mais fácil reconhecer e respeitar os seus próprios limites. Não exija! E trace como um limite a linha que separa o seu desejo, da sua verdadeira percepção de que já se deu, e do quanto gostaria ainda de dar de si. Porque obviamente, não estou a defender a ideia de que passe a vida inteira a dar-se a alguém que não tem espaço para o receber, ou que também não tem a capacidade de dar. Experimente, e vai perceber o que recebe em troca. Aos poucos, com o tempo, o seu parceiro aprenderá também a confiar em si, e no que sente por ele. No entanto no momento em que sentir que atingiu o seu limite, que não consegue ou sabe dar mais, aja com amor-próprio e recolha-se, para se dar a si, a oportunidade de compartilhar o seu amor com alguém que quer e sabe receber.

Enfim, a minha sugestão é que paremos de uma vez por todas, de justificar as nossas atitudes (ou não-atitudes) a partir do outro. Que possamos assumir pelo menos para nós próprios e se for o caso, que temos medo de sofrer, e por isso preferimos não nos expor, não pedir, não demonstrar, não expressar e tantas vezes, não amar...Porque quando conseguirmos reconhecer esse medo, certamente vamos tornar-nos mais dispostos e disponíveis para o amor. Teremos compreendido, finalmente, que não-sofrer é impossível. Sofrer faz parte do processo de viver, é inevitável. Mas não-amar talvez esteja a ser uma escolha ingénua e infantil, infelizmente feita por muito mais pessoas, do que supomos.

Não desperdice a sua energia e o seu tempo a evitar a dor. Não seja refém dos seus medos. Aceite-os apenas e lembre-se de que cada um de nós, tem os seus; todos temos defeitos! Aproveite a sua vida para amar tanto quanto desejar, tanto quanto sentir... e tenha a certeza de que nunca será menos que ninguém por isso. Demonstrará maturidade e auto-conhecimento e muito pelo contrário, estará a conseguir ser o que todos nós desejamos: corajosamente amante! Não se esconda, mostre o que quer e o que sente, só terá a ganhar!


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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Sila Tarot: A Paixão é Absolutamente Necessária?


Tudo parece fácil no inicio. Um homem e uma mulher apaixonam-se. Deseja-se a presença da outra pessoa – faz-se tudo para que o outro seja feliz. As dificuldades e os obstáculos não contam e mal se apercebem. Os laços da inércia, a apatia e a fraqueza parecem superadas. “A autêntica paixão torna o homem terno e até puro”, diz o filósofo Dietrich von Hildebrand, e com isto não se refere à embriaguez emocional, ao feitiço dos sentidos, mas ao entusiasmo verdadeiro que se sente por outra pessoa, um fascínio do entendimento e do coração, da vontade e dos sentimentos. Embora talvez este arrebatamento se baseie primeiro no exterior do outro, também se sente a sua bondade e a sua beleza. Tal como o amor conjugal, a paixão autêntica aspira à exclusividade absoluta e à continuidade. Aquele que diz estar agora apaixonado, embora não saiba se amanhã continuará a estar, está embriagado, mas não realmente apaixonado.

A intensa sensação de paixão nos primeiros tempos de casamento é qualquer coisa de positivo que facilita os começos. Um avião de Munique para Hamburgo gasta 80% do combustível quando levanta voo. É necessário gastar esta imensa quantidade de energia para que o avião atinja a altitude de voo. Uma vez alcançada, a alimentação necessária é diferente. Assim, será menor e contínua, e de vez em quando têm de se fazer correcções, maiores ou menores, da trajectória para manter a rota.

Uma paixão autêntica é a melhor condição para o êxito do casamento. Mas não é absolutamente necessária. Todos os pensadores e poetas e muitas pessoas com experiência na vida, concordam que não é frequente uma grande paixão conduzir ao casamento. Aquele que a experimenta sente-se feliz e com sorte. Mas também se pode conseguir um casamento feliz, sem se começar com ela.


Posto isto, apaixonar-se não é uma exigência primordial, seria ridículo fazer disso uma condição para nos casarmos ou para persistir na nossa união.

O casamento que nasce da simpatia, da amizade e da benevolência também tem bons alicerces. Embora menos romântico e mais prosaico é indubitavelmente susceptível de progresso. Da simpatia pode nascer amor; do hábito, carinho e confiança.

Um grande número de casamentos são feitos ou por interesse ou por sentimento de dever: há viúvos que têm de procurar uma mãe para os seus filhos pequenos, e viúvas que têm de procurar um pai para os seus filhos adolescentes; também há casamentos que se celebram por agradecimento ou para solucionar o aspecto económico, para beneficiar de um apelido de prestígio, porque existe uma gravidez ou para não ficar solteiro. Estas razões não são, certamente, nada ideais. Mas quando existe simpatia pelo outro, uma pessoa sente-se bem com a outra e se está disposta a partilhar a vida, estes casamentos podem muitas vezes crescer e aprofundar-se (o casamento por dinheiro é talvez aquele que tem menos probabilidades de êxito). Estão cheios de esperança: A do “verdadeiro” amor que não afecta só a razão, mas também o coração.

De uma forma ou de outra, a paixão está sempre na base do amor conjugal, embora só o seja como possibilidade latente. Não creio que seja correcto menosprezá-la, pois a falta de amor poderia ser uma das causas mais frequentes do empobrecimento da relação. Isto não significa que a paixão esteja continuamente viva, mas que ela deveria impregnar sempre o casamento, pois, se for aprofundada, representará a sua plena realização. É evidente que casamento e amor não devem identificar-se ingenuamente. O casamento, que é uma união objectiva, é independente dos sentimentos amorosos, garantia de segurança e continuidade. Essa união é como uma cerca no interior da qual, se torna possível o crescimento do amor. Baseia-se numa decisão definitiva. A frase “amo-te” é uma característica desta decisão. Por isso, qualquer palavra acrescentada como, “amo-te muito” ou “amo-te imensamente” não é considerada um reforço, mas sim um redutor.

No caso ideal, também não se dirá “amo-te pela tua beleza” pela tua inteligência, pela tua força, pela tua suavidade, pois assim querer-se-ia só alguma coisa do outro (alguma coisa que indubitavelmente é digna de ser amada) mas ainda não se amaria a outra pessoa por si mesma, tal como é. No caso ideal, dever-se-ia dizer “Amo-te por seres como és”. Então, sim, amar-se-ia o outro por ele próprio, através de todas as adversidades da vida, as doenças, a velhice e até da morte.

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Sila Tarot: Conhece Realmente o Seu Parceiro?

O Conhecimento do Outro...

“Amo-te por seres como és” significa: “conheço-te, reconheço a essência inconfundível do teu ser, e aceito-te tal como és”.

O amor conjugal como qualquer forma de amor, tem de ser, em primeiro lugar, amor pelo conhecimento. Só posso amar quem conheço, e se o amo, desejo aprofundar cada vez mais o conhecimento que tenho sobre ele. Por outro lado, eu também desejo que aquele que me ama a mim, me conheça cada vez melhor. É por isso que aqueles que se amam, procuram o diálogo e a presença da pessoa amada, de uma maneira cada vez mais intensa. O que a Bíblia diz de “conhecimento” ao referir-se à união sexual, tem um sentido profundo.

Conhecemos o outro – e não o conhecemos, pois cada pessoa é um mistério inexplicável, insondável. Quanto mais nos metermos nas profundezas da nossa própria personalidade ou na de outra pessoa, mais obscuro se torna para nós aquilo que desejamos captar. Apesar disto, o amor conserva vivo o desejo de penetrar no mais íntimo do outro. E só ele nos pode revelar, sequer um pouco, como é realmente a outra pessoa.

O amor verdadeiro faz ver, não cega. Se amo alguém, apercebo-me por exemplo, se se aborrece, apesar de tentar disfarçá-lo. Verei ainda e compreenderei que o outro tem medo ou se sente culpado. O seu aborrecimento é só uma expressão do seu descontentamento. Vejo, então, a sua perturbação e sofrimento e não o seu aborrecimento.

Nos primeiros tempos de um casamento, o verdadeiro conhecimento do outro e a antecipação do seu futuro desenvolvimento, só é possível de uma maneira muito deficiente. Para isso é necessária uma convivência de anos. O conhecimento adquirido com o tempo pode ser doloroso, mas também libertador: talvez o outro não corresponda às primeiras impressões, expectativas, ao ideal sonhado; vejo cada vez mais claramente as suas limitação e fraquezas, as falhas e as imperfeições. Mas quanto mais me afastar do meu ideal sonhado, mais profundamente perceberei que o outro é único. (Cada pessoa é uma pessoa; os produtos da fantasia, pelo contrário, são extremamente estereotipados. Um exemplo patente, são os romances cor-de-rosa).

Posso aperceber-me de que o outro é diferente de todos os que existiram antes e existirão depois. Com o tempo, chegarei a conhecer também as suas possibilidades mais recônditas. Conheço-o, não só pelo que é, mas também pelo que pode e deve ser, como poderia ser a sua perfeição e a sua autêntica auto-realização. Vou vivendo cada vez melhor, como Deus o quer ver realizado desde a eternidade e para a eternidade. Por isso, o céu é em certo sentido, uma parte de todo o autêntico amor . O céu dever-se-á compreender aqui, como aquele lugar onde tudo atingiu a sua perfeição. Quanto mais amo uma pessoa, mais profundamente consigo penetrar no seu ser e aperceber-me da sua máxima perfeição. Por isso, o amor, poderíamos dizer em certo sentido, é uma antecipação do Céu.

Naturalmente, o conhecimento da outra pessoa não deve afastar-nos da realidade, pelo contrário, agarrarmos-nos mais fortemente a ela. Quanto mais conhecer o outro por aquilo que é e pelo que deve ser, mais deve crescer o meu amor por ele.

Se assim não for, este conhecimento esfumar-se-á e ficará somente a desilusão e a resignação produzida pela recordação de uma ilusão. Pelo contrário, quanto mais crescer o meu amor, mais desejarei que o outro seja o melhor e o mais perfeito possível, em suma, que se realize o máximo; e assim estarei preparado para o ajudar a alcançá-lo. Vejo com uma clareza cada vez maior, como a minha auto-realização pessoal consiste em ajudar o outro a realizar-se.


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Sila Tarot: Traição, Perdão e outras Reflexões...


Existe um ditado popular que afirma: Quem nunca foi, está a ser ou um dia será! Mas eu particularmente, não considero a traição, assim tão inevitável! Além do mais, como se trata de uma situação que não depende do nosso controlo, o melhor é concentrar-se em possibilidades pessoais.

Antes de entrar na grande questão, sobre perdoar ou não perdoar, vale a pena esclarecer melhor o conceito. Trair é por definição, enganar o outro. Ou seja, é fazer com que o outro acredite que age de uma determinada maneira, quando na realidade, você age de outra! Portanto o grande problema da traição não é exactamente com quem estará ou não, quem beija, ou com quem se envolve sexualmente, mas sim, o facto de mentir e enganar algum ou alguns dos envolvidos, nesta trama amorosa.

Para esclarecer melhor a minha teoria, transmito o que digo sempre a um amigo que defende a traição. Ele é casado e tem outras mulheres, além da esposa. Dependendo dos casos, chega no entanto a ficar longos meses com a mesma mulher, embora mantenha a sua vida amorosa com a esposa e dê as suas escapadelas extra-conjugais e extra-amante fixa.

Ao abordarmos este assunto, clarifico-lhe que não concordo com a atitude dele. E ele argumenta: Essas relações paralelas são apenas como diversão e acabam por fazer bem à minha relação. Fico mais tranquilo e mais carinhoso com a minha esposa!



Pois muito bem! Não querendo abordar detalhes sobre o relacionamento dele, tento ser prática e objectiva: Se estás a ser sincero comigo e realmente acreditas que não há nada de errado em manter relações paralelas, então porque precisas de mentir á tua esposa? Diz-lhe, defenda a tua teoria e explica porque ages desse modo. Convence-a dos benefícios e sê verdadeiro. Ao menos assim, ela saberá quem tu és realmente e poderá escolher se quer continuar contigo ou não!

Mas vou um passo mais adiante! Além disso, se realmente acreditas que esse tipo de comportamento faz bem à tua relação, então suponho que não te importarias se ela fizesse o mesmo. Ou seja, se saísse com outros homens para se divertir, tornando-se mais tranquila e carinhosa contigo!.

Mas estranhamente, ele contesta Sempre: De forma nenhuma! Se descobrir que ela me trai, está tudo acabado!. E assim, sinto-me ainda mais propensa a reafirmar: O que mais importa numa relação, não é o facto de jamais teres cometido um erro ou jamais teres magoado o outro. Isso sim, é inevitável, considerando o grau de envolvimento, entrega e intimidade que permeia num relacionamento amoroso.

O que mais importa é a coerência entre o que se diz e o que se faz. É o nível de verdade que existe naquilo a que se propõe a viver. É o comprometimento que cada um dos envolvidos tem, com cada detalhe desta importante escolha, que é dividir a sua vida com outra pessoa!


Portanto, se vive uma situação dolorosa, sentindo-se traído, tendo descoberto um erro e uma mentira do seu parceiro, acredite: Não existe uma resposta certa e uma resposta errada, que sirva para todas as relações.

Para decidir se o vai perdoar ou não, se vai continuar ou não nessa relação depois do que aconteceu, sugiro que se faça a si, algumas perguntas fundamentais e tente responder com o coração, baseando-se naquilo que sente de mais real, de menos contaminado pela raiva ou pela dor, que provavelmente, queima dentro de si!

- Apesar desse erro, o que existe de bom e que vale a pena, nesta pessoa e nesta relação?

- Você gostaria de se dar a si a oportunidade de tentar fazer dar funcionar mais uma vez?

- Quanto consegue reconhecer de seu, nisto tudo? Ou melhor, também comete erros.  

- Quanto consegue compreender o que o outro fez, a partir dessa auto-percepção?

- Saiba: Pode conseguir perdoar, mas esquecer só será possível se vier a sofrer algum tipo de perda de memória que apague esse acontecimento de seu cérebro. Caso contrário, essa lembrança continuará viva como a de qualquer outra ocasião relevante da sua vida. Precisará de aprender a lidar com ela!

- Ao fazer um balanço, caso descubra que as dores e as mágoas são muito maiores que o respeito, a admiração e a confiança, pergunte-se: O que tem ganhado ao ficar nesta relação? Porque ninguém fica numa situação, onde não esteja a ganhar absolutamente nada!

Por fim, lembre-se: Toda a dor e toda raiva vai amenizar-se com o passar do tempo e que a lucidez tende a ser maior com o passar dos dias. Então, não aja de modo precipitado e nem seja radical ou implacável consigo ou com o outro. Espere até se recuperar do choque e somente então, pense no que quer fazer. No final das contas, a vida – incluindo as maiores dores nela contidas – oferece-nos sempre aprendizagens!...

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Sila Tarot: O Que Foi que Eu Vi Nesta Pessoa?!?

Interessou-se por alguém que em princípio, não tem nada a ver consigo. Alimenta crenças diferentes das suas. Tem gostos pouco parecidos com os seus. E uma forma de viver a vida completamente diferente de tudo o que viveu, até então.

Não me estou a referir a valores de raiz, tais como honestidade, carácter, ética e bom-senso. Falo de dinâmica, de formas de interpretar as circunstâncias e formas de encarar a vida e o futuro.

Ainda que as diferenças continuem aparentemente imensas, como se entre ambos houvesse um abismo, que impossibilitaria qualquer aproximação, mas entretanto, quando se dão conta, estão nos braços um do outro e é bom. Muito bom!

Das duas uma: ou são realmente muito diferentes e este encontro traz uma grande e importante lição, tendo em vista uma aprendizagem que mostre, que além das suas verdades, existem outras e que podem ser também muito válidas.
 E neste caso vale a pena citar a providencial frase de Saint Exupéry:

"Aquele que é diferente de mim não me empobrece: mas enriquece-me."

Ou na realidade, não são tão diferentes quanto aparentam. Muitas vezes consideramos como diferenças, o que na realidade, são características complementares. Sendo assim, este encontro traz uma grande luz, a fim de que se aperceba de algo bastante interessante sobre si próprio: Nem tudo aquilo em que acha que acredita, acredita realmente!

Confuso? Nem tanto! O que estou a dizer é que muitas vezes nós vamos engolindo crenças que não são nossas. Alguém nos disse que as relações tinham de ser de determinada maneira e nós simplesmente acreditamos, engolimos como sendo ‘certo’, como uma verdade absoluta, como um dado adquirido.

Acontece que ao longo da vida vamos inevitavelmente construindo as nossas próprias crenças, sobretudo sobre o amor, e se não estivermos atentos ao que já tínhamos engolido, algumas verdades internas tornam-se contraditórias; e o problema é que essas verdades agem paradoxalmente sobre os nossos pensamentos, sentimentos e sobre as nossas escolhas.


Resultado: Acredita que deseja relacionar-se com um determinado tipo de pessoa e investe todo o seu discurso nesta crença. Porém, todavia e no entanto... quando menos espera, já se sente atraído justamente por algo muito diferente.

Se isso acontece consigo, pode agora parar de se sentir tão inadequado. Mais do que se revoltar contra si mesmo, considerando-se tolo ou maluco, aproveite a oportunidade. Reflicta: Que sentimentos esta relação lhe desperta? Como lida com o que sente? em que medida aceita e acolhe essas contradições que o perturbam?

Pense nestas questões e procure manter-se alerta, tanto quanto conseguir. Observe o outro. O que tem para ensinar? Observe-se a si próprio. O que tem para aprender? Quanto pode crescer com estas diferenças? Como se pode tornar melhor ao permitir-se experimentar o novo?

Lembre-se: Nada é definitivo. Nada é para sempre. Hoje, talvez possa descobrir uma nova verdade escondida, algures dentro de si mesmo... e acabar por se dar conta de que é muito mais enriquecedor, do que impor o que lhe parece certo, é deixar a vida mostrar-lhe que todos nós – invariavelmente – somos TODOS diferentes!

E nesta medida, pode-se tornar mais evoluído depois de algum encontro, em que o grande objectivo seja dar o seu melhor, no intuito de ser e fazer o outro feliz, independentemente de julgamentos, que em última instância, não acrescentam nada e deixam-nos repletos de dúvidas!

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domingo, 14 de maio de 2017

Sila Tarot: Como saber se é Amor?!?


Muitas vezes, quando nos começamos a relacionar com alguém, ou até quando já estamos com uma pessoa há bastante tempo, ficamos com dúvidas que parecem colocar em cheque-mate, toda a nossa disponibilidade interna para continuar esta relação. A grande dúvida é: será que é amor?

Como saber?

Em primeiro lugar, creio que saber não seja o mais importante. Saber só nos serve para nomear os sentimentos, para tentar explicá-los... e nem sempre isso realmente acrescenta algo significativo para nós próprios ou para o outro. Não vale a pena encontrar explicações lógicas, pois o amor não se explica. Portanto mais importante do que saber, é sentir e agir. Ou seja, talvez não saiba exactamente o que sente, mas sente e age de tal forma, que fica satisfeito e satisfaz a pessoa que está consigo. Pronto, isso basta!

Mas supondo que não está satisfeito, ou que seja importante para si ou para o seu companheiro compreender melhor o que sente, voltamos então às questões: será que é amor? Como saber?

Não há uma fórmula pronta, onde encaixe os seus dados e chegue a uma resposta conclusiva, de sim/não. Até porque como sempre defendi, acredito no amor como um caminho para a evolução. Cada um de nós está num grau diferente de consciência e de percepção de si próprio.

Se considerarmos que uma pessoa bastante evoluída ama sem possessividade, sem egoísmo, sem defesas, com compaixão, serenidade e maturidade, então podemos tentar analisar-nos antes de procurar a resposta definitiva sobre, ser ou não ser, amor o que sentimos.



Um bom começo para esta análise é um auto-questionamento que passe pela seguinte ordem: se colocasse ao lado o amor que acha que sente, quanto encontraria em si mesmo de carência, de solidão, de medo de não conseguir relacionar-se com outra pessoa, de apego? Quanto existe em si de preguiça de começar de novo, de comodismo? Enfim, que quantidade existe de motivação para alimentar o que sente?

Ou então, tente perceber o quanto tem investido nesta relação, com o melhor que existe em si... Muitas pessoas reservam o seu melhor para um momento mais apropriado ou para alguém que pareça merecer mais... quando dar o seu melhor deveria ser uma condição primária para viver qualquer relação, porque só assim os encontros podem valer a pena e podem fazer com que se torne cada vez mais evoluído, mais disposto e disponível para o comprometimento, que o amor pede.

Sugiro que se ocupe mais em sentir e agir, do que em saber se o que sente é amor ou não. E se por acaso, perceber que não sente e que não tem agido, e portanto não tem dado o seu melhor, posicione-se. Fique ou vá-se embora, mas seja lá qual for a sua escolha, que a faça em consciência.

Não importa o quão definitiva seja a sua decisão, porque nada é para sempre. Decida-se por hoje e terá decidido pelo único momento que realmente existe e importa. E assim sucessivamente, lembre-se que a vida é feita de escolhas constantes, em todos os instantes e em todos os sentidos. Se parte ou se fica, que seja sempre por amor, tanto por si próprio, quanto pelo outro.



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Sila Tarot: As Superstições Populares e as Suas Origens!

As 10 Superstições mais Populares!

Afinal, quem nunca cruzou os dedos quando viu um gato preto ou bateu na madeira para isolar o azar? Algumas superstições fazem parte do nosso dia-a-dia e nem percebemos. Por isso, elaborei um top 10 com as origens das crendices populares, para satisfazer a curiosidade e relatar de onde surgiu tamanha criatividade.

6ª Fª Treze

A superstição tem a sua origem numa lenda protagonizada pela deusa Nórdica do amor cujo nome é Friga. Quando as tribos nórdicas se converteram ao cristianismo, a personagem foi transformada numa bruxa e exilada no alto de uma montanha. Para se vingar, Friga passou a reunir-se, todas as sextas-feiras, com outras 12 feiticeiras para rogar pragas sobre a humanidade. Na Europa, a superstição é reforçada pelo relato bíblico da última ceia, quando haviam 13 pessoas à mesa, na véspera da crucificação de cristo – que aconteceu numa sexta-feira.

Bater 3 vezes na Madeira


A origem mais provável pode estar no facto dos raios caírem com frequência sobre as árvores. Os povos antigos teriam interpretado isto, como sinal de que as árvores seriam a morada terrestres dos deuses. Assim, quando se sentiam culpados por alguma coisa, batiam no tronco para chamar a divindade e pedir perdão ou proteção.

Passar por baixo de Escadas


Alguns acreditam que a superstição surgiu na Europa Medieval. Quando um castelo era atacado, a ponte era recolhida. Um dos únicos meios de invadir era usar as escadas. A defesa para estes ataques era derramar óleo quente. Quem segurava as escadas geralmente recebia um banho mortal. Portanto, segurar uma escada por debaixo passou a significar má sorte.

Gatos Pretos

No mundo do misticismo os gatos são portadores de poderes mágicos superiores ao do homem. Na Idade Média, as bruxas converteram o gato preto num elemento para efectuar rituais e feitiços. Este facto representa o conflito que existia entre a igreja, a cruz e as práticas pagãs da bruxaria.


Partir um Espelho


É provável que esta crendice obedeça à ideia de que nosso reflexo é a outra versão do original. Portanto, se causarmos defeitos no espelho, causamos a nós mesmos. Assim, quebrar o espelho é fazer o mesmo com a alma. O período de sete anos de azar se deve à crença de que o corpo experimenta uma mudança na constituição fisiológica a cada sete anos.

Abrir um Guarda – Chuva dentro de casa


A origem deste temor remonta-se a épocas em que os reis orientais e africanos usavam sombrinhas para se protegerem dos raios solares. Devido a sua conexão com o astro rei e também porque a sua forma simboliza o disco solar, abri-lo num lugar sombreado, fora dos domínios do sol, era considerado sacrilégio.


Cruzar os dedos


Quando se formula um desejo, ou se conta uma mentira ou frente a algum perigo, é costume cruzar os dedos. O gesto que evoca uma cruz afasta as influências maléficas, segundo os supersticiosos. Desde os tempos do cristianismo, colocar o polegar sob os outros dedos ou fazer figa, afastava os fantasmas e os maus espíritos.


Ferradura


Esta superstição nasceu, possivelmente, pela comparação. A ferradura dá ao cavalo firmeza, estabilidade e ritmo no passo. A ferradura na porta chamaria a prosperidade em negócios e pretensões, como também proteção, defesa e conforto. Na França, Inglaterra, Itália e na Península Ibérica, acredita-se firmemente que a ferradura, encontrada por acaso, seja uma oferta do destino favorável.

Derramar Sal


Desde a Grécia antiga, o sal teve um grande poder simbólico: procede do mar, as lágrimas e as salivas são salgadas. Além de conservar, condimentar e enriquecer os alimentos, sempre foi considerado precioso. Perder Sal, era assim considerado simbolismo de perdas.


Colocar Flores nas Sepulturas


Na actualidade, enfeitam-se as sepulturas com flores como mostra de afecto, mas essa não era a intenção original. A coroa circular, colocada sobre a tumba ou na porta principal do cemitério, encerrava simbolicamente o espírito e impedia-o de voltar.


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