Espiritual

As Leis da Magia

As Leis da Magia são verdades, regras e fontes de grande poder. Definem como a magia circula no seu ambiente e o seu impacto em cada área.

As Leis da Magia

I. Lei do Conhecimento
A compreensão traz o controle; quanto mais souber sobre um assunto, mais fácil é controlá-lo. ”Conhecimento é poder.”

II. Lei do Auto-Conhecimento
O conhecimento mágico mais importante é sobre si mesmo; a familiaridade com seus próprios pontos fortes e fracos é essencial para um mago. “Conhece-te a ti mesmo.”

III. Lei da Causa e Efeito
Se exatamente as mesmas ações forem feitas nas mesmas condições, elas produzirão igualmente os mesmos resultados; cadeias de eventos semelhantes produzem resultados parecidos. “Controle todas as variáveis e controlará todas as mudanças!

IV. Lei da Sincronicidade
Dois ou mais acontecimentos que ocorrem ao mesmo tempo terão mais associações em comum do que simplesmente a associação temporal; as coisas raramente acontecem isoladamente dos acontecimentos próximos. “Não existe a mera coincidência.”

V. Lei da Associação
Se dois ou mais padrões tem elementos em comum, os padrões interagem por meio desses elementos em comum e o controle de um padrão facilita o controle sobre o(s) outro(s); quanto maior o elemento comum, maior a influência. “Os elementos em comum controlam.”

VI. Lei da Simpatia
Coisas que tem afinidade umas com as outras influenciam-se e interagem entre si á distância. “Tudo está conectado a tudo.”

VII. Lei da Semelhança
O igual produz o igual e um efeito se assemelha á sua causa; a posse de uma imagem exata de alguma coisa, facilita o controle sobre essa coisa. “Os parecidos são iguais.”

VIII. Lei do Contágio
Objetos que já estiveram em contacto continuam a interagir depois de separados. "A magia é contagiosa.”

VIX. Lei da Atração Positiva
Os semelhantes atraem-se; para criar uma realidade particular, é preciso emitir energia de um tipo semelhante. “Aquilo que é emitido retorna.”

X. Lei da Atração Negativa
O semelhante atrai o diferente, a energia e as ações muitas vezes atraem seus “opostos” complementares. “Os opostos atraem-se.”

XI. Lei dos Nomes
Ao conhecer o nome; conhece o que é nomeado; ao conhecer o nome completo e verdadeiro de um objeto, ser ou processo, tem controle completo sobre ele. “O que existe num nome? Tudo!”

XII. Lei das Palavras de Poder
Certas palavras são capazes de alterar a realidade interna e externa daqueles que a pronunciam, e o seu poder pode repousar tanto no som, quanto no significado. “Para os sábios, uma palavra basta.”

XIII. Lei da Personificação
Qualquer fenómeno pode ser considerado vivo e possuidor de personalidade, como uma entidade ou ser, e pode ser tratado dessa maneira. “Tudo pode ser uma pessoa.”

XIV. Lei da Invocação
É possível estabelecer comunicação interna com entidades interiores ou exteriores de si mesmo; essas entidades parecem estar dentro da pessoa durante o processo de comunicação. “Seres de dentro...”

XV. Lei da Evocação
É possível estabelecer comunicação externa com entidades interiores ou exteriores de si mesmo; essas entidades parecem estar fora da pessoa durante o processo de comunicação. “Seres de fora...”

XVI. Lei da Identificação
É possível, por meio de associação máxima entre os elementos de uma pessoa e os de outro ser, de fato tornar-se aquele ser ao ponto de compartilhar o seu conhecimento e ter domínio sobre a sua energia. “pode-se tornar em outro.”

XVII. Lei dos Dados Infinitos
O número de fenómenos para se conhecer é infinito, nunca deixaremos de ter o que aprender! “Sempre há algo novo.”

XVIII. Lei dos Sentidos Infinitos
Todos os mecanismo do sentidos de qualquer entidade é limitado em alcance e tipo de dados recebidos. “apenas porque não pode ver não significa que não está alí.”

XIX. Lei dos Universos Pessoais
Todos vivem e muito possivelmente, criam um universo único que nunca pode ser 100% idêntico ao vivido por outra pessoa; a chamada “realidade” é na verdade, uma questão de opiniões consensuais. “Você vive no seu cosmos e eu vivo no meu.”

XX. Lei dos Universos Infinitos
O numero total de universos em que todas as combinações possíveis de fenómenos existentes poderiam ser organizadas é infinito. “Todas as coisas são possíveis, embora algumas sejam mais prováveis do que outras.”

XXI. Lei do Pragmatismo
Se um padrão de crença ou de comportamento, o capacita a sobreviver e a realizar objetivos determinados, aquela crença ou comportamento, é “verdadeira” ou “real” ou “sensata” em todos os níveis de realidade envolvidos. “Se funciona, é verdade.”

XXII. Lei das Verdadeiras Falsidades
Um conceito ou ato pode parecer sem sentido, mas ainda ser “verdadeiro”, desde que funcione num contexto específico. “Se é um paradoxo, provavelmente é verdade.”

XXIII. Lei da Polaridade
Qualquer padrão de dados pode ser dividido em pelo menos dois padrões com características “opostas”, e cada um deles conterá a essência do outro dentro de si. “Todas as coisas contém o seu oposto.”

XXIV. Lei da Síntese
A síntese de dois ou mais padrões “opostos” de dados, produz um novo padrão que será “mais verdadeiro” do que qualquer um dos dois primeiros, ou seja, ele será aplicável a mais realidades. “A síntese reconcilia.”

XXV. Lei do Equilíbrio Dinâmico
Para sobreviver e tornar-se poderoso, é preciso manter todos os aspectos do Universo num estado de equilíbrio dinâmico com todos os outros; o extremismo é perigoso em todos os níveis de realidade. “Dance conforme a música.”

XXVI. Lei da Perversidade
Também conhecida como “ lei de Murphy” ; ”Se alguma coisa pode dar errado, dará.”

XXVII. Lei da Unidade
Cada um dos fenómenos da existência está ligado direta ou indiretamente a todos os outros, passados, presentes ou futuros; as separações percebidas entre os fenómenos baseiam-se em sentidos e/ou pensamentos incompletos. “Tudo é um.”

XXVIII. Lei das Consequências Não Intencionais
Quer obtenha ou não, o efeito que quer, aquilo que faz terá, pelo menos, três outros efeitos que nunca esperaria, e um deles normalmente é desagradável. “Sempre há alguma coisa.”

 

Junto a estas leis as três leis da magia de ELIPHAS LEVI, no seu Dogma e ritual da alta magia (1856).


I. A lei da Vontade Humana
O sucesso da magia depende da vontade convocada e dirigida pelo mago.

II. A Lei da Luz Astral e o Principio Etéreo Intermediário
Uma energia que permeia o universo e que o mago pode ter acesso e usar para realizar mudanças à distância.

III. A lei do Encadeamento
Que liga o interior ao exterior, o material ao ideal, desde que não aja diferença entre o microcosmo e o macrocosmo.

A estas outra lei foi acrescentada mais tarde, pela Ordem da Aurora Dourada:

IV. A Lei da Imaginação ou da Visualização
Invocar poderes interiores e exteriores.

 

Tem-se sentido muito cansada/o, com muitos pesadelos, sente-se constantemente sufocada e parece-lhe que os seus planos para o futuro nunca dão certo?

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