segunda-feira, 25 de março de 2019

Sila Tarot: Códigos de Ética SILA TAROT!

As pessoas precisam cada vez mais de confiança nas suas relações. Especificamente na relação entre a Taróloga e a consulente, onde a entrega das suas emoções, anseios e dúvidas se faz de forma tão plena. Num mundo marcado pela busca de mais valias, onde em todas as atividades humanas existem aqueles que usam de má fé, na crença alheia, pensando apenas nos seus interesses pessoais. Neste contexto, as relações éticas ganham significativa relevância. Assim, definir quais são os objetivos de um intérprete oracular, e sobretudo mostrar como fazer para alcançar um alto nível moral e técnico são tarefas valiosas. Não são apenas os fins que interessam, mas os meios para os alcançar.

Os valores

* A humanidade: o respeito ao ser humano, expresso nas suas necessidades e anseios.

* A Ética e o respeito - na busca de meios cada vez mais transparentes.


* A Objetividade: A solução racional e eficaz dos problemas e das suas questões envolvidas.

Código de Ética do intérprete oracular

1. Usar o oráculo, de acordo com seu propósito milenar maior: ser um poderoso instrumento para ajudar o semelhante que busca a sua ajuda, na compreensão dos fatos baseados na Lei da Ação-Reação. O que o consulente vive hoje é o resultado de decisões e ações. O que ele decidir hoje trará resultados futuros.

2. Falar sempre e somente a Verdade: não ocultar o que foi mostrado pelo oráculo, mas usando o bom senso, transmitir a mensagem sob a perspectiva das crenças positivas diante dos desafios. O oráculo é um instrumento para expandir a percepção de uma situação e nunca para limitar a ação do consulente.

3. Manter a fé e a esperança no coração do seu consulente, fazendo-o perceber as possibilidades e alternativas, diante dos desafios..

4. Ter sempre em mente o respeito por todas as crenças e religiões, porque todos os caminhos levam ao mesmo Deus.

5. Aceder ao oráculo apenas nos momentos de consultas ou como instrumento de estudo sério, nunca para exibições ou diversões.


6. Compreender que uma consulta não possui tempo de atendimento pré-determinado. Enquanto existir alguma dúvida no consulente, este deve ser orientado. Entretanto focar a consulta nas questões pessoais, necessárias e relevantes no processo de vida do consulente. Quando terminam as dúvidas e começam as curiosidades é o momento de encerrar a consulta.

7. Responder a questões sobre a vida do consulente. O oráculo não deve ser usado como meio de invasão da privacidade de pessoas alheias á consulta.

8. Mostrar ao consulente os caminhos indicados pelo oráculo, mas permitir que ele faça a sua própria escolha, seguindo o seu coração e a sua razão.

9. Manter sob sigilo nomes e a vida pessoal dos consulentes. O interprete oracular que trai a confiança depositada afasta de si os seus mentores espirituais, nomeadamente o Guardião Mensageiro do oráculo.

10. Usar inicialmente uma abertura oracular holística, percebendo o contexto de vida do consulente e ainda sem a influência de fatores e questões apresentados pelo mesmo. Após esta análise e compreensão isenta de "dados fornecidos", iniciar com a respostas direcionadas pelo consulente.

 

11. Ter a humildade de agradecer os dons divinos, conscientes de que somos apenas instrumento. Sejamos então, um instrumento de paz.

12. Compreender que não se cobra pela consulta em si, a qual é um Dom e não possui preço. A cobrança visa resgatar o tempo dedicado a atender o consulente, em horário do seu interesse, bem como na constante capacitação técnica, que se traduz na aquisição de bons livros, cursos, baralhos de ótima qualidade, pesquisa, assim como no custo dos recursos materiais.


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segunda-feira, 18 de março de 2019

Sila Tarot: Tudo Sobre a Reencarnação!

A reencarnação é um processo complexo. As suas variáveis decorrem do nível espiritual de cada um, levando em conta as necessidades de aprendizagem não só do espírito que volta, mas também das pessoas com as quais ele irá conviver nesse período. Quando o espírito possui mais conhecimento, pode ajudar a programar a sua próxima encarnação – mas sempre com a supervisão dos espíritos superiores.

Algumas vezes, ele pretende desenvolver algum lado seu, que esteja a dificultar a sua evolução. Então, é-lhe facultado reencarnar no meio de pessoas com as quais nunca se tenha relacionado antes, a fim de trocarem conhecimento. Ao reencarnar, o espírito sabe que esquecerá o passado e sente-se inseguro com isso. Natural que queira ter, como pais, pessoas amigas de outras vidas, figuras nas quais confia.

Mas é bom saber que isso só será possível, se aceitarem a responsabilidade, e se essa união favorecer o processo. Reencarnar com pessoas com as quais o espírito tem afinidade é sempre muito bom, pois permite que juntos, eles possam apoiar-se mutuamente e progredir. Tal oportunidade não é concedida a um espírito que tenha prejudicado pessoas ou criado inimizades em outras vidas. Em casos assim, a reencarnação é compulsória e quase sempre terá de conviver na mesma família, exactamente no meio das pessoas com as quais se desentendeu.

É uma chance que a vida oferece para que esse espírito conheça um pouco melhor os seus desafetos e modifique a sua maneira de se relacionar com eles. Então, os laços de parentesco servem, em princípio, para suavizar o confronto. A mesma oportunidade é dada aos espíritos que apesar de terem feito muitos inimigos no passado, arrependem-se.

Sentem remorsos e necessidade de reparar os seus erros. Nesses casos, recebem a oportunidade de programar, com o auxílio dos mentores, a reencarnação junto dos seus inimigos. Portanto, há ainda no astral, um trabalho de aproximação entre eles, feito pelos espíritos superiores, para que se entendam e para concordarem em relacionar-se de novo na Terra.

Às vezes, leva muito tempo para que aceitem e estejam prontos para essa nova encarnação. E ainda assim, quando tudo está bem entre eles, podem surgir dificuldades práticas na concretização do projecto.

Em certos casos, a rejeição energética da futura mãe é tão grande que acaba por se tornar uma gravidez de risco, que não chega a bom termo, sendo necessárias várias tentativas. Nesse caso, actuam também as energias do espírito reencarnante, que embora queira aproximar-se daquelas pessoas, reage instintivamente ao contacto energético, que se torna insuportável para ele.

Pode acontecer que as pessoas com as quais o espírito se desentendeu no passado já a tenham perdoado - e estarão então livres, podendo seguir adiante sem precisar de serem recebidos na família. Numa situação assim, pode reencarnar no meio de desconhecidos que precisem de ajuda. Ao ajudá-las, ele se libertará do remorsos.

Quando o espírito progride, a noção da própria maldade faz-lhe mal. Só poderá seguir adiante se conseguir livrar-se dela. Pois ninguém é vítima. Todos somos responsáveis pelas nossas escolhas. O respeito às leis cósmicas é fundamental para que o nosso espírito prossiga na conquista do bem. Agir com inteligência é evitar sofrimento.


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segunda-feira, 11 de março de 2019

Sila Tarot: Quem é o Seu Verdadeiro Amor?


Ninguém é de ninguém. Mas você é dona de si própria!

A ideia de que todos temos uma alma gémea para ser encontrada, uma pessoa que nos completará e nos tornará inteiros faz sentido, e é verdade! No entanto, sinto que existem alguns detalhes a serem esclarecidos sobre este assunto...

Muitas pessoas passam a vida a acreditar que enquanto não encontrarem essa tal metade, não podem ser inteiramente felizes, completamente realizadas ou que a sua existência jamais fará pleno sentido.

Isso não é exactamente uma verdade. O facto é que amar é um privilégio e uma oportunidade maravilhosa de nos tornarmos pessoas mais evoluídas e satisfeitas. Mas somos seres absolutamente completos. Nascemos dotados de todas as ferramentas que precisamos para sermos felizes, independentemente de com quem estamos, onde e quando estamos...

A felicidade é uma escolha pessoal, um dom que desabrocha de dentro de cada um, um exercício diário, uma busca que se faz só. Viemos ao mundo para uma missão que só pode ser realizada por nós mesmos e por isso nascemos únicos, singulares e individuais.

As pessoas com quem nos relacionamos, as que escolhemos para amar são as nossas companheiras de jornada, são presentes e facilitadores que Deus nos enviou para tornar a nossa caminhada mais leve e prazerosa. Mas não são nunca, de forma alguma, a nossa felicidade, a nossa realização, a essência da nossa vida.

Percebo que muitas vezes, entorpecidos por um sentimento genuíno de amor, confundimos o que somos com o que o outro é. Atribuímos a nossa felicidade e a nossa razão de existir ao outro e perdemos a referência de nosso real valor, da nossa individualidade, do nosso Eu.

Assim, passamos a acreditar que sem o outro não poderíamos sentir-nos tão bem, que sem o outro toda a beleza e toda a alegria estariam perdidas, como se tudo de bom (e de mau também) não existisse – antes de em qualquer outro lugar – dentro de nós mesmos!

É isto: tudo o que somos, sentimos e vemos, tudo o que entendemos como mundo é reflexo do que temos dentro de nós.

Assim, se somos felizes ao lado de alguém que amamos é porque nos tornamos capazes de sentir a felicidade e de amar. E se somos tristes e insatisfeitos, também é porque estamos a exercer a nossa capacidade de sentir tristeza e de não a de nos satisfazermos com o que temos.

Dessa forma, creio que está mais do que na hora de começarmos a compreender que podemos, sim, tornar-nos melhores através do amor que trocamos com alguém, mas que não é o outro que nos faz melhores e sim nós mesmos que nos permitimos crescer e ser cada dia melhores.

Ninguém é de ninguém porque não somos coisas. Somos pessoas e pessoas são eternamente ímpares. É o que cultivamos e alimentamos em nós é o que nos faz ser como somos. A única pessoa que temos e por quem realmente somos responsáveis é por nós próprios. Portanto, sugiro que comece a apropriar-se da sua felicidade como mérito seu, assim como das suas tristezas e insatisfações. E a partir de então, poderá abrir mão das pessoas, desapegar-se, compreender que o amor que sente por alguém não torna esse alguém seu, mas apenas um companheiro de aprendizagem e de importantes descobertas.

E na mesma medida, poderá exercer todos os seus dons e as suas capacidades com o objectivo de tornar a sua vida e a das pessoas que caminharem ao seu lado pela longa estrada da vida, muito melhor, mais inteira e sem dúvida... mais verdadeira!

Só podemos ser felizes ao lado de alguém, se primeiro formos felizes sozinhos!

Seja Feliz!...

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