segunda-feira, 28 de maio de 2018

Sila Tarot: Códigos de Ética dos Índios!


1. Levante-se com o Sol para orar. Ore sozinho. Ore com frequência. O Grande Espírito o escutará, se ao menos, falar.

2. Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho. A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza, originam-se de uma alma perdida. Ore para que eles encontrem o caminho do Grande Espírito.

3. Procure conhecer-se, por si mesmo. Não permita que outros façam seu caminho por si. É a sua estrada, e somente a sua. Os outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por si.

4. Trate os convidados no seu lar com muita consideração. Sirva-lhes o melhor alimento, a melhor cama e trate-os com respeito e honra.

5. Não tome para si o que não é seu. Seja de uma pessoa que faz parte da comunidade, da natureza, ou da cultura. Se não lhe foi dado, não é seu.


6. Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra. Sejam elas pessoas, plantas ou animais.

7. Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas. Nunca interrompa os outros nem ridicularize, nem rudemente os imite. Permita a cada pessoa o direito da sua expressão pessoal.

8. Nunca fale dos outros de uma maneira má. A energia negativa que colocar para fora no universo voltará multiplicada para si.

9. Todas as pessoas cometem erros. E todos os erros podem ser perdoados.

10. Pensamentos maus, causam doenças da mente, do corpo e do espírito. Pratique o optimismo.

11. A natureza não é para nós, ela é uma parte de nós. Toda a natureza faz parte da nossa família Terrena.


12. As crianças são as sementes do nosso futuro. Plante amor nos seus corações e alimente com sabedoria e lições da vida. Quando forem crescidos, dê-lhes espaço para que cresçam.

13. Evite magoar o coração das pessoas. O veneno da dor causada aos outros, retornará a si.

14. Seja sincero e verdadeiro em todas as situações. A honestidade é o grande teste para a nossa herança do universo.

15. Mantenha-se equilibrado. O seu corpo Espiritual, o seu corpo Mental, o seu corpo Emocional, e o seu corpo Físico; todos necessitam de ser fortes, puros e saudáveis. Trabalhe o seu corpo Físico para fortalecer o seu corpo Mental. Enriqueça o seu corpo Espiritual para curar o seu corpo Emocional.

16. Tome decisões conscientes de como será e como reagirá. Seja responsável pelas suas próprias acções.

17. Respeite a privacidade e o espaço pessoal dos outros. Não toque as propriedades pessoais de outras pessoas, especialmente objectos religiosos e sagrados. Isto é proibido.


18. Comece sendo verdadeiro consigo próprio. Se não puder nutrir-se e ajudar-se a si mesmo, não poderá nutrir e ajudar os outros.

19. Respeite as outras crenças religiosas. Não force as suas crenças sobre as dos outros.

20. Compartilhe a sua boa sorte com os outros. Participe com caridade.


MARQUE AQUI A SUA CONSULTA: http://www.silatarot.pt/p/contactos.html

Se Gostou do que Leu e para que eu publique mais temas sobre o mesmo assunto , clique (no site) G+1= Gosto - É anónimo!

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Sila Tarot: Quando a Amizade se Torna Num Grande Amor!


Melhor do que ter apenas um grande amigo, é ter um namorado que seja também um grande amigo. Certamente isso seria o ideal, para qualquer pessoa que deseja relacionar-se e encontrar companheirismo, admiração e confiança.

Afinal de contas, casais competitivos, que discutem, competem e que se reflectem mais como inimigos do que como parceiros – por mais estranho que possa parecer – é o que vemos mais frequentemente, ainda que isso aconteça sem que muitas vezes, o próprio casal se aperceba.

Mas de facto, o que poderia ser um verdadeiro presente, pode-se tornar de repente, num grande constrangimento. Apaixonar-se por um amigo(a) é sempre motivo para uma angustiante reflexão: E se além de não ser correspondido, eu ainda acabar por perder o amigo?!?

Reflexão importante. Questão real. A possibilidade existe. Entretanto, existe na mesma proporção para o lado positivo. Ou seja, da mesma forma que pode descobrir que não, também pode descobrir que sim. O amigo pode ser realmente um excelente candidato à vaga de amante.

Portanto, melhor do que consumir-se com pensamentos fantasiosos e medos infundados, é tentar averiguar e apurar este novo sentimento que se inicia: Ir com tacto, e com calma, e acima de tudo com sinceridade.

Se uma amizade está naturalmente baseada na sinceridade, na transparência e no respeito mútuo, espera-se que haja acolhimento de qualquer sentimento, ainda que não seja correspondido.

Para que isso aconteça, em primeiro lugar precisa de considerar o sim e o não. Se sim, óptimo! Se não, recolha-se e preserve o que já existia de bom.



Fácil? Não! Mas inteligente e possível. O outro pode perfeitamente não se interessar por si, ainda que a adore como amiga. Por isso, conservar a amizade é fazer um bem enorme a si próprio, ainda que precise de algum tempo, para assimilar a impossibilidade de transformar esta relação em outro parâmetro, e que apazigue os seus desejos mais íntimos.

O que no entanto, acontece muitas vezes, é o retraimento de um dos dois ou dos dois. Por medo de não ser correspondido, o apaixonado afasta-se sem explicar os seus motivos. O outro, por sua vez, não sabe como agir e vai-se afastando da amizade.

Ou ainda uma outra possibilidade: Quando o amigo percebe que o outro está a ficar apaixonado, não sabe como agir, não consegue ser sincero e expressar o seu não, e assim, prefere afastar-se, deixando o outro sem saber o que fazer... sentindo-se péssimo e com a sensação de além de ter estragado a amizade, ter recebido um não silencioso...o que não é, definitivamente, uma atitude amigável.

Quando os sentimentos são correspondidos, é muito provável que tudo se vá desenrolando tranquilamente. O desconforto acontece quando um ou o outro não expõe o que verdadeiramente sente e acaba por tumultuar o relacionamento.


A minha sugestão, seja qual for a circunstância, seja lá o que for que já tenha ou não acontecido entre dois amigos, é uma clara, objectiva e sincera conversa. Expor os sentimentos e as percepções e falar dos desejos de cada um, é a melhor maneira de resolver uma situação que está pendente, acabar com os fantasmas que assombram a amizade desnecessariamente, e ainda construir uma intimidade maior do que a que havia antes.

Enfim, uma amizade poderá tornar-se um grande amor e uma experiência fantástica na vida de duas pessoas. Mas se o amor nascer apenas num coração, ainda assim, pode-se descobrir uma oportunidade preciosa de compartilhar a alma com um amigo para qualquer ocasião. Exprimir o que sente pode transformar uma simples amizade, numa amizade sincera e profunda, onde se pode partilhar tudo o que sentimos....tornando-se numa fantástica experiência de partilha...

MARQUE AQUI A SUA CONSULTA: http://www.silatarot.pt/p/contactos.html


Se Gostou do que Leu, clique G+1 ( = Gosto)

Sila Tarot: Como Encontrar a Sua Felicidade?


Existem dois tipos de pessoas no mundo: Aquelas que escolhem ser felizes e aquelas que optam por ser infelizes. Ao contrário da crença popular, a felicidade não vem da fama, da fortuna ou dos bens materiais. Ela vem de dentro. A pessoa mais rica do mundo pode estar miseravelmente infeliz, enquanto um sem-abrigo pode estar sorrindo e contente com a sua vida. As pessoas felizes são-no porque se fazem felizes. Elas têm uma visão positiva da vida e permanecem em paz com elas próprias.

A questão é: Como fazer isto?

É muito simples. As pessoas felizes têm hábitos que melhoram as suas vidas e se comportam de um modo diferente.

Pergunte a uma pessoa feliz e ela dirá:


1. Não guarde rancor

As pessoas felizes entendem que é melhor perdoar e esquecer, do que deixar que sentimentos negativos as dominem. Guardar rancores é prejudicial e pode causar depressão, ansiedade e stress. Porque deixar que uma ofensa de alguém exerça algum poder sobre si? Se esquecer esses rancores, vai ganhar uma consciência clara, e energia suficiente para apreciar as coisas boas da vida.

2. Trate os outros com bondade

Sabia que foi cientificamente provado que ser gentil fá-lo ser feliz? Ser altruísta faz com que o seu cérebro produza serotonina, uma hormona que diminui a tensão e eleva o seu espírito. Tratar as pessoas com amor, dignidade e respeito, permite que construa relacionamentos mais fortes.

3. Veja os problemas como desafios

A palavra “problema” não faz parte do vocabulário de uma pessoa feliz. Um problema, na maioria das vezes, é visto como uma desvantagem, uma luta ou uma situação difícil. Mas quando encarado como um desafio, pode-se transformar em algo positivo, como uma oportunidade. Sempre que enfrentar um obstáculo, pense-o como um desafio, ou uma oportunidade para mudar algo para melhor, ou a seu favor.

4. Expresse gratidão pelo que já tem

Há um ditado popular que diz: “As pessoas mais felizes não têm o melhor de tudo, fazem com o que têm o melhor de tudo.” Terá um sentido mais profundo de contentamento se contar as suas bênçãos em vez de ansiar pelo que não tem, ou permanecer a olhar para o que perdeu.

5. Sonhe e pense em grande

As pessoas que têm o hábito de sonhar em grande, que tem ousadia, são as mais propensas a realizar os seus objectivos, do que aquelas que não o fazem. Se se atreve a sonhar grande, a sua mente vai assumir uma atitude focada e positiva.


6. Não se preocupe com as pequenas coisas

As pessoas felizes perguntam-se: “Será que este problema terá a mesma importância daqui a um ano?” Elas entendem que a vida é muito curta para se preocupar com situações triviais. Deixar os problemas permanecer à sua volta, sem se ligar emocionalmente a eles, vai definitivamente, deixá-lo à vontade para desfrutar de coisas mais importantes. Não dê uma importância maior, do que a que já tem.

7. Fale bem dos outros

Ser bom é melhor que ser mau. Coscuvilhar até pode ser divertido, mas geralmente, deixa-o a sentir-se culpado e ressentido. Dizer coisas agradáveis sobre as pessoas leva-o a pensar positivo e a não se preocupar em julgar, ou criticar ninguém.

8. Não procure culpados

Pessoas felizes não culpam os outros pelos seus próprios fracassos. Em vez disso, assumem os seus erros e ao fazê-lo, evoluem como seres e mudam para melhor.

9. Viva o presente

Pessoas felizes não vivem do passado e não se preocupam com o futuro. Elas saboreiam o presente. Envolvem-se em tudo o que fazem nesse momento. Não carregue o passado consigo, pois já não existe. Guarde apenas as boas memórias e recordações. O Futuro ainda não existe, e será a consequência do momento presente.

10. Acorde todos os dias no mesmo horário

Já reparou que muitas pessoas bem-sucedidas tendem a ser os madrugadores? Acordar á mesma hora estabiliza o seu metabolismo, aumenta a produtividade e coloca-o num estado calmo e focado.

11. Não se compare aos outros

Todos têm seu próprio ritmo. Então, porquê comparar-se aos outros? Pensar ser melhor que outra pessoa, leva a um sentimento de superioridade não muito saudável e se pensar o contrário, acabará por se sentir inferior. Então, concentre-se no seu próprio progresso.

12. Escolha os seus amigos sabiamente

 A miséria adora companhia. Por isso, é importante cercar-se de pessoas optimistas que vão incentivá-lo a atingir os seus objectivos. Quanto mais energia positiva em torno de si, melhor se vai sentir.

13. Não busque a aprovação dos outros

As pessoas felizes não se importam com o que os outros pensam delas. Seguem os seus próprios corações, sem deixar os pessimistas desencorajá-los, e entendem que é impossível agradar a todos. Escute o que as pessoas têm a dizer, mas nunca busque a aprovação de ninguém.


14. Aproveite o seu tempo para ouvir

Fale menos, ouça mais. Escutar mantém a mente aberta. Quanto mais ouve, mais conteúdo absorve.

15. Cultive relacionamentos sociais

Uma pessoa sozinha, é uma pessoa infeliz. Pessoas felizes entendem o quão importante é ter relações fortes e saudáveis. Tenha sempre tempo para se encontrar e falar com a sua família e amigos.

16. Medite

Ficar em silêncio ajuda-o a encontrar a sua paz interior. Não tem que ser um mestre zen para alcançar a meditação. As pessoas felizes sabem como silenciar as suas mentes, em qualquer hora e lugar, para se acalmarem.

17. Coma bem

Tudo o que come afecta directamente a capacidade do seu corpo produzir hormonas, que vão definir o seu humor, energia e foco mental. Certifique-se que come alimentos que vão manter o seu corpo saudável e em boa forma e a sua mente mais tranquila.

18. Faça exercício

Estudos têm mostrado que o exercício aumenta os níveis de felicidade e auto-estima e produz a sensação de auto-realização.

19. Viva com o que é realmente importante

As pessoas felizes mantêm poucas coisas ao seu redor porque sabem que excessos, deixam-nas sobrecarregadas e stressadas. Estudos concluíram que os europeus são muito mais felizes que os americanos, porque vivem em casas menores, conduzem carros mais simples e possuem menos itens.

20. Diga a verdade

Mentir corrói a sua auto-estima e o torna-o antipático. A verdade liberta sempre. Ser honesto melhora a sua saúde mental e faz com que os outros tenham mais confiança em si. Seja sempre verdadeiro e nunca se desculpe por isso.

21. Estabeleça o controle pessoal

As pessoas felizes têm a capacidade de escolher os seus próprios destinos. Elas não deixam os outros dizerem como devem viver as suas vidas. Estar no controle completo da sua própria vida, traz sentimentos positivos e aumenta a auto-estima.


22. Aceite o que não pode ser alterado

Depois de aceitar o facto de que a vida não é justa, vai estar mais em paz consigo próprio. Portanto, concentre-se apenas no que pode controlar e mudar para melhor.



MARQUE AQUI A SUA CONSULTA: http://www.silatarot.pt/p/contactos.html

Se Gostou do que Leu, clique G+1 ( = Gosto)


segunda-feira, 14 de maio de 2018

Sila Tarot: Segredos para Elevar a Sua Auto-Estima!

A Auto-estima é a opinião que cada um forma a respeito de si próprio. Para a Psicologia, significa a forma com que fazemos as nossas auto-avaliações subjectivas, no que diz respeito a nós próprios, podendo as mesmas, ser positivas ou negativas. Esta opinião é formada a partir de crenças e emoções assimiladas pela nossa personalidade ao longo da sua formação.

A Auto-imagem que formamos ao longo da vida, através do nosso desenvolvimento cognitivo, tornou-nos naquilo que somos hoje. É através da lente imaginária da nossa concepção do mundo, que nos vemos a nós próprios e aos outros. Dependendo da maneira como construímos a matriz dessa lente interna, é que nos enxergaremos a nós e aos outros.

Pode-se gerar diferentes graus de auto-estima, dependendo do nosso estado de ânimo, face ás situações e adversidades da vida. Em alta medida, esse sentimento gera no nosso campo energético vital, uma energia tão poderosa, que é capaz de curar doenças e restabelecer a saúde do corpo e da mente, curando a depressão e aliviando o stress provocado pela vida conturbada das grandes cidades.

A auto-confiança e o amor próprio, sinónimos de auto-estima, são sem dúvida, as melhores forma de nos relacionarmos com as energias construtivas do universo. Elevar o nosso conceito pessoal ao nível de auto-aceitação e auto-confiança é o factor primordial para sermos felizes e realizados.

Por outro lado, a baixa auto-estima gerada pelas nossas atitudes negativas, torna-se numa força sombria, auto-destrutiva e capaz de minar paulatinamente a nossa saúde e vitalidade.

Tais sentimentos são alimentados a partir de factores diversos, produzidos pela incorporação de falsos valores, tais como: críticas, sentimento de culpa ou remorsos, carências, rejeição, abandono, vergonha, medos, angústias, timidez, frustração, insegurança, humilhação, raiva, perdas materiais ou afectivas e principalmente pela "autocrítica" construída pelos nossos padrões errados de pensamento. Tudo isto se deve a influências externas construídas ao longo de anos de exposição, a uma psicose negativista construída pelo meio cultural em que vivemos. E isso só pode ser combatido mediante uma mudança de atitude radical, que gere uma auto-confiança eficaz, capaz de produzir um bem-estar duradouro e que eleve a auto-estima.



A elevação da auto-confiança faz-se mediante a prática de sentimentos e emoções positivas, tais como: manter-se em forma, cuidar da aparência, cultivar sentimentos de gratidão, agradecer ao universo a maravilhosa oportunidade de estar vivo, fazer o bem, manter um diálogo interno buscando mais auto-conhecimento, amar e acreditar no amor, procurar fazer sempre que possível, algo que o deixe alegre e feliz. Podem ser coisas simples como cantar uma canção alegre, ler um bom livro, dançar, caminhar ao ar livre, ver um vídeo engraçado, fazer um passeio. Como resultado dessas mudanças de atitude, passará a recuperar a auto-estima, adquirindo mais confiança em si próprio. Num primeiro momento, isso gera um sentimento de paz interior. Gradualmente, o amor próprio aumenta e passa a sentir-se bem, mesmo diante de situação adversas. O resultado final é uma sensação de segurança e bem-estar que nutre a auto-confiança e que nos transforma completamente.


A auto-estima na sua forma mais positiva e construtiva, consiste em adquirirmos a consciência do nosso infinito valor, adquirindo auto-confiança. Praticada desse modo, pode intensificar o nosso potencial interior e transformar a nossa experiência de vida numa fonte de alegria, saúde e jovialidade, curando as nossas enfermidades, anulando os sofrimentos e as dores do corpo e da alma e equilibrando os nossos relacionamentos.

A auto-confiança influencia todos os sectores da nossa vida, pois é a soma de tudo aquilo que acreditamos que somos ou o que podemos ser.



É necessário muito discernimento quando se planeia uma elevação segura da auto-estima já que ela se pode manifestar num patamar elevado e ser destrutiva, ou estar num patamar de baixa representatividade e ser boa. Um exemplo aparentemente inferior, mas que gera bons resultados é a humildade, enquanto que o egoísmo exagerado, a prepotência, o narcisismo são algumas formas de auto-confiança exagerada, que produzem efeitos nocivos.

Ter auto-estima é ter autoconfiança, ser feliz, ter respeito por si próprio, ter um ego forte sendo ao mesmo tempo humilde. É sentir-se grande e importante, reconhecendo ao mesmo tempo, a grandeza e a importância dos outros, já que ninguém é uma ilha e todos vivemos numa interdependência contínua. Ame-se a si mesmo e aos outros. O amor incondicional tornado hábito, gera o despertar espiritual e a ampliação da nossa consciência, produzindo desprendimento, crescimento, evolução e atracção de situações e acontecimentos favoráveis, que se manifestarão sob a forma de incontáveis bênçãos na nossa vida. A pessoa que realmente se ama, gosta de ver os outros felizes e isso produz uma indescritível sensação de bem-estar. E o bem-estar é a base sob a qual, se estabelecem as energias mais poderosas e benéficas do Universo.

Quem está com a auto-estima baixa, está constantemente a reclamar da vida e dos outros. Quase sempre aponta os outros como responsáveis pelo seu estado de espírito negativo. Mas quem aprende a reconhecer a veracidade da Lei da Atracção, supera essas atitudes erradas, que só fazem fazer perpetuar os estados negativos.



O aprendiz pensador que reconhece a sua grandeza e a magnitude da sua força interior, passa imediatamente a reconhecer as causas dos seus problemas actuais, como sendo resíduos de pensamentos e atitudes da sua experiência de vidas passadas. Se persistir nessa fenda de auto-conhecimento, passará a desmistificar a sua personalidade negativa, substituindo todos os factores indesejados por outros, de natureza benéfica. Esse é o caminho que desejo apresentar na minha humilde proposta de auto-conhecimento.

O segredo básico para elevar a auto-estima, no meu modo de ver, consiste inicialmente num esforço para suprir os vícios e paixões negativas, substituindo-os por virtudes e acções que estejam em harmonia com as grandes Leis Universais. Cultivar o bom, o belo e o justo, consiste em edificar uma escada invisível, que o elevará gradualmente para a auto-valorização, para o crescimento pessoal e para a realização de todos os propósitos grandiosos que almejamos.

Acredite em si próprio e na superioridade das coisas boas e positivas, mesmo que as aparências pareçam demonstrar o contrário. Um dia distante de onde se encontra agora, perceberá que as aparências que a vida nos apresenta, representam apenas o início do fio de uma imensa teia de relacionamentos, que o Universo constrói com mestria e perfeição. Nesse dia, com a auto-estima elevada e a sensibilidade no topo, verá uma harmonia absoluta que emerge do caos aparente. Compreenderá que nada escapa à Lei e que existe sim; "Justiça e Equilíbrio", em todas as coisas deste imenso universo. 


MARQUE AQUI A SUA CONSULTA: http://www.silatarot.pt/p/contactos.html

 Se Gostou do que Leu, clique G+1 ( = Gosto)

Sila Tarot: Porque o Amor se Transforma em Amizade?

Creio que todos os casais nalgum momento da relação, já se perguntaram: Será que eu amo realmente esta pessoa, ou estou com ela apenas porque já me acostumei? Ou seja, a dúvida parece reincidir sobre os dois sentimentos que aparentemente exigem posturas diferentes: amor e amizade. Porém, creio que alguns conceitos necessitam de uma certa reflexão. Se podemos apaixonar-nos por um amigo, supomos que amizade e amor podem ter uma íntima correlação. Se podemos tornar-nos amigos de quem amamos, a afirmação continua a ser válida. Isto é, podemos acrescentar amor à amizade e amizade ao amor.

Mas porque será que em muitos casos, quando uma pessoa se questiona sobre o facto do amor se ter tornado amizade, fica a impressão de que algo se perdeu? Fica a sensação de que falta alguma coisa, de que foi subtraído da relação o mais importante? Será?

Claro que buscamos o despertar dos sentimentos peculiares, quando decidimos entregar-nos a uma relação amorosa. Paixão, excitação e palpitação, não combinam com as relações que vivemos entre amigos. Espera-se que no ‘grande encontro, haja mais do que a paz que pode ser encontrada num ombro companheiro. Espera-se que haja desejo.

Muito bem. Isso é verdade. Mas qual é o prazo de validade da paixão? Qual é a função desse fogo, que parece consumir-nos e movimentar-nos no auge do seu envolvimento? Será possível viver nesta euforia por toda a vida? Será construtivo? Diria até, será saudável?

O que quero dizer na realidade, é que a base de uma relação de amor, especialmente com o tempo, a dedicação e a construção de uma vida em comum, vai ganhando mais amizade e permitindo que se apague, de forma saudável e necessária, o fogo da paixão. E é absolutamente preciso que assim seja, acredite!

A paixão é maravilhosa, deliciosa, imperdível e desejável, mas como fogueira vai-se apagando no seu devido tempo. Fogo demais queima, magoa, dói, destrói, corrói. Fogo em minoria faz falta, deixa o frio, escuro, desconfortável. É preciso equilibrar, aceitar o ritmo, embriagar-se de labaredas, mas na medida certa... e depois, aprender a manter acesas somente as brasas.

Mas as crenças e os romances enganam-nos; deixam no ar a ilusão de que podemos estar constantemente e ininterruptamente apaixonados, ardendo, como se o amor se resumisse a isto. E assim, perdemos-nos em desejos impossíveis. Acreditamos que falta algo nas relações duradouras. Simplesmente, porque não aprendemos a apreciar a subtileza do amor. Ficamos presos e condenados à aflição que nos causa a paixão. Amor é diferente de Paixão.


E o facto é que ela acaba. Ela acaba sempre. É assim e não existe outra forma. Mas nós não aceitamos. Eterna busca por outra e outra, remetendo-nos a um vazio que nunca poderá ser preenchido, senão com a delicadeza do amor. Precisamos de nos deixar apaziguar, mais cedo ou mais tarde. Geralmente, mais tarde. Algumas vezes, muito mais tarde! Noutras, nunca, infelizmente!

Por isso, antes de pôr fim a uma relação que tem mais subtileza do que paixão, que lhe provoca mais paz do que desejo, pense bem. Não se deixe cair numa armadilha ardilosa e extremamente perigosa.

Não estou de forma alguma a subestimar a importância da paixão. Ela é necessária e imperdível. Contém em si o impulso da provocação, a coragem para a entrega. Sem isso não há início, não há motivação para o nascimento do amor. A paixão rompe a terra para deixar nascer o amor, em forma de fruto.

Desejo assim, que todos nós tenhamos a oportunidade de nos envolvermos nas chamas da paixão. Se preciso for, até arder, doer e aprender. Para depois enfim, valorizar a calmaria do amor. Afinal a paixão queima e magoa, enquanto que o amor aquece e acolhe... e que descubra e usufrua do segredo contido na relação que se torna mais parecida com amizade e menos com a angústia das paixões.


MARQUE AQUI A SUA CONSULTA: http://www.silatarot.pt/p/contactos.html


Se Gostou do que Leu, clique G+1 ( = Gosto)

Sila Tarot: O que Significa Sonhar com Pessoas Que Já Morreram?



Sonhar com pessoas que já morreram podem significar coisas muito positivas. Como mudanças, transformações, renascimento e oportunidades!

Quando esse sonho está relacionado com uma pessoa que já morreu, pode ter diferentes significados, de acordo com a situação.

Veja alguns exemplos:

Se no seu sonho, conversava com uma pessoa conhecida que já morreu, é porque brevemente boas notícias devem chegar para si!

Se no seu sonho via uma pessoa morta, é porque precisa de cuidar melhor das suas relações afectivas. Isso pode significar que pessoas más, com influências negativas estão presentes na sua vida e que danos materiais podem ocorrer.

Se pessoas muito próximas de si, que já faleceram, aparecem nos seus sonhos com frequência, deve prestar muita atenção ás suas reações, no que dizem ou no que tentam dizer. Podem ser alertas ou conselhos importantes.

Se sonhou com a morte de uma pessoa que já morreu, isso pode indicar que deve ganhar uma questão ou aposta muito em breve.

Se sonhou com sua própria morte isso indica saúde, riqueza e prosperidade.



Sonhar com a morte de um amigo ou familiar próximo, indica saúde e prosperidade para essa pessoa. Melhoras no trabalho e estabilidade financeira.

Sonhar com várias/muitas pessoas mortas ao mesmo tempo, tem um significado muito contraditório, pois embora seja um cena de lamentação e tristezas, isto pode significar coisas muito positivas para a sua vida. Uma verdadeira fartura de boas notícias, felicidade, saúde em abundância para si e para todos os seus familiares.



MARQUE AQUI A SUA CONSULTA: http://www.silatarot.pt/p/contactos.html

Se Gostou do que Leu, clique G+1 ( = Gosto) 

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Sila Tarot: Qual a Sua Posição Perante a Vida?


Não deixa de ser curioso observar as diferentes reacções do ser humano frente a certos obstáculos. Ao adoecer, algumas pessoas só pensam na recuperação; outras sentem que jamais voltarão a ter saúde. Diante de uma situação de risco, os optimistas decidem enfrentá-la, pois acham que as hipóteses de sucesso são boas; os pessimistas recuam, antevendo a catástrofe. Para começar um namoro, o optimista aproxima-se de alguém que despertou o seu interesse; o pessimista evita o primeiro passo, imaginando uma rejeição inevitável.

As diferenças não ficam apenas por aí. Se de um lado, há alegria de viver, generosidade, desprendimento, do outro há certa tendência ao egoísmo e à tristeza, às vezes disfarçada de falsa euforia. O optimista está sempre cheio de planos e projectos, é inovador, contagiando com a sua esperança as pessoas que o cercam. O pessimista é mais comedido nos gastos e nos gestos, costuma ser conservador, só se interessa por coisas que já foram testadas e agradam à maioria.

Quais serão os factores que impulsionam o ser humano na direcção de um comportamento positivo ou negativo em relação à vida? Vale a pena levantar algumas hipóteses. Antes de mais nada, acredito que não se trate de um mero condicionamento ou hábito de pensar. Quer dizer, de nada adianta acordar de manhã com a disposição de mudar e de tomar atitudes positivas. Esse tipo de optimismo será falso, superficial e não levará ao sucesso almejado, senão com muito esforço, empenho e persistência. Mas a realidade é que existem pessoas com pré-disposição para serem optimistas ou pessimistas.

Tenho a impressão de que há algo de inato no nosso comportamento. Certas pessoas possuem um forte impulso vital. Portadoras de uma energia inesgotável, são movidas por um “combustível” que falta à maioria dos mortais. Nessas pessoas, a alegria de viver é transbordante e contagiante. Nada as deixa tristes e em certas situações, parecem levianas porque não dão muito peso a sofrimento algum. Esse fenómeno inato provavelmente está ligado à bioquímica das nossas células cerebrais.

Outro factor que predispõe ao optimismo ou ao pessimismo é a avaliação crítica do nosso passado. Por exemplo, se uma pessoa de 40 anos fizer uma retrospectiva da sua vida e concluir que teve progressos indiscutíveis, haverá bons motivos para o optimismo em relação ao futuro. Se pelo contrário, no momento de somar e subtrair, o saldo for negativo, o pessimismo prevalecerá. Essa auto-avaliação não abrange apenas conquistas de ordem material. O que mais interessa é o sucesso como ser humano. Conseguir dominar os impulsos agressivos, ter uma vida sentimental e sexual satisfatória, ser tolerante para com as diferenças de opinião, são condições que conduzem ao optimismo.

Finalmente, há um terceiro factor, sem dúvida o mais importante de todos, que orienta a nossa atitude. Esse factor é a coragem. Pessoas que não têm medo de ousar, tendem ao optimismo. Elas não temem o sofrimento e o fracasso. Sabem que o forte não é aquele que acerta sempre , mas aquele que corre o risco de errar e sobrevive à mais dura queda. Os seres humanos mais felizes suportam bem a dor e costumam ter uma rotina mais criativa e alegre. O seu optimismo leva ao sucesso, pois consideram eventuais derrotas como uma aprendizagem que os tornará ainda mais fortes. O oposto acontece com o pessimista. Ele fica paralisado, não por convicção, mas por medo. Não tem medo porque é pessimista. É pessimista porque tem medo. E assim vai passando pela vida, cada vez mais inseguro e acomodado...

É preciso perceber, qual o tipo de atitude que se quer ter e manter perante a vida. Se ousar e ter coragem mesmo que fracasse, ou sentir-se vazio e inútil a pensar que vai falhar, sem sequer ter tentado.

MARQUE AQUI A SUA CONSULTA: http://www.silatarot.pt/p/contactos.html

Se Gostou do que Leu, clique G+1 ( = Gosto)

Sila Tarot: A Real Importância da Auto-Estima!

A forma como nos sentimos sobre nós próprios, é algo que afecta crucialmente todos os aspectos da nossa experiência, desde a maneira como agimos no trabalho, no amor e no sexo, até o modo como agimos como pais, e até onde provavelmente subiremos na vida. As nossas reacções aos acontecimentos do quotidiano são determinadas, por quem e pelo que pensamos, que somos. Os dramas da nossa vida são reflexo das visões mais íntimas que temos de nós próprios. Assim, a auto-estima é a chave para o sucesso ou para o fracasso. É também a chave para nos entendermos a nós e aos outros.

Além de problemas biológicos, não consigo pensar numa única dificuldade psicológica – da ansiedade e depressão, ao medo da intimidade ou do sucesso, ao abuso de álcool ou drogas, às deficiências na escola ou no trabalho, ao espancamento de companheiros e filhos, às disfunções sexuais ou à imaturidade emocional, ao suicídio ou aos crimes violentos – que não esteja relacionada com uma auto-estima negativa. De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos.

A auto-estima positiva é o requisito importante para uma vida satisfatória. Vamos entender o que é auto-estima. Ela tem dois componentes: o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a auto-estima é a soma da autoconfiança, com o auto-respeito. Ela reflecte o julgamento implícito da nossa capacidade de lidar com os desafios da vida (entender e dominar os problemas) e o direito de ser feliz (respeitar e defender os próprios interesses e necessidades).

Ter uma auto-estima elevada é sentir-se confiantemente adequado à vida, isto é, competente e merecedor, no sentido que acabei de citar. Ter uma auto-estima baixa é sentir-se inadequado à vida, errado, não sobre este ou aquele assunto, mas ERRADO COMO PESSOA. Ter uma auto-estima média é flutuar entre sentir-se adequado ou inadequado, certo ou errado como pessoa e manifestar essa inconsistência no comportamento – às vezes agindo com sabedoria, às vezes como tolo – reforçando, portanto, a incerteza.


A capacidade de desenvolver uma autoconfiança e um auto-respeito saudáveis é inerente à nossa natureza, pois a capacidade de pensar é a posição básica da nossa competência, e o facto de que estamos vivos é a fonte básica do nosso direito de lutar pela felicidade. Idealmente falando, todos deveriam desfrutar de um alto nível de auto-estima, vivendo tanto a autoconfiança intelectual, como a forte sensação de que a felicidade é adequada. Entetanto, infelizmente, um grande número de pessoas não se sentem assim. Muitas sofrem de sentimentos de inadequação, insegurança, dúvida, culpa e medo de uma participação plena na vida – um sentimento vago de “eu não sou suficiente”. Esses sentimentos nem sempre são reconhecidos e confirmados de imediato, mas eles existem.


 VER MAIS sobre este tema - clique aqui: